Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Esta é a grande tolice do mundo, a de que quando vai mal a nossa fortuna - muitas vezes como resultado de nosso próprio comportamento - culpamos pelos nossos erros o sol, a luz e as estrelas, como se fôssemos vilões por necessidade, tolos por compulsão celeste, safados, bêbados, mentirosos e adúlteros por obediência forçada a influencias planetárias; e tudo aquilo que somos maus por impacto divino.
(Rei Lear)

TEXTO:

Sentir falta.

As vezes é inevitável sentir falta de alguém e muitas dessas vezes não vale a pena, é alguém que nos magoou, alguém que mentiu, que omitiu, que fez o que não era pra ser feito ou simplesmente não te amou como você merecia ser amado. Assim como é inevitável sentir falta, também é inevitável perder tempo com pensamentos que deveriam estar bem distantes, e aquela pergunta em querer saber até quando os pensamentos irão atormentar e tirar a tranquilidade de seguir em frente sem precisar desse sentimento, sentimento de sentir falta.

Sentir falta de quem nos faz bem já dói, imagina sentir falta de quem não merece receber nada, muito menos um sentimento tão bom como esse, de saudade. A saudade bate e você apanha até cansar, e quando a gente cansa de apanhar vem a cicatriz que é eficaz, enquanto não sara, dói. Dói chorar pelo tempo perdido, pela mágoa que criamos em quem realmente nos ama, e o arrependimento de ter cedido, de ter feito essas burrices. Eu tenho certeza que seria bem melhor se não tivesse conhecido certo tipo de pessoas, de não ter ido em certos lugares ou ter respondido alguns sorrisos. As pessoas sentem prazer em magoar, elas ferem seu coração sorrindo, te deixam chorando e vão embora numa rapidez que te faz pensar ser o último romântico, o último apaixonado.

Mas agora é tarde, tudo passou e graças a Deus restou o aprendizado. Erros são cometidos uma vez, na segunda é burrice e isso é uma lição, pois ninguém tem o direito de chegar e ter você sorrindo e depois ir embora te deixando a chorar, ninguém pode quebrar assim um coração que sempre lutou pra ficar inteiro, ninguém tem o direito de minimizar o seu sorriso. Siga sempre sorrindo, reze por quem tem fez chorar um dia, peça Deus piedade pra essa gente estúpida e lamentável, peça Deus que seu amor próprio transborde atingindo esse ''ser'' que não sabe o que é ter amor em si.

E é assim a vida!!! Às vezes simples momentos nos fazem ganhar tantas recordações!!!

AS ÁGUAS CLARAS: O SUSTENTO DA VIDA CRIATIVA
O VENENO NO RIO

“Às vezes, a mulher tropeça na própria introversão e quer simplesmente que as coisas existam só porque ela deseja. Ela pode acreditar que basta pensar que a ideia é suficientemente boa e que não há necessidade de nenhuma manifestação externa. Só que ela se sente despojada e incompleta do mesmo jeito. Todas essas são manifestações de poluição no rio. O que está sendo fabricado não é a vida, mas algo que inibe a vida.”

Tenho um orgulho absurdo de ser quem sou. Já fui pisoteada várias vezes... mas, nem por isso, deixei de acreditar em dias melhores. Admiro a minha força, sabe por que? porque sou uma sobrevivente que jamais precisou enganar ninguém para ser feliz.

Por muitas vezes perdi a cabeça, mas nunca o amor em meu coração!

Às vezes, quando os seres malignos te ferem, acabam — sem perceber — te conduzindo ao paraíso, com medo de ter que continuar dividindo contigo o inferno.
(Nepom Ridna)

⁠A Arte de Soltar

Um Caminho para a Resignação Consciente!

A resignação, muitas vezes mal compreendida como um sinônimo de desistência ou fraqueza, é, na verdade, uma das mais profundas expressões da arte de soltar. Longe de ser um ato de rendição derrotista, ela se manifesta como um reconhecimento lúcido dos limites do nosso poder e, paradoxalmente, como um portal para a verdadeira liberdade interior.

Soltar não é abdicar de lutar por aquilo que importa, mas discernir o que está verdadeiramente em nossas mãos e o que pertence ao fluxo incontrolável da existência. É desatar os nós da expectativa, do apego ao que não pode ser mudado, e da ilusão de um controle onipotente. Nesse processo, aprendemos a diferenciar entre a persistência necessária e a teimosia infrutífera que nos exaure.

Quando soltamos, não estamos simplesmente deixando ir; estamos fazendo espaço. Espaço para a aceitação, para a serenidade que emerge da compreensão de que nem tudo pode ser moldado à nossa vontade. É um convite à humildade, ao reconhecimento de que a vida, em sua complexidade, carrega caminhos que não prevemos e desfechos que não escolhemos. A resignação, então, torna-se um ato de coragem: a coragem de enfrentar a realidade como ela é, e não como gostaríamos que fosse.

É nesse soltar que encontramos uma paz peculiar, não a paz da ausência de problemas, mas a paz da ausência de resistência inútil. A arte de soltar nos ensina que, às vezes, a maior força não reside em agarrar-se, mas em saber liberar. E ao fazê-lo, abrimos as portas para novas possibilidades, para o fluxo da vida que, de outra forma, ficaria estagnado pela nossa insistência. A resignação, assim, se revela não como um fim, mas como um ponto de partida para uma existência mais leve, mais sábia e verdadeiramente livre.

Muitas das vezes paro para refletir, àqueles que não trabalham são marginalizados pela sociedade, a sociedade paga o seu imposto, e por sua vez paga caro por sofrer com a corrupção dos seus representantes político, sanguessugas do plenário.

Acredito que todo ser antes de fazer qualquer tipo de burrada, pensa várias vezes, e quem vai dizer o quê ele vai fazer ou não é o impulso. Mas, a culpa jamais será do impulso, e sim de quem não soube controlar - a consciência também fala, antes e depois.

A inspiração surge, quando menos se espera, e muitas das vezes parece que não vem e foi embora com alguma bailarina, e depois volta ao som, e ao dançar da bailarina, a inspiração é joia rara, que mesmo em sua leveza, busca ser lapidada.

Muitas das vezes cometemos grandes erros na vida, a gente nem sempre mede as consequências dos nossos atos, é mais que necessário controlar o impulso, e buscar fazer sempre o certo.

Gosto muitas das vezes de ficar em casa, será que é momento de prisão domiciliar?

O curioso das interrogações, é que muitas das vezes buscamos resposta, para cada interrogação... E quando o assunto é amor, sempre encontramos interrogações. Principalmente no mundo que vivemos hoje, onde vemos pessoas fazendo guerra, e matando umas as outras. As pancadas da vida, faz com que muitas das vezes nos tornemos rudes, a ponto de desacreditar daquilo que há de mais nobre, que é o amor. Muitas das vezes nos tornamos arrogantes, vaidosos, tentando mostrar que estamos "maduros", que somos fortes para quaisquer tipo de situação, quando na verdade, é necessário muitas das vezes abaixar a cabeça, e vê, sentir o que se passa, o que torna o ser humano, em humano, são os sentimentos, que ele carrega dentro de si. E enquanto existir vida, sempre vai existir o amor, a vida também é amor, é poesia, é inspiração...

Quando uma pessoa vai fazer o mal, ela se sente conturbada, muitas das vezes não sabe o que quer fazer, fica no pensamento em fazer ou não, chega um tempo que ela acaba fazendo o que a mente dela pede, caso não encontre uma saída, faz o pior, agride, e é até capaz de matar. A consciência fala, e quando uma pessoa sofre um determinado distúrbio, a consciência se torna para ela um peso, porque ela não quer escutar mais a consciência, logo ela luta muitas das vezes contra ela mesma.

Foi o que estava observando, gosto de muitas das vezes observar as pessoas, muitas das vezes o "eterno" acaba se tornando em "efêmero", o ser faz juras que nem sempre pode realizar, o querer humano é o saciar de suas vontades. O "eterno" é belo, quando ambos se amam, a ponto de não querer "segurar", o ser busca ser livre por natureza!

Muitas das vezes nós erramos, quando na verdade deveríamos acertarmos!

Identidade

Sou Valter um menino
De óculos, às vezes em risos
E outras calado,
Bitencourt Júnior, ai está
O meu sobrenome… Valter
É o nome do meu pai
Para mim eu sou Júnior,
Para meus amigos Juninho,
E Bitencourt é o meu charme…
Eu sou poeta, nasci em
25 De Junho de 1994, sou canceriano…
E de tudo sou eu
Valter Bitencourt Júnior.
Poeta baiano, brasileiro, valeriano…

A cada dia surgem obstáculos e muitas vezes é preciso garra e muita sabedoria para superá-los.Acreditando no infinito poder de Deus e na sua inesgotável bondade, fica mais fácil de suportar as imperfeições da vida.

A vida muitas vezes nos surpreende com acontecimentos bons e ruins. Não devemos nos desesperar diante da adversidade da vida porque os ventos que muitas vezes nos leva o que amamos, trazem algo que aprendemos a amar. O ser humano tem este poder, de reconstruir o que parecia perdido. É Deus presente em todos os momentos.