Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Nunca desanime. Às vezes é só um pouco mais além.

O hábito é que me faz suportar a vida. Às vezes acordo com este grito: - A morte! A morte! - e debalde arredo o estúpido aguilhão. Choro sobre mim mesmo como sobre um sepulcro vazio. Oh! Como a vida pesa, como este único minuto com a morte pela eternidade pesa! Como a vida esplêndida é aborrecida e inútil! Não se passa nada, não se passa nada. Todos os dias dizemos as mesmas palavras, cumprimentamos com o mesmo sorriso e fazemos as mesmas mesuras. Petrificam-se os hábitos lentamente acumulados. O tempo mói: mói a ambição e o fel e torna as figuras grotescas.

As pessoas são muitas vezes escravas da sua arbitrariedade, mesmo em si próprias; mas é espantoso que elas saibam tão raramente aplicar a sua vontade.

Um grande homem é aquele que morre duas vezes. Primeiro, como homem; e depois, como grande homem.

Ao analisar os fatos históricos, evita ser profundo, pois muitas vezes as causas são bastante superficiais.

Por vezes o que desejo e o que não desejo fazem-se tantas concessões que se tornam parecidos.

Somos enganados mais vezes pelo nosso amor-próprio do que pelos homens.

O basilisco do ciúme é, às vezes, o galvanismo dos corações regelados e mortos pelo tédio.

Os tolos são muitas vezes promovidos a grandes empregos em utilidade e proveito dos velhacos, que melhor os sabem desfrutar.

O livre pensamento não passa muitas vezes de uma crença, que nos dispensa da fadiga de pensar.

Embora os homens se gabem dos seus grandes feitos, estes, muitas vezes, são consequência, não de um forte desígnio, mas do acaso.

Acontece muitas vezes que somos estimados na proporção em que nos estimamos a nós mesmos.

Muitas vezes uma cidade inteira pagou por um homem mau.

Há muitas pessoas a quem a vaidade faz falar grego, e, até, por vezes, uma língua que não entendem.

Duvida de tudo pelo menos uma vez, mesmo que seja da sentença: duas vezes dois são quatro.

A memória é muitas vezes a qualidade da estupidez; ela caracteriza geralmente os espíritos pesados, os quais torna ainda mais pesados, mercê da bagagem com que os sobrecarrega.

Não há homem, por santo e virtuoso que seja, que não se sinta por vezes cocegado pelos atractivos do pecado.

Às vezes desperdiçamo-nos: o nosso verdadeiro desejo é deixar de viver exclusivamente para nós próprios.

Passamos muitas vezes do amor à ambição, mas nunca regressamos da ambição ao amor.

A sabedoria não cria o gênio, mas oferece-lhe, por vezes, oportunidade para se revelar.