Por Voce eu Pegaria mil vezes
Todos nascemos filhos de mil pais e de mais mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. Como se os nossos mil pais e mais as nossas mil mães coincidissem em parte, como se fôssemos por aí irmãos, irmãos uns dos outros. Somos o resultado de tanta gente, de tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa, que nunca estaremos sós.
faça algo diferente amanhã, mate seus assassinos, roube mil rosas e dê a quem te odeia. Faça algo sem sentido, sem nexo. Insita, mate, destrua, crie, use e seja usado.
Certa vez alguém disse que nada grita mais alto que o som do silêncio. E na cruz a dois mil anos atrás, o silêncio que sucedeu a conssumação, foi e continua sendo o maior, mais belo e mais sonoro "eu te amo" que já foi dito, e não há obras ou sacrifícios que possamos fazer pra responder a essa declaração de amor. Apenas pela graça e misericórdia desse Deus apaixonado é que correspondemos, com a renúncia de nossas vidas, a esse amor incondicional.
Vão encontrar mil maneiras de te rotular. E em todo o canto, sempre tem alguém que quer roubar o seu lugar.
CHÁ DE MIL FOLHAS E A DISTÂNCIA QUE ME BEBE.
Meu chá de mil folhas é um segredo antigo.
Guardo-o como se guarda uma carta nunca enviada.
A erva que repousa na água quente é a mesma que repousa em mim, amarga e silenciosa.
A velha Achillea millefolium arde suave na xícara, como se cada folha fosse uma lembrança tua, fina, múltipla, impossível de reunir por completo. Dizem que cura feridas. Mas não dizem que algumas feridas preferem permanecer abertas para que não esqueçamos quem as causou com ternura.
Bebo devagar. Não por delicadeza, mas por temor.
Temo que o último gole seja também o último vestígio do que fomos.
O vapor sobe como se quisesse alcançar o que está longe demais.
Assim é o amor distante. Não toca. Não abraça. Apenas sobe, invisível, e se desfaz no ar frio da noite.
Há uma rusticidade nisso tudo. Nada de salões iluminados. Nada de promessas fáceis. Apenas madeira antiga, silêncio espesso e o som da água que já não ferve. O amor que não se possui torna-se disciplina. Aprende-se a amar sem tocar. Aprende-se a desejar sem pedir. Aprende-se a suportar o peso de uma ausência que não se resolve.
Cada folha dissolvida na infusão é um dia que passou entre nós.
Mil folhas. Mil dias. Mil silêncios.
E ainda assim continuo a preparar o chá.
Porque amar de longe é isso. Um ritual repetido mesmo quando a esperança já se fez austera.
No fundo da xícara, resta um sedimento escuro. Não o descarto. É ali que repousa o que não pôde ser dito. É ali que o amor se torna grave, quase fúnebre, mas verdadeiro.
E enquanto a noite avança, compreendo que não sou eu quem bebe o chá.
É a distância que me bebe, folha por folha, até que sobre apenas o gosto severo de ter amado com firmeza, mesmo sem presença.
Toda mulher é uma surpresa, uma torta mil-folhas, um bombom diferente em um lindo papel celofane. Quer provar? Eu posso acordar doce, ficar amarga e até dormir ácida sem você perceber.Mas eu quero que você perceba. Eu quero que você se alimente do que há de melhor e pior em mim. Eu quero te mostrar cada gosto, te misturar, te revirar o estômago, te virar do avesso, jogar a receita fora. (Nada de banho-maria!). O amor não tem regras, o desejo não tem limites. Minha boca é do tamanho do meu coração.
Para entender o autismo faz-se necessário encontrar a parte que falta em um quebra-cabeça de 2 milhões de peças.
Pessoas ingratas são capazes de esquecerem-se de mil favores, mas jamais se esquecerão do dia em que você disser: NÃO!
Não aceite conselhos de alguém que conheça dez mil palavras. Aceite de alguém que viveu dez mil vezes cada letra que escreveu. Muita gente se impressiona com uma frase bonita, mas nem desconfiam que não existe um significado real se a escrita nunca foi colocada em prática.
E naquela ânsia de dizer mil coisas (coisas simples como sinto sua falta, meus pêsames, te amo), não disse nada. Ficou só, fechando os olhos, vivendo a noite no dia, silenciando silencioso, e esperando algum som. Nada ouviu. Sequer uma pulsação. E na ânsia de dizer mil coisas acabou não dizendo nada. Ficou a sós com sua surdez inseparável, lembrando de um tempo em que conseguia gritar: Não importa, Liberdade ou Paraíso, eu vou com você!
Entrou no metrô daquela quarta-feira sem segurar a mão de ninguém.
Seguiu seu caminho, esperando alguém entrar na próxima estação.
Ninguém entrou.
Olhou aqueles dois nomes ao longo da linha. Apenas lembrou, de uma forma triste que só aqueles que sentem saudade lembram. Risos, viagens, jantares, brigadeiros, filmes nunca terminados. Coisas de sempre, coisas simples, simples como dizer sinto sua falta, meus pêsames, te amo. Não diria nada. E passaria a vida se arrependendo de cada palavra não dita, de cada impulso involuntário reprimido. E viveria assim, num vagão vazio, esperando alguém entrar (Liberdade, Paraíso, Barra Funda, ou a velha e silenciosa São Judas). Ficaria ali, todas as quartas-feiras, esperando alguém que ele desconhecia e conhecia tão bem para poder, enfim, segurar sua mão na noite.
Liberdade ou Paraíso, não importava. Poderia ser Diadema. Iria com ela.
Escrevo mil versos só em pensar em seu olhar;
Escrevo rios de poemas só em lembrar do seu abraço;
E sorrio quando vejo tudo q escrevii não por serem lindas
palavras, mais sim por q eu tenho a pessoa q me inspirou
a essas palavras bem do meu lado ...
Joaninha encarnada
Mil mulheres numa só;
Pequenina e delicada,
Mas firme como Jó!
Joaninha enamorada,
Faz poesias de flor
Carrega nas patinhas,
Mil palavras de amor
Joaninha imaculada
De alma pura e inocente,
Mas quando ama,
Vira o capeta
Sem nenhuma etiqueta
“Em mil anos seremos esquecidos. A Idade Média perderá seu título de era das trevas, e nós receberemos essa maldição. Lembrarão de nós como mimados, ressentidos e covardes.”
Um sorriso pode esconder muitas coisas.
Pode dizer mais que mil palavras.
Pode afugentar lágrimas que querem escapar em horas indevidas.
Pode guardar segundas intenções.
Um sorriso pode ser o consolo de alguém que precisa.
Mas um sorriso também pode mentir.
Um sorriso pode ser a melhor…
Essa geração onde as pessoas tendem a serem solitárias, porque mesmo tendo mil amigos na internet, não tem ninguém para desabafar na realidade.
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