Por Voce eu Pegaria mil vezes
Não, eu não te esqueci e nem te substituí! Eu apenas te coloquei em outro lugar da minha vida, aquele no qual você não me incomoda mais!
"Eu queria saber amar assim como a palavra amor merecia ser usada, porque um verdadeiro amor não deveria nos tornar possessivo, gostaria de ser menos desconfiado e não morrer de ciúmes, eu gostaria de não sentir raiva nenhuma dentro de mim, nem por um segundo sentir raiva. Então eu estaria amando, um amor deveria existir para duas pessoas se tornaram melhores juntas, amor deveria se resumir em uma grande admiração, gostaria que o sorriso dela fosse capaz de me fazer completamente feliz mesmo que esse sorriso todos os dias fosse para outro homem, gostaria de aprender a ser feliz somente por valorizar o que aconteceu, sem ficar triste pelo o que acabou."
Música
Ouço música,para poder lembrar,de quem,eu sou,e recobrar meu eu,ela a música me mantém num dado momento em mim mesmo,e me faz tomar ciência de que eu existo,ela a música me resgata e me mantém à salvo de meus problemas criados e arquitetados por minha mente.
Por todo repertório musical repercute minha alma.
Alquimia do Amor
Eu adoro rituais,
a chama da vela rasgando a penumbra,
o doce perfume da felicidade,
as pétalas de rosas por entre os corpos sobreviventes da "batalha maravilhosa" do amor ...
eu adoro os rituais,
o beijo roubado numa fração de tempo onde os 7 segundos se transformam em eternidade,
o olhar não olhado mas... querendo olhar !
a palavra não proferida mas querendo dizer ...
eu adoro os rituais, mesmo quando o dia termina e eu tenha entendido tudo errado como no final da tarde hoje...
mesmo quando me alertam que o tempo já passou prá mim,já passou por mim, já passou de mim ...
eu adoro os rituais,
porque quando eles acontecem,
não se precisa tomar decisões,
verbalizar certezas,
explicar o óbvio ... então ...
divida comigo o instante, ainda que o instante "livre" seja apenas este aqui, e comecemos os rituais por estas palavras aí embaixo,
e continuemos depois, e depois, e depois... e bem depois ...
Saiba apenas que eu ...
...eu adoro os rituais e quero poder compartilhar com você, só com você...
esses gestos, essas atitudes, esses "movimentos" enfim ...
... os rituais que contemplam a vida nessa grande alquimia do amor !
Me permita ser responsável por você, mas ... caminhe ao meu lado, nem um passo a frente, nem um passo atrás ...
Eu sou a minha melhor amiga. Choro quando estou triste, importo-me com o meu estado, eu ouço os meus problemas, sei os meus segredos. Não desvalorizo os meus amigos, amo quem está a minha volta, mas quando estou sozinha, não me abandono. Assim eu conseguirei ser melhor, vencer os meus desafios. Sigo em frente cada dia melhor! Não dou a responsabilidade a alguém de saber a minha vida... Aprendi isso da forma mais dura que podem imaginar, mas valeu a pena!
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Hoje compreendo que a causa principal de tamanho sofrimento era que eu nunca imaginara que ele pudesse morrer antes de mim. Como se a morte respeitasse uma ordem de passagem
MULHER
Eu,mulher,enredo.
Meço,calculo,alcanço o tempo.
Me lanço,de todos os lados.
Perduro,num olhar.
Me rendo.
Me reivento,
sendo aquilo
que mesma escrevo.
Felina ou fada.
Sentimento.
Poder que gera o mundo.
Amor,e mais nada.
Deus é tão maravilhoso em minha vida, que quando estou só, todas as noites antes de dormi eu peço a ele para me abraçar e ficar ao meu lado em minha cama me protegendo como um pai protege um filho, quando estou muito triste, peço a ele que conforte o meu coração e me dê o entendimento para solucionar qualquer problema, são por esse motivos que sou feliz espiritualmente, pois eu o amo e sei também que ele me ama, nas horas mais difíceis ele me ajuda a reviver e me prova que eu tenho capacidade de superar cada obstáculo que encontrar em meu caminho! Uma amizade sincera de alguém que nunca vai me abandonar por pior situação em que eu me encontre, que seja na sarjeta ele estará lá nos fazendo companhia e nos levando a mensagem de que quando queremos nada é capaz de nos impedir, é só acreditar e ter força de vontade.
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