Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Às vezes, ao tentar ajudar, acabamos nos complicando. Que eu tenha discernimento para reconhecer onde Deus está trabalhando e não entrar em provas desnecessárias.

Se eu saio com muitas mulheres sou garanhão e muita das vezes safado, se não sou gay;
Se não dou confiança sou cheio de marra, se sou popular sou bandido;
Se eu Crio versos pelo que penso sou louco por demonstrar tanto talento jogado fora, se não escrevo sou insensível;
Se eu falo da minha vida, no que vivi eu sou dramático, se não sou misterioso;
Se lamento sou fraco, se sou confiante sou arrogante;
Se eu estou forte bem malhado uso bomba, se estou magro estou aidético;
Enfim, tudo que eu sou ou faça incomoda, então me leve para dormir do seu lado de conchinha com você para que você possa me sentir de verdade;

⁠Este eu mortal nunca viu a face de Deus, mas Eu o senti muitas e muitas vezes. Há um acontecimento singular em minha existência e acredito sempre ser a Sua presença em ação. Isso ocorre quando uma borboleta me sobrevoa ou simplesmente toca-me. Sempre parece fui livrado de um mau, um mal, ou simplesmente sinto-me sendo agraciado por um bem, um Bem. Obrigado por existir e obrigado por me permitir existir, me livrando do mal, agraciando com o bem e sendo em eu e para eu um constante presente.

Eu chorei diversas vezes por tudo ter acabado. Tudo o que vivemos foi de verdade. Nossa história permanece, não foi apagada. Precisei de um tempo para compreender tudo o que aconteceu. Você foi minha melhor amiga e eu sempre amarei você.

Eu tenho os olhos de ver a vida nascer em cada manhã com cheiro de bogari e casa limpa,
As vezes é preciso pisar firme nas crueldade dos outros, de todos seus sons crueis. Mas definitivamente, é imperdoável não perdoar.
As vezes, eu preciso apenas dançar uma música como a Dama de vermelho, rasgar o rascunho da letra e escrever outro verso. Eu escrevi.
E há quem diga que o que escrevo não tem nada haver comigo. Lina Veira
Lina Veira
Poesias minhas

Geminiano quer falar com o mundo!

Há vezes que eu tenho
CONVULSÕES
De me pintar de rosa e amarelo
de cantar para o príncipe Charles
de chorar com as crianças da palestina
De estar simplesmente lá
na hora do tsunami
De dar um tapa na cara do ditador da nossa era...
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar com o mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse, ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria que meu poema fosse ouvido
e há vezes que tenho convulsões
de falar com o mundo inteiro
ser ouvido!
Se o mundo me ouvisse, ah!
Eu sou aquela velha tia
gorada
e preta
que sempre tem razão!
E esta ânsia por ter fama
e eu sou do século passado
desencaixado
Eu queria mesmo era ter ouro no banco!

Às vezes duvido se meu esforço vale a pena,
te amar sempre me envenena.

Mesmo que eu te ame,
nosso amor foi como uma pena,
voou e ambos não sabem
o que realmente restou.

Sinto falta do início,
do teu cheiro,
abraços realmente apertados
e verdadeiramente mostrar que,
independentemente dos defeitos,
eu ainda te amava.

Porque mesmo com dores
me mantive forte,
mas acredito que seja hora de ir,
partir para não mais sofrer
por um amor inventado,
cansado de ser maltratado.

No fim, o que sempre quis dizer é:
eu realmente te amo.

Às vezes o medo me rasga por dentro
e eu já não sei distinguir
o que é intuição
do que é trauma gritando alto demais.

Eu gosto.
E isso me apavora.

Hoje eu quis chorar até faltar ar,
não por drama,
mas porque as lágrimas são a única água
capaz de atravessar os muros que levantei.
Eu queria que elas lavassem
o peso das dúvidas,
o cansaço de ter que ser forte o tempo todo.

Eu tive medo.
Medo do caminho,
medo de apostar,
medo de cair outra vez
no mesmo abismo com nome de amor.

Quando foi que amar virou ameaça?
Quando foi que sentir passou a doer
antes mesmo de acontecer?

Em que ponto a gente desaprende
a confiar?
A se entregar sem medir o risco,
sem contar as chances de perder,
sem calcular a dor futura?

Eu quero amar com a alma em carne viva,
com o corpo que treme,
com o coração que sangra,
mas ainda escolhe ficar.

Quero o amor nos detalhes,
no toque que não machuca,
no silêncio que acolhe,
no olhar que não foge
quando vê minhas cicatrizes.

Quero que o amor volte a nascer em mim
como um sol que não pede licença,
rasgando o céu cinza,
aquecendo o que ficou frio,
provando que nem tudo o que queima
destrói.

Eu queria renascer.
Sem defesas.
Sem medo.
Sem passado mandando em mim.

Renascer para amar sem barreiras,
mesmo sabendo que amar
é sempre um risco.

Mas é o único risco
que faz a vida pulsar

Às vezes fico pensando se eu sou uma boa pessoa dando uma de ruim ou se sou uma pessoa ruim querendo ser boa.
Talvez eu seja uma pessoa ruim mesmo, talvez devesse parar de ficar tentando, todas as minhas tentativas são falhas, nunca é suficiente.
Mas por que eu continuo querendo fazer com que você veja algo bom em mim? Eu não costumo me importar com o que pensam de mim, já ouvi falarem que sou egoísta, insensível, empática, que não me importo com nada e nem ninguém, mas será que realmente não?
Então por que vejo-me a importar? Por que vejo-me a esforçar? Por que vejo-me a tentar mudar?
Tem pessoas que cheguei a me importar mais do que comigo mesma, então será que realmente há dentro de mim toda essa frieza?

A prece que desmascara

Na maioria das vezes, eu não peço bens.
Peço caráter.
Peço temperança.
Peço que meu coração seja tocado — e que isso me tire do lugar.

Porque oração que não move o corpo é apenas som bonito.

Ser melhor para si mesmo não é se poupar, é se corrigir.
É parar de se tratar como vítima eterna e assumir responsabilidade pelo próprio impacto no mundo.
Ser melhor para os outros, então, é sair da zona confortável da opinião e entrar no território do gesto.

Ser melhor é descer do carro quando ninguém desce.
É atravessar a rua quando todos desviam o olhar.
É carregar peso que não é seu só porque alguém não aguenta mais.

É ajudar quem está parado numa sinaleira,
quem não enxerga o caminho,
quem envelheceu carregando sacolas demais,
quem tem fome agora — não no discurso.

Não, isso não muda o mundo sozinho.
Mas quem usa isso como desculpa para não fazer nada
já decidiu ser parte do problema.

Eu não sinto prazer em ser ajudado.
Sinto em ajudar.
Porque ajudar revela quem você é quando não há plateia.

É sair de casa de madrugada por um amigo numa estrada perigosa.
É colocar o vizinho doente no carro sem perguntar o que vai ganhar.
É entender que bondade não é moeda de troca nem estratégia de imagem.

Por isso, se você vive para si, algo deu errado.
Se prega bondade em rede social, mas não se move quando ela custa tempo, conforto ou risco,
uma das suas missões está errada.

O mundo não precisa de mais gente opinando sobre o bem.
Precisa de gente praticando.

No fim, minha oração não pede que Deus me dê mais coisas.
Ela pede que Ele me tire desculpas.
Que me faça menos discurso e mais atitude.

Porque passar pela vida sem aliviar o peso de ninguém
não é neutralidade.
É omissão.

E essa, sim, é uma escolha.

Caí muitas vezes
Não posso mentir
Mas posso dizer
Que as quedas que eu tive
Não foram derrotas
Eu caí quando estive a subir.

Eu morri em mim várias vezes até nascer em Deus.

Já desisti tantas vezes que aprendi o gosto amargo do fim, até perceber que, no fundo, eu já havia desistido até de desistir.

Eu me reconstruí tantas vezes que já sei montar meus próprios escombros, sou especialista em renascimentos, e isso me dá orgulho, viver é arte contínua.

A esperança, às vezes, é um fósforo mal aceso. Basta um sopro e ela some, mas volta a arder. Eu coleciono fósforos na caixa do costume. Quando a noite aperta, acendo como quem pede socorro. E a chama pequena faz todo o caminho parecer possível outra vez.

Às vezes me parece que nasci com um relógio adiantado. Eu corro para alcançar momentos
que já se foram. O que me resta é aprender a
dançar com o tempo errado. Há ritmo mesmo
na descompassada respiração. E a dança, por
mais torta, me mantém em pé.

O passado bate à porta às vezes, mas hoje eu só abro se for para aprender, memórias não me prendem mais, elas me guiam, com cuidado, mas guiam.

Seria eu como o povo de Lisboa? Após o abalo reerguer-me-ia, vezes sem conta?

⁠Às vezes eu vejo a lua na cor âmbar e percebo que é apenas o reflexo do meu olhar.

Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.