Por Voce eu Pegaria mil vezes
Gotejado pela chuva eu me observo cair lá fora, fluindo, empoçando, evaporando e continuando a viver.
Eu vi o bípede sem pena, sem amor e sem
compaixão
Eu o vi juntando papéis para voar seus
sonhos
Eu o vi voar de grades mesmo destruindo linhagens
Eu o vi repleto de árvores enquanto outros bípedes sem ninhos,
sem frutos, sem liberdade...
Eu não sei de nada, e verdadeiramente nada sou. Não sei nem de onde eu vim, muito menos para onde vou. Quero mergulhar na ignorância, no mais rudimentar modo de viver, bom seria em meio aos animais, talvez como os índios, e assim até encerrar o meu viver.
Para quê saber muito, se nada posso fazer? Nem sequer um único segundo acrescentar em meu viver. Oh vida cruel, oh cárcere carnal, me basta, cada dia o seu mal.
Deixa eu escrever, me distrair com letras garrafais, dar voz ao pensamento, expressar meu sentimento.
Ignores se não curtir, mas deixe meu caminho eu seguir.
Eu já não me importo com o julgamento de juízes leigos, sou culpado, carrego sobre meu ser a sina do pecado, mas tenho me esforçado, e para me defender, tenho o melhor advogado.
Eu já não me importo com religiosidade, preciso seguir o caminho da verdade, olhar para o porvir e aguardar poder entrar na santa e eternal cidade.
Eu já não me importo com juízos apócrifos, comentários jocosos, palavra maligna, ou gente atroz, preciso ouvir de meu salvador sua mansa e suave voz, receber seu imerecido favor, na manifestação de seu puro amor.
O mal vai ter seu merecido fim, a criação geme e ansia sim, pela manifestação do autor e consumador da noasa fé, Jesus de Nazaré.
Aplainar meu ser, paralelo ao horizonte e voar no imaginário, nesta grande rede do meu eu, viajando no inesperado, nas repentinas do pensar, e sentir o ritmo do pulsar da energia vital de meu coração, que insiste em lutar, desbravando vada instante em meu viver, impulsionando a energia que circula em meu ser.
Meus posts são insignificantes?
Eu sou insignificante, com certeza, mas não abro mão da insignificância do meu ser, porque todos os seres humanos, também são, insignificantes. Pobre e miserável aquele que se acha importante, milhares assim se consideraram e hoje nem seus restos mortal se fazem presente, ante, no máximo, uma breve lembrança em ocasiões que remetam a fatos de suas respectivas manifestações à existencia nesse plano terreno.
Portanto, deixe-me aqui na minha insignificante manifestação da efêmera vida de meu ser.
Muito já sorri, não pouco eu chorei. Pesadelos já sofri, lindos sonhos já sonhei.
Na paixão me iludi, no amor realizei.
Eu amei, amo e amarei.
Eu vivi, vivo e viverei
Eu nasci, envelheci e morrerei.
E assim vou vivendo a vida.
Registrada foi minha chegada, também será minha partida.
Amigos cativei, inimigos talvez, mas vivi intensamente cada instante de minha existência.
Nem tudo foi rosas, muito chorei, mas incontáveis foram os dias em que me alegrei. Hoje, muitas saudades trago em meu ser, mas agora é tarde para se arrepender, pouco tempo me resta, sei lá. Quem pode ter ciência de quanto tempo subsistirá neste plano material? E segue-se a vida assim, porque tudo tem um princípio, meio e fim.
Em silêncio eu gritei, o desespero alardeou? Lancei palavras ao vento, e ninguém escutou.
O terror diário alucina, quem o sonho abandonou. E num instante fecha-se as cortinas, e o espetáculo então findou.
Descompromissado com meu eu a despir em textos meu. Deixo me levar em palavras sem sentido, e provavelmente com toda intensidade em meu ser, manifestos nos mais complexos sentimentos desconexos da realidade fática que me oprime.
A eletricidade existe? Eu não a vejo.
O vento existe? Também não o posso ver.
Mas quando recebo uma descarga elétrica, ou o toque da brisa em meu ser, experimento a verdade existencial daquilo ao qual não posso ver. Nesse sentido, não exito em presumir e até mesmo ousadamente afirmar, a experiência que tenho com Deus só me faz acreditar, mesmo não vendo, ouvindo ou sentindo Deus, passo a crer na existência magnifica de um supremo ser, que rege o universo, que arquitetou nos mínimos detalhes cada coisa, cada ser, a mais bela essência de todo o seu poder.
Penso. Logo, Deus existe e subsiste por sí próprio.
Eu quero paz, eu quero o amor. Sentir a alegria das flores, com suas cores e seu odor.
Eu quero a vida, e sua intensidade, ser vivida, em plena verdade. Alcançar o meu lugar, na insignificância de meu ser, diante desse indizível universo que me faz desaparecer. Sim, porque nada sou, senão um aglomerado de moleculas e seus bilhares de fragmentos atômicos, atônito ante o infinito desconhecido de tudo que nos redeia, incontáveis coisas como numa praia com seus grãos de areia.
Já não sou mais eu, ja nem sei quem eu quero ser.
O tempo que passou, esvaeceu, como fumaça pelo ar. Quem sou eu, como me amar? Quem se achou? Para onde suceder? O jeito é lutar, seguir e vencer.
Deus não existe porque não o posso ver? A eletricidade eu também não vejo e nem o vento, mas contemplo suas respectivas manifestações. O sentido da vida, desde as mais singelas experiências aos mais complexos conglomerados orgânicos e minerais não podem ser explicados pelo homem quanto suas respectivas manifestações no universo. Que dirá o homem pois, Deus explicar.
Boa tarde a todos!!!
Eu luto para ser campeão, adversário é o meu eu. Há dias que sou vitorioso, em outros derrotado. Sigo em guerra lutando, não posso ficar prostrado.
Assim é a vida no todo, e o importante é ser bom soldado.
Não sou perfeito e melhor do que ninguém, mas minha consciência manda eu esforçar e sempre fazer o bem.
Já me disseram que minha opinião não passa de palavras ao vento. E daí? se eu puder fazer com que outros milhares que pensam da mesmaa forma, passarem a acreditar no poder das palavras, uníssonos moveremos o mundo.
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