Por Voce eu Pegaria mil vezes
Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: — Nunca fez mal...
Quem, bêbado, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Se ao menos eu pudesse lhe escrever, ele pelo menos saberia o que estou tentando dizer, já que é tão difícil dizer em voz alta!
Eu errei com ele mais uma vez e mais uma vez ele diz que não pode e realmente não confia em mim... Não estava preparada pra ouvir tudo o que eu ouvi. Eu o amava tanto, mas gostava dele sozinha. Em tanto tempo juntos, a única coisa que ele disse sobre mim é que eu sou indigna, mentirosa e retardada. Vivendo e aprendendo.
Eu tenho que ser minha amiga, senão não aguento a solidão.
O mais provável é que nenhum de nós saiba coisa alguma; mas alguns pensam saber, enquanto eu tenho consciência de que nada sei (…).
Quase
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...
Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num grande mar enganador de espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho - ó dor! - quase vivido...
Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim - quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!
De tudo houve um começo ... e tudo errou...
— Ai a dor de ser — quase, dor sem fim...
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...
Momentos de alma que,desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...
Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios...
Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...
Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...
Quando perguntam de onde tenho ressurgido
respondo:
- Eu venho sempre à tona de todos os naufrágios.
Eu não tenho fardos para carregar, minha vida é plena não faço besteira peço a padroeira pra me abençoar.
Esculto o meu coração, pois a minha razão muitas vezes atrapalha o meu pensar.
Amiga,
há muitos anos me deu de presente a nossa amizade, como uma espécie de amuleto para que eu o carregasse junto de mim para toda a vida. Assim tenho feito. O misto de sentimentos que torna nossa amizade mais que especial é muito grande. É a junção de gratidão, amor, cumplicidade, companheirismo e uma pitada das boas recordações que construímos. E no seu aniversário eu não poderia deixar de dizer o quanto me orgulho da mulher incrível que você se tornou e, claro, te desejar parabéns, muitas felicidades, muita paz, alegria, saúde e sucesso na sua vida!
Te amo!
O tempo voa e eu nem dou por isso. Os dias passam e eu continuo presa no tempo. Algo não me deixa seguir em frente. Ou será que eu não quero que esse algo se vá embora? Inúmeras perguntas rodeiam a minha cabeça, mas todas elas sem reposta. Como becos sem saída. Um beco escuro…nem uma luz me acompanha. Estou sozinha. Sozinha, triste e abandonada. Comigo apenas levo os meus pensamentos profundos e a minha alma vazia. Um longo caminho percorro, numa rua estreita. Apenas oiço o som dos meus passos. Não está ali ninguém, ninguém para me ajudar. Fui abandonada quando mais precisava. Mas aí eu percebi…percebi que não posso contar com ninguém. E agora reparo que todos aqueles a quem eu chamei de amigos, não passam de meros conhecidos. É triste saber que foram-se todos embora sem deixar rasto. Jogaram-me como se eu fosse algo descartável nas suas vidas. Algo sem significado, sem importância. Como se eu fosse um simples objeto. Sinceramente não sei que mais possa fazer. As minhas energias esgotaram-se. Sinto-me fraca, completamente sem forças. As cores deixaram de ser vivas e alegres. Alimentar-me deixou de ser uma necessidade. O sono já nem me persegue. O sol perdeu o brilho que tanto me encantava ao fim da tarde. As pessoas deixaram de ter importância, pois não passam de meras criaturas que se movem de um lado para outro, que respiram o mesmo ar que eu. Agora, e mais que nunca, sinto-me sozinha na multidão. E não me destaco, apenas me isolo cada vez mais. E mais ainda.
Sei que paz no mundo começa dentro de mim!
Quando eu me aceito,de corpo e alma.
E em vez de me fragmentar em mil pedaços
eu me coloco inteiro no que penso,sinto e faço.
Sem nada para levar que possa me prender!
Sem medo de errar e com toda vontade de aprender.
A paz no mundo começa entre nós
quando eu aceito o teu modo de ser
sem me opor ou resistir
e reconheço tuas virtudes
sem te invejar ou me retrair,
e faço das nossas diferenças
a base da nossa convivência
e em lugar de te dividir em mil personagens
consigo ver-te inteiro,nu,real.
Quando as palavras se calam
e os gestos se multiplicam.
Quando se reprime a vergonha
e se expressa a ternura.
Quando se repudia a doença
e se enaltece a cura.
Quando se combate a maldade do mundo.
Bjs...Fênix!!!
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