Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
Embora eu tenha desistido de Deus há muito tempo, nunca deixei de querer acreditar em alguma coisa. Então eu substitui a minha fé na vida eterna pela vida, a liberdade, a busca da felicidade.
Eu já não bebo tanto quanto antes mas, mesmo assim, o meu mote é Sine coffea nihil sum. Sem café, eu não sou nada.
Insônia...
Eu já não grito mais com ruídos
Já não faço mais questão de cuidar nem do meu umbigo.
Já estou perdido neste mundo de imensidão
Sou um corpo sem alma prestes a incineração
Não viajo mais em minhas memorias
Estou farto de tudo que dizem os que dão esmolas
Sou um ponto sem ter um final
Tenho em mim a razão de se fazer o temporal
Não olho mais a dimensão das feridas
Estou pouco me importando se não cicatrizam
Sou aquele medo que habita um olhar
Sou a flecha escolhida pronta a perfurar
Sou a noite de que quem em sonhos revira o luar
Sou a duvida do tempo ferindo o lembrar
Sou o peso do abismo impedido de voar
Eu sou a estrada de quem quer se encontrar.
Sou o que o tempo proporciona
Bem vindo ao meu momento de insônia!
Enide Santos 13.07.17
PRENDEDORES DO TEMPO
Eu sinto o vento dando vida
as roupas do varal,
ao mesmo tempo... Vejo-as alegres,
batendo palmas como se tivessem,
saldando o sol, e vibrando o
enxugamento do momento.
Se bem que, no mesmo tempo...
Dá impressão que elas estão
agradecendo o ontem...
Sinto pena por velas felizes...
Sabe se lá porque, o motivo da alegria!
Mas estão lá, presa ah prendedores...
E não se dão conta do seu,
repetitivos castigos.
Antonio Montes
TURBULÊNCIA TEMPLÁRIA
Em noite escura, eu adormeço
ninado pelo coaxar do tempo
e sonho, correndo pelas ruas
e tão logo, sou acordado pela...
Turbulência sentimental.
E de supetão... Desperto-me,
molhado pela chuva templária.
De repente...
Me dou conta que estou,
sendo bombardeado pela mira
da minha goteira. E essa...
Articulada aos desmandos da sua
ausência, a qual encharca-me
pelas águas caídas, da cumeeira
dessa... Sua velha telha.
Antonio Montes
Olá, sei que é tarde, mas olha não foi uma escolha, eu me senti sufocado e meus sentimentos se tornaram uma coisa que nunca queria, e me desculpa, como disse não é uma escolha, mas olha sei que onde estou é longe, sei que não estou feliz, como raramente eu fui aí, no fundo eu sei que fui fraco, mas ser forte nunca foi do meu fetil, de vocês não guardei nada, pois onde estou não existe lembranças e nem bens, apenas dor e tristeza, não eu não estou morto, e não eu também não estou vivo, deixa eu explicar, sinto minha alma indo além, me sinto no céu e ao mesmo tempo no inferno, se é que existe isso.
Já não sei mais, se e tristeza, solidão ou apenas paranóia da minha cabeça, mas não está normal, eu sei que não está, sinto mais do que deveria eu me sinto menos do que eu queria, a dor e tenta que a alma está vagando, e sei que morte não é uma opção é que sentimentos não matam, só te levam a fazer coisas inconsequentes, como aquelas que fazemos aos 14 anos, me desculpa ter sempre que dizer de mim apenas, e não deixar aqui uma pessoa ou um alguém mágico para explicar isso, e que não existe e que eu estou acabando comigo mesmo, e que eu ainda não tenho coragem, eu tenho medo de dizer que estou precisando de ajuda, sei também que nada vai dar certo desse jeito, mas no fundo carrego em mim uma esperança de tudo isso passar e de rir dessas minhas tristes poesias
Da mesma forma que Jesus não era bem vindo no templo dos judeus, eu também não sou bem vindo no templo dos cristão.
Todo aquele que diz: eu existo é criação-existência com consciência. E aquilo que não diz é criação. E Deus provando sua sabedoria em nós diz: façamos ser humano com consciência de existência porque Eu os criei.
Inconstante…
(Nilo Ribeiro)
Inconstante,
assim eu sou,
homem errante,
assim estou
sem lugar,
sem referência,
sem amar,
sem preferência
estou perdido,
estou sem rumo,
ouça meu pedido,
me dê teu mundo
me procuro,
não me encontro,
estou no escuro,
me desaponto
não sonho,
não me alegro,
estou tristonho,
estou cego
as esperanças somem,
a felicidade foi embora,
não sou mais um homem,
apenas um ser que chora
não tenho um querer,
não tenho nada sequer,
só tenho um prazer,
te fazer minha mulher
não sou nada,
ninguém eu virei,
sem você minha amada,
nem vida eu terei…
Sinto saudades da minha infância. Época em que eu não precisava fingir sorrisos e não sabia o que era decepção, sinto saudades de quando eu chorava por causa de um machucado, e não por causa de coração quebrado. Saudade do tempo que tudo era brincadeira e a internet não podia substituir o contato com os amigos. Saudade do doce abrigo que é casa dos pais, do colo da mãe, dos sonhos de voar de mãos dadas com Peter Pan e achar que poderia tocar o céu. Saudades do tempo em que era feliz e não sabia, do tempo em que achava que ser “Grande” é que era ser feliz. Saudades de quando eu acordava, e minha única vontade era brincar e assistir meu desenho favorito, hoje abro meus olhos, penso na vida, e minha vontade é ficar na cama, porque hoje, viver dói. Tenho saudades de quando meus únicos medos era de escuro ou da bronca do pai por uma nota vermelha no boletim e não de mentira, ilusão, frustração, falsidade. Sinto saudades de quando meu mundo era leve e colorido e não pesado e repleto de cinzas, inseguranças, dores e essa falsa paz. Saudade da minha infância e da liberdade de se poder somente sonhar. Saudade do que não terei de volta, que era a sensação de viver sem medo de ser feliz!.
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