Ponto
Estar bem para consigo próprio; é um importantíssimo estado de espírito e deste, como resultado principal, uma grande alegria de viver. Desta proporcionalmente, um bem maior é espontaneamente externado; ao fazer brotar uma jovialidade que é oriunda, da própria alma. E o coração fica bem mais leve e rejuvenescido, por meio de um grande bem-estar físico e espiritual.
Viver a vida, com qualidade; é fundamental.
Viver o amor; é importantíssimo.
Praticar cada lição aprendida, durante toda uma jornada existencial; auxilia no processo evolutivo. Em uma correlação, entre coração, mente e alma.
Uma foto só é perfeita quando se coloca sentimento e capricho naquilo que se vê;
Um avião consegue enriquecer a vista de cidades lá de cima pela distância que se vê;
Uma nuvem é tão bela e de tantas formas, porque existe o vento que hipnotiza o que se vê;
Um nascer e por do Sol mostra que sua luz reflete e aperfeiçoa tudo aquilo que se vê;
Um motivo para sorrir, mostra a janela da alma e melhora tudo o que se pode notar;
Uma razão para lembrar, mostra a vontade e aquilo que já viveu e gosta de recordar;
Um simples gesto, trás a percepção de que não está em vão e sim para ajudar;
Uma amizade é a força que se adquire e fortalece para todo sempre eternizar.
Repensar determinados conceitos; faz que haja sim, uma grande reciclagem via intelecto. Esta por si só; revoluciona qualquer ponto de vista que seja relacionado; com a própria vida em si, como também qualquer tema relacionado à mesma ou não, propriamente. Isto porque, as tendências surgem e estas até ditam regras; mas quando há bom senso, tudo fica bem mais, claro, direto e objetivo.
Externar sentimentos que sejam beneficiadores e também; construtivos. Certamente faz com que, todo um procedimento pessoal seja dirigido; dentro de um paradigma, linearmente correto, mas com total eficácia. Mas por outro lado, toda uma conduta pessoal tende ser igualmente compatível, com o desejo real de querer evoluir; em todos os sentidos.
Cultivar no coração; tudo que for benéfico e produtivo.
Estar sempre disposto a qualquer ação que seja verdadeiramente; em prol de uma justa causa.
Fazendo assim, uma considerável diferença, ao pôr em prática; o AMOR incondicional, por meio, de um espírito totalmente fraternal.
Externar o que é sentido via coração, sem dúvida alguma; é magnífico. Por fazer falar muito mais alto, o lado sentimental; em nível de conduta pessoal. Ao pôr em foco, toda uma atmosfera de autenticidade, por meio de uma sensibilidade e com relação ao que esteja sendo externado, assim como um relato feito; de modo direto, claro e objetivo.
Dando assim, um testemunho vivo; de que cada palavra dita tem sim, um grande significado e um peso proporcional, ao mesmo.
Não sou aquela menininha perdida no bosque que um dia fui, caprichos emocionais não me compõem mais, coisas banais há tempos não me satisfaz.
Aprendi a rugir como leoa, afaste se! Sem reticências dessa vez. Ponto final.
A propriedade não se limita a coisas materiais. Também pode ser aplicada a pontos de vista. Quando nos apropriamos de uma ideia – seja sobre política ou esportes – o que fazemos? Nós amamos a ideia talvez mais do que deveríamos. Nós damos mais valor a essa ideia do que ela merece. E, com mais frequência, temos dificuldade em desistir porque não conseguimos suportar a ideia da perda. O que nos resta então? Uma ideologia – rígida e inflexível.
Ideias rasas partem de ângulos fixos.Observar o mundo como uma tábula é limitar a beleza infinita da sua dimensionalidade.
Caminhada de Sábado, foram três quilômetros de minha casa ao palanque de processamento das comemorações cívicas dos 30 anos da Senador Canedo. E o caderno de ponto estivera a 300 metros dali. Mas, não o assinei, passava das nove horas, e a coordenadora não ia esperar mais. Bateu-me uma revolta, daquela que faltou aos escravos de outrora, que não passou até agora.
Jamais podemos destruir nossa fé por causa de familiares ou amizades.
Se hoje você está fraco, amanhã você estará mais forte do que nunca! Acredite em si, tenha fé!
~ Wesley Paredes
Sempre tive problemas de ortografia, não sei porquê, mas sempre gostei mais de vírgulas, do que ponto final...
ᕈOṈΓO DE ҒUGΔ
A minha objetiva sobre o mundo...
É a do agora.
E agora sou tudo o que me rodeia.
Enquanto vejo o que me rodeia,
A minha consciência rasa,
Extravasa,
Rasga,
E a minha recompensa
Não me é mais recompensada!
A meia-vida não se atinge
E a dose mínima,
É SUB dosada!
- Porque te cinges resignada?
Enquanto não atinjo respostas,
A recompensa jamais será recompensada.
A forma fora de estado,
Transforma-se num gume fino,
Para aqueles que odeiam estar em nenhum lado.
O gume fino não se coíbe,
Do que lhe cabe,
Da pressão que sabe,
Nem do sabor que vive!
A voz não diz!
Vive muda nesse estado.
O gume fino,
Aproveita deste lado,
Para esventrar o ego e tudo o que o vicia.
Atravessa a dura-máter
E acontece algo que eu não queria!
Leva-me o escalpe para servir de assas
E faz voar a fantasia.
Perspetiva renascentista,
Na tábua rasa,
Sem locomotiva que lhe resista!
Sou o humano a olhar para mim.
Nádir chamado pelo zénite.
Equinócio de outono enquanto o dia chega ao fim.
Sobrado plano sem louvor,
Derramado no ofuscante branco,
Sem vida nem amor.
Milmiun, onde um braço estendido e forte,
Aguarda pela minha sangrenta morte.
Explosão de plasma,
Luz que pasma,
Ao som da escuridão!
Lírico poético, quê cético,
De uma morte perpetrada sem razão.
Faço uma viagem ao contrário,
Vejo a granulometria da areia
E atravesso o ferro do pilar pra meu calvário!
A gravilha da estrada,
Outrora calcário sedimentado,
Mora agora no sobrado,
E nas fistulas do betão curado.
E eu só...
Sem que alguém tenha dó,
Sinto-me purgado.
Dos males de mim!
Dos bens de mim!
Tal como o malmequer depois de desfolhado.
Sou despido de tudo o que me rodeia.
Ser humano sem sentimento... desnudado.
Fotão de luz em busca do passado.
Vejo partir o que me rodeia.
Das pétalas sou afastado!
Livre do pecado e da maldade,
Sinto que a vizinha de cima,
Não me viu passar, ainda assim sei
Que lhe perturbei o fumo exalado.
Que lhe apaguei o cigarro,
Que ela ainda não tinha acabado!
Vou deixando este mundo,
Pra viver num mergulho profundo!
Agora que não sinto,
Nem o mundo é só o que me rodeia.
Já não são apenas as paredes do meu quarto,
Nem o enxergão de palha em que me deito farto!
Deixo de ver o segundo
E nesta vista altiva,
Sou a perspetiva estendida,
Sou o corpo de massa zero,
Mínimo, mero, não mais tenho o que quero.
Vejo tudo o que temi!
Vejo tudo o que um dia vivi!
Vejo o elefante morto!
Vejo o homem que o matou!
Vejo a indignação de quem o viu morrer!
Vejo quantos o julgaram!
Mas já não vejo maldade.
E quanto mais longe estou,
Menos vejo a desigualdade.
Não mais sinto o desejo,
De mudar a realidade.
Viajo na espiral do vácuo,
Sem que o meu sangue entre em ebulição.
Sei que ele ficou derramado no sobrado,
Onde já não estou, onde de tão longe nem vejo.
Mas não deixo de sentir a sensação,
Do cordão que me liga à Mãe,
Que dança em orbita com o gigante Pai...
Uma valsa equante!
Da qual eu sou cada vez mais longe...
Menos cavalgante…
Mais distante…
Mas não de pensar.
Ainda há existência em mim!
Ainda há um subconsciente no vácuo sem fim!
Só não sinto mais as fronteiras que nos protegem,
Nem sentimentos de ódio de quem mal me quer.
Não deixo de amar todos aqueles que nos regem,
Os iguais a eu...
Continuo a sentir o púlpito de vida!
A cultura!
Inflação!
A subida!
O bordão!
Porque não sei pra onde vou...
Porque não sei onde estou, nem o que diga!
Continuo a crer na menina escura.
Brilhantes iris sem deferente no oposto equante,
No Ser Humano sem agrura.
Continuo a crer!...
Que não há Humanidade sem transumância,
Que não há bom nem mal,
Nem mundos sem distância.
E daqui do longinco celestial,
Mais perto do zénite,
Do escuro do dia que chega ao fim,
Perto do ofuscante branco
E do braço forte que espera por mim,
Recordo as palavras do épico.
Pragmático poético também ele.
"quê cético"
Longe da jornada de onde eu vim
TU és o outro universo, verso do inverso
dentro do verso que há mim!
And I see the "Pale Blue Dot"
