Político
Afligir pessoas pelo o seu posicionamento politico, ideológico ou religioso é primitividade. Cada um tem o direito de ser o que é, e defender o que lhe convêm. Concordar ou não é um "porém", mas agredir aquele que não pensa igual a você é estupidez, além de ser um ato criminoso é claro. "Cada um no seu quadrado" filosofaria Sharon (sic) e assim o mundo gira e o equilíbrio social também acontece...
"Quando tudo se torna banal, surge o marginal cultural, o marginal social, e desse momento o marginal político se aproveita (CCF)"
"O Artista marginal nos inspira quando mostra que o seu barato é louco, porém o artista que apoia marginal (Principalmente o marginal politico), nos mostra que esse apoio tem seu preço, pois o barato que o deixa louco é caro!"
A partir do momento em que as forças armadas decidem sobre, se o povo irá viver ou não na democracia, já estaremos vivendo em uma ditadura.
A aquisição de uma excepcional obra de arte leva ao adquirente, seu filhos e sua família a uma destacada posição de status social, cultural e politico dentro da sociedade a qual pertence. Lugares estes inimagináveis, que nem a posse, os investimentos financeiros e o grande patrimônio imóvel, de muito dinheiro jamais os levariam a serem convidados, prestigiados e a freqüentar.
Quem é contra políticas públicas é contra o povo brasileiro. O alvo da política é editar atos, normas, leis, projetos e cumprir programas cujo alvo seja a melhoria das condições de vida da população. Não há maior nem melhor finalidade que cuidar das necessidades e carências do povo.
Ser político é dar ao povo a noção de como fazer o que se pensa fazer sem que para isso não se tenham feito nada.
Um Político Pensa na Próxima Eleição;
Um Estadista Pensa na Próxima Geração;
Um Sábio Pensa na Eternidade.
Milagre é uma coisa que todo político fará quando está em campanha, mas, depois de eleito, político deixa de ser santo.
DEFINIR PRIORIDADES
Não há partido político ou administrador público que negue em discurso a educação como prioridade para o desenvolvimento da cidadania. Mas, na prática, vemos medidas tomadas apenas para visibilidade, como inaugurar prédios e promover foguetórios. Prédios - mesmo que sejam palácios - não resolvem a relação entre mestres e aprendizes. Como processo, a educação requer continuidade. E há muito que continuar fazendo pela educação. A começar por eleger o essencial. O governo Fernando Henrique Cardoso criou o Fundef para universalizar o acesso ao ensino fundamental. E conseguiu avanço gigantesco: das crianças de 7 a 14 anos que freqüentavam a escola, passamos de 88% em 1994 para 97% em 2004. O segundo desafio era a qualidade. Para aferir a qualidade do ensino, criou mecanismos de avaliação. O Sistema de Avaliação do Ensino Básico (Saeb), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e o Provão, para o ensino superior, são instrumentos que permitem diagnóstico válido para o conhecimento e a ação, e para alocação de recursos em programas certos, nos lugares certos. Mudar esses instrumentos fará com que se perca o histórico e tudo terá de ser recomeçado do zero. Pergunta-se qual a prioridade do governo Lula em termos educacionais. O ensino fundamental? O médio? O superior? A creche? A alfabetização de adultos? Não há recursos para tudo, por isso é preciso escolher. O que não significa optar apenas por um recorte do processo e abandonar os outros, mas separar o que é prioridade do que é importante, envidando mais esforços na prioridade. Atualmente, dos R$ 22,8 bilhões de recursos do Fundef, menos de 2% vêm da União. A grande parcela do recurso federal sustenta universidades. Debate-se a elaboração do Fundeb, que pode ser uma evolução do financiamento da educação ou um grande perigo. O Fundeb dará certo se houver significativo aporte de recursos do governo federal e se forem bem engendrados mecanismos de arrecadação e distribuição. É preciso eleger prioridades! O Brasil pode tomar como exemplo a Coréia do Sul, que elevou para 95% o percentual de cidadãos com idade entre 25 e 34 anos que contam com o ensino médio completo, graças ao investimento de 7,1% do PIB no ano 2000, mais que os EUA, que no mesmo ano investiram 7,% do PIB - a média mundial é de 5,9%, e a do Brasil de 4,2%. O resultado sul-coreano levou uma geração para ser alcançado, e vem sendo aplaudido como exemplo de política pública. Em São Paulo, vencemos a batalha da quantidade: o ensino fundamental está universalizado. Para vencer a batalha da qualidade, o governo de São Paulo investe, por ano, R$ 100 milhões em formação de professores e equipamentos. No início de 2005, 100% das escolas terão laboratório de informática. E todas as escolas já estão abertas nos fins de semana. São Paulo tem evasão escolar da 1 à 4 série de apenas 1%. Quando a escola é acolhedora, os alunos não a abandonam. Os indicadores nacionais vêm mostrando governadores e prefeitos comprometidos com a educação, caminhando na direção da gestão para a qualidade. Que os novos prefeitos eleitos saibam investir recursos no que é essencial e não queiram apenas destruir o que construíram os antecessores. A bandeira da educação deve tremular acima das bandeiras partidárias.
Publicado no Jornal O Globo
Na política cada eleitor vê apenas o seu lado assim como cada político vê o seu, e ninguém vê o todo.
Se você acha todo político ruim, vote no menos ruim: é melhor mudar o Brasil nem que seja um pouco, que não mudar nada.
“O político nato não é aquele que segue as demandas de seu partido. Mas sim, é ele quem procura ideais para o bem de uma nação!
Toda a polarização política é declaração expressa da falência do sistema político de um país. Um país rico em democracia requer uma terceira via e quantas forem necessárias.
“A maior virtude de uma Político é a coragem. Assim como o excesso dela o torna um completo imbecil”.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp