Poético
Poético Profético
O destino; desde que nasci o destino me manda cada vez pra mais longe de onde nasci.
Cada vez mais longe.
Hoje estou do outro lado do mundo e mais longe que isso seria só saindo do corpo.
O retornar a minha cidade natal achei que seria o fechar de um ciclo, o meu descanso, mas não foi, foi um novo ciclo que se iniciava.
Poético Profético
O destino; desde que nasci o destino me manda cada vez pra mais longe de onde nasci.
Cada vez mais longe.
Hoje estou do outro lado do mundo e mais longe que isso só saindo do corpo.
No retornar a minha cidade natal, achei que seria o fechar de um ciclo, o meu descanso, mas não foi, foi um novo ciclo que se iniciava.
Percebo agora, que morrer de amor não é nada poético. É, é verdade, é verdade sim! O tempo passa, e chega a hora de ir. E ela vai. Mas nunca por completo!
Inspiração
Corri com o pensamento poético pro papel
Ministrei nele estas palavras
O risco de branco sumiu
Lhe dou poema
Falar de amor é lindo,😍
poético e maravilhoso, 😍
Mas só tem um jeito de provar
que realmente amamos,
é através das nossas atitudes. ❤️
bjosss 💋💋
Inserido em um evento celestial num instante imaginado, poético, voando entre as nuvens pela liberdade de um céu grandioso, sentindo-me amado por um amor próprio mais leve, uma emoção incomparável, tendo uma experiência surreal, fora do alcance desagradável dos problemas, da pressão frequente da vida adulta, desfrutando de uma oportunidade especial, intensa, simplesmente, transformadora, onde a loucura é bem vinda, o mal não chega, sonho desperto que fortifica a minha sanidade, que incentiva a minha resiliência, que traz um pouco de estabilidade para a minha complexa consciência.
O Observador: Ensaio Poético-Filosófico
O observador é o artífice silencioso da tapeçaria do real. Não é apenas um espelho passivo que reflete o mundo, mas a própria lente que o contém, o define e, em seu ato mais íntimo, o convoca à existência.
É o ponto de inflexão onde o caos se curva à ordem, o limite vibrante entre o que é e o que poderia ser. Antes de sua visão, a matéria é apenas uma nuvem de probabilidades; após seu olhar, ela se solidifica em tempo e espaço, ganhando forma, textura e, mais crucialmente, significado.
O observador é o verbo que nomeia, e ao nomear a estrela, o grão de areia ou a dor sutil, ele os retira do limbo da indiferença cósmica para inseri-los na eternidade do instante vivido. Sem a pupila cósmica para captar a luz fugaz, a cor seria mera frequência; com ela, a cor se transforma em melancolia ou esperança.
Ele carrega o paradoxo da criação: ao tentar mapear a vastidão do universo, acaba por traçar as fronteiras da sua própria consciência. Cada nota musical ouvida é um eco de uma corda interna, cada paisagem admirada é uma moldura para o seu estado d'alma. O mundo exterior torna-se um vasto oceano de metáforas à espera de um navegante para lhes dar sentido.
Este artífice opera não pelo ruído ou pelo esforço, mas pelo foco da atenção. A sua verdadeira ferramenta é o silêncio concentrado. É no vazio da expectação que a onda de possibilidades se quebra, e o observável emerge. O objeto existe porque foi procurado, e a sua definição final é o preço da sua visibilidade. Nisto reside a sublime responsabilidade do ser consciente: escolher, pelo simples ato de ver, qual dos infinitos mundos paralelos irá se manifestar no agora irrecusável.
O observador é, portanto, mais do que um físico quântico da realidade; é um juiz inerente. A sua presença impõe a moral ao universo, transformando o ato neutro em ação carregada de responsabilidade. Ele não só vê o que é justo, mas, ao ver, sente o imperativo de agir. É nele que a ética se enraíza, pois a diferença entre o vazio e o valor reside na sua capacidade de atribuir peso, significado e uma direção teleológica ao fluxo incessante da existência. Ele é a bússola que aponta para o Bem, mesmo que esteja perdido no nevoeiro.
O observador é também o repositório, o arquivo vivo onde o efêmero adquire ressonância. A memória não é a simples recuperação de um facto, mas um ato contínuo de re-observação, onde o passado é constantemente refeito à luz do presente. É nesse vasto teatro interno que a experiência se destila em sabedoria, e o indivíduo transcende o seu tempo biológico. Ao reter e projetar, ele costura a linha da história, garantindo que o ciclo da vida, da cultura e do significado não se desfaça na indiferença de um universo que, sem ele, seria apenas ruído.
Em última e mais sublime instância, o observador é a condição necessária para o Ser. É o universo, desperto, tentando se compreender através da forma mais refinada da matéria: a consciência. Ao se colocar neste papel, ele não só testemunha o mundo, mas se torna a fundação que permite ao tempo fluir, ao passado persistir e ao futuro se desdobrar. Ele é, e sempre será, o ponto zero da verdade particular, o sopro que garante que o espetáculo da existência jamais se apague.
“A vida é como um eco poético: se não gosta do que ouves, perceba o que estás emitindo e ressignifique-se.”
©JoaoCarreiraPoeta.
Treze de Maio Poético
Treze de Maio Poético
de poético nada tem,
Redenção nunca foi
favor para quem deu
sangue, suor e lágrimas
por um país melhor.
A verdade necessita
ser dita sem maquiagem,
Às vezes precisa é de poesia
para entrar na cabeça.
Que temos uma conta
que não fomos capazes
de saldar com os descentes,
Ninguém pode negar;
E falta muito para de fato
cada um de nós se liberar.
A verdade é a verdade
que ninguém pode ocultar,
quem crê no Brasil merece
saber que pode a todos libertar.
Treze de Maio Poético
de poético não tem nada,
Só sei que a liberdade
ainda não veio para quem
veio de longe e sequestrado.
Não contem comigo
para ser platéia de pessoas
com espírito de Senhor
obediente à Casa Grande
porque como rebelião sou foz.
Fiz o voto de não
dar para trás,
Como o tenaz
Baguaçú poético
e lancei ao mundo
este gentil verso
para que saibam
que em mim mora
todo um Universo.
Um pouco de pausa mental e de mel poético atraem paz na vida. Poesia sempre poesia a todo o momento.
O Bicudinho-do-brejo
é um passarinho romântico
de uma parte do meu Sul
magnífico e poético
em dias com ou sem Céu azul.
Com igual alegria de passarinho
no meu coração resolvi
construir para nós um ninho
feito com amor, carinho
e enfeitado por beijinhos.
O Bicudinho-do-brejo com
a sua persistência inspira
vivendo nos mangues, alagados,
pântanos e capins altos,
segue ensinando que os caminhos
não é e nem nunca serão
o do desânimo e da desistência.
Com o Bicudinho-do-brejo
e seu voo baixinho é possível
se movimentar, ir longe
viver o quê se pode hoje
e seguir amando sempre.
Observando a rota mística
do Bicudinho-do-brejo
aprendi que nem mesmo
o mau tempo pode fazer
com que queiramos menos
e que percamos a fé na vida.
Na sua companhia fazer
uma festa quando florescer
o Tarumã poético,
Fazer juntos uma festa
ainda maior quando
a hora da colheita chegar,
e se for preciso plantar
outros para nunca frutos faltar,
e com quem precisar compartilhar,
Amar se entregar, transbordar
e contagiar por onde a gente passar
na vida para outros corações inspirar.
Estava eu escrevendo meus poemas e....
No mesmo rasgo poético de sempre e...
O dono da minha inspiração chegou...Concluo mais tarde...
Calo minha voz, mas não emudeço meu coração... Se tem algo poético em mim, ainda é a maneira como penso em você.
Certo dia uma amiga minha me disse que eu estava muito poético. Mas lhe respondi que, o que crio não tem nada de poético, não faço poemas, apenas crio frases, que às vezes sintonizam-se. Sou simples assim e prático. Não poeta. Até porque minha formação não foi em nenhuma acadêmia literária e tão pouco cursei escolas de bom português. O que poétiza usa versos e estrofes o que eu uso, na minha praticidade são o que eu aprendi com minha vida. Amo criar frases com um unico fim, brincar com uma montanha de sentimentos! (AF)
Há quem veja na tristeza um combustível poético. Mas eu não vejo assim. Sou escravo da fascinação e minhas letras são o fruto perfeito de tudo que me encanta!
