Poetas Cristãos

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Os poetas não conhecem o tempo
eles são a eternidade evanescente
do tempo em sí...


Os poetas não olham o mundo
eles refletem a imensidão
do mundo em sí...


Os poetas não se reconhecem como tais
a poesia se reconhece neles...


✍©️@MiriamDaCosta

Poetas
São deuses que sentem.

O bom dos poetas são as rabiscadas, a gente se diverte.

Se um ou dois seguirem meus conselhos e virarem poetas, não foi em vão a minha solidão.

Os pais são os poetas que escrevem poesia com suas próprias vidas, sendo os filhos seus melhores versos.

Eu juro pelos poetas mortos que lembrarei do teu rosto e dos sonhos nos quais você aparece. Cada detalhe em você levarei comigo, para manter a convicção de que, mesmo que não tenha dado certo, quero carregar esse sentimento ao meu lado.


Enquanto faço uma viagem para longe e para distante, estarei em um lugar onde saberei que “tudo passa; e, se não passar, levo comigo para ser enterrado.”


O juramento da minha lealdade a alguém que eu gostaria de ter por perto será cumprido, mesmo sem ter você comigo.


Você será feliz quando se curar daquilo que ninguém sabe ou ouve. Encontrará alguém capaz de agir com responsabilidade em um relacionamento, e isso lhe fará bem. Se você tivesse aprendido a soltar a mão de quem não te quer, talvez não tivesse sofrido tanto. Porém, eu entendo. E acredito que, futuramente, você poderá se libertar de carregar um sentimento que somente você sente.


Todas as noites, eu pensava em você e no quanto queria que fosse real. Agora penso no quanto esse sentimento trouxe maturidade e reflexão para o meu mundo. Por isso, você me traz uma paz inexplicável.


Encontrarei minha felicidade nas alturas e nelas permanecerei. Vou olhar para cada face da sua vida, mas você não me verá.


Sinto-me distante daquilo em que acredito e angustiada por não ter feito aquilo que sempre quis. Em certos momentos da vida, deixei de ser quem eu era para ser aceita pelas pessoas. E isso apenas mostrou como a realidade pode nos encurralar e nos fazer tomar decisões sem pensar em nós mesmos.


Deliberadamente, vou.


E assim nasceu uma poeta morta.


Carpe diem.

Os Poetas pensam com a alma e o cérebro acompanha maravilhado todo esse pensamento.

As mulheres quando nos fazem sofrer por amor, ou nos tornam bêbados ou poetas, o que dá no mesmo.

"Os poetas são algo entre os santos, os loucos e os anjos."

William Contraponto: a poesia como exercício de pensamento


Há poetas que escrevem para descrever o mundo. Outros escrevem para fugir dele. William Contraponto parece escolher um terceiro caminho: escrever para interrogar o mundo.


Sob esse pseudônimo, a poesia assume uma dimensão que ultrapassa a expressão individual. O poema deixa de ser apenas um lugar de sentimentos e passa a funcionar como espaço de reflexão sobre a existência, a liberdade, a sociedade, o poder, as crenças e as escolhas humanas.


É nesse ponto que se encontra uma das características mais marcantes de sua produção: a aproximação entre poesia e pensamento.


O poeta que questiona


William Contraponto não parece interessado em oferecer respostas definitivas. Sua escrita parte frequentemente da dúvida. Em vez de estabelecer certezas, procura colocar o leitor diante delas.


Essa postura aproxima sua obra de uma tradição filosófica existencialista. A existência não aparece como algo previamente explicado, mas como uma condição que precisa ser enfrentada. O indivíduo está diante do tempo, da responsabilidade, da liberdade e da própria consciência.


A poesia, nesse contexto, transforma-se em instrumento de investigação.


Não é necessário que o poema apresente uma tese filosófica formal. Basta que provoque uma pergunta.


E talvez seja justamente aí que esteja a força do chamado poeta-reflexivo: aquele que não separa completamente pensar e sentir.


Entre o indivíduo e a sociedade


Outra dimensão importante da obra de William Contraponto é sua preocupação social.


Sua poesia não observa o indivíduo como se ele estivesse isolado do mundo. Ao contrário, questiona as estruturas que condicionam sua existência: instituições, ideologias, desigualdades, dogmas, relações de poder e comportamentos coletivos.


Por isso, sua produção pode adquirir um caráter político sem necessariamente transformar o poema em discurso partidário.


A política aparece em sentido mais amplo: como reflexão sobre a maneira pela qual os seres humanos organizam a vida coletiva.


O poeta questiona quem manda, quem obedece, quem determina as regras e, sobretudo, por que tantas pessoas aceitam determinadas regras como se fossem naturais.


A recusa do dogma


Um dos elementos recorrentes associados ao pensamento de Contraponto é a desconfiança diante das certezas absolutas.


Essa postura alcança tanto a religião quanto a política, a moral e as convenções sociais.


Não se trata simplesmente de negar uma crença para substituí-la por outra. A questão é mais profunda: por que acreditar sem questionar?


O pensamento contrapontista parece nascer justamente dessa tensão.


De um lado, a necessidade humana de encontrar explicações. De outro, a consciência de que nossas explicações podem ser incompletas.


O poeta permanece nesse intervalo.


Não porque lhe falte uma resposta, mas porque considera a pergunta suficientemente importante para não ser encerrada prematuramente.


A linguagem como ferramenta de liberdade


Em sua produção, a linguagem não funciona apenas como decoração.


A palavra possui uma função crítica.


Escrever é organizar pensamentos, revelar conflitos e tornar visíveis determinadas contradições da experiência humana. Nesse sentido, a poesia pode ser compreendida como uma forma de liberdade intelectual.


O poeta não precisa dizer ao leitor o que pensar. Pode simplesmente criar as condições para que o leitor pense.


Essa talvez seja uma das características mais interessantes de William Contraponto: sua poesia não depende necessariamente de uma interpretação única. O leitor pode concordar, discordar, questionar ou até rejeitar aquilo que encontrou no poema.


E isso faz parte do próprio projeto.


Uma poesia que exige concordância deixa de ser plenamente questionadora.


Entre Camus, Sartre e a canção


A obra de William Contraponto dialoga com referências distintas. Há nela uma preocupação existencial que pode lembrar autores como Albert Camus e Jean-Paul Sartre, ao mesmo tempo em que a dimensão musical da palavra aproxima sua escrita da tradição de compositores e poetas que fizeram da canção uma forma de comentário social.


Essa combinação produz uma característica própria.


O poema pode começar como reflexão individual e terminar como observação sobre a sociedade. Pode partir de uma inquietação íntima e alcançar uma questão política. Pode falar da existência e, algumas linhas depois, questionar uma instituição.


O particular e o coletivo se encontram.


Uma poesia fora do conforto


Talvez o nome "Contraponto" seja particularmente adequado para essa proposta.


Contraponto significa coexistência de linhas diferentes. Na música, vozes distintas podem caminhar simultaneamente sem se tornarem uma única voz.


Na literatura de William Contraponto, algo semelhante acontece.


Razão e emoção.


Indivíduo e sociedade.


Liberdade e responsabilidade.


Esperança e desencanto.


Certeza e dúvida.


O poeta parece interessado justamente nessas tensões.


Não procura necessariamente eliminá-las.


Procura colocá-las lado a lado.


Mais do que versos


Por isso, reduzir William Contraponto à definição de "poeta" talvez seja insuficiente, embora seja a palavra central de sua produção.


Sua obra se movimenta entre poesia, reflexão filosófica, crítica social e pensamento político.


O verso torna-se uma forma de ensaio.


O ensaio aproxima-se da poesia.


E ambos procuram responder à mesma inquietação: o que significa existir conscientemente em um mundo que frequentemente tenta pensar por nós?


Essa pergunta ajuda a compreender sua produção.


William Contraponto não escreve apenas sobre aquilo que sente. Escreve também sobre aquilo que pensa — e, sobretudo, sobre aquilo que ainda não conseguiu resolver.


Talvez seja justamente essa a essência de sua poesia.


Não entregar certezas.


Não oferecer uma doutrina.


Não construir um sistema fechado.


Mas manter acesa a possibilidade de pensar.


Porque, para William Contraponto, o poema não termina necessariamente quando termina o último verso.


Ele termina quando o leitor deixa de pensar.




nenommarques@gmail.com

Jaci

Cheia de mistérios,
Musa dos poetas,
Senhora da noite,
Madrinha dos apaixonados,
Dona de indescritível beleza.

Cingindo o sertão com tua exuberância,
és, simplesmente, a Lua.

Venham a mim os desajustados, pois deles é o reino da autenticidade. Venham a mim os poetas, as putas, os loucos. Venham a mim aqueles que não se encaixam, aqueles que não se importam com a opinião alheia. Aqueles que são quem são, sem medo. Os profundos, os intensos, os sentimentais. Os góticos, os vampiros, o inadequados sociais. Neles há mais verdade do que em um milhão dos chamados de "normais" juntos. Eu não confio em alguém "normal".
- Marcela Lobato

⁠Lua dos Poetas

O Médio Vale do Itajaí
sob a Lua dos poetas,
aguardando sereníssimo
as estrelas que ainda
estão porvir no caravansário
do Hemisfério Sul,
inspiração infinita que faz
com que eu também aguarde
por ti na minha bela Rodeio
com amor e silêncio
guardados no meu peito
que me levam pela mão
a devotar o amor inteiro
para você que comigo nasceu
para ser o meu encaixe perfeito.

Desde distante terras,
lendo o Rukun Negara
Conhecendo poetas,
aprendendo a escrever
poemas e a florescer
para vir a te conhecer.


(O mistério da Bunga Raya).

Não esqueço dos poetas
que foram para o paraíso,
Homenageei os poetas
que merecem e estão
vivos firmes no caminho,
Para que surjam outros mais
para reescrever o destino.


Enquanto as bombas
constantes caem no Oriente,
O Ocidente permanece
obediente, cúmplice e silente,
eu ofereço poesia prá gente.


Diante da TV e uns e outros
com smartphones nas mãos,
Vivendo como absorvidos
à revelia permitindo o Apocalipse
de todo dia vive a tomar conta
sem pedir nenhuma permissão,
convido a não ficar tonto
com o nosso mundo em viração.


Pela própria anomia um estão
se afogando sem perceber
que nada de fato foi feito,
E tudo o que está ocorrendo,
são poucos sãos que estão
fazendo neste tempo
que está tudo se desfazendo.


Porque nenhum cúmplice
dos Arquivos de Epstein foi
de fato pela Justiça preso,
as leis de guerras tanto faz,
e falar de paz ninguém
quase se interessa mais.


[Inteligências artificiais,
seres humanos frugais].

"Estejam sempre com os poetas... Eles nos mostram a vida, como não a conseguimos ver!"
Frase Minha 0250, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1635
"Aprecio muito Poetas e Poetizas, os respeito e aprendi muito com eles. Mas... Alguém se apresentar como Poeta, exclusivamente porque 'ouviu o chilrear dos pintassilgos na montanha verdejante que se estende até o horizonte', Hum... Sei não! Gosto de outro tipo de Poeta, ohquei?"

0076 "Loucos não são os poetas nem os artistas! Provavelmente são os que querem que aqueles sejam loucos!"

0250 "Usufruam do convivio e estejam sempre com os poetas. Eles nos mostram a vida, como não a conseguimos ver!"

2713 📜 Imagino que os únicos Humanos cujas dores não são sentidas fisicamente são os Poetas.
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Aprendi com Alguns Poetas das Redes Sociais. Eles compõem tudo sempre com muita Dor, repetidamente com muita Dor, Oxente!