Poetas Brasileiros

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Desejo-te

O meu desejo e ganhar teu beijo
Faz tempo que não te vejo
Este e o primor do teu beijo
À noite fico a observar
A lua tocar o mar e pensar
Se novamente vou te encontrar
Se outra mulher vou amar
Lembra do nosso amor?
Será que apagou ou talvez acabou?
Só sei que vou estar sempre a te amar
Na alegria ou na dor será sempre meu amor.

Inserida por S0PHYA

"Se era tão sedosa e perfumada
que tudo quanto houvera embriagasse,
É certo que era coisas de mulheres
e homens que a elas se entregassem".

Inserida por Claudia31

Mas estou tentando escrever-te com o corpo todo, enviando uma seta que se finca no ponto tenro e nevrálgico da palavra.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.
Inserida por mauraprada

Nossas alucinações são alegorias da realidade!

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por 16MATHEUS

Depois de um certo tempo cada um é responsável pela cara que tem. Vou olhar agora a minha.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.
Inserida por rayssaemanuelle

A loucura começa a brotar lentamente e vai tomando conta de mim, até de mim não restar mais nada, você é minha cura e o veneno!

Inserida por S0PHYA

E se a loucura me deixar eu serei outra, mas nenhuma outra vai te amar tanto quanto eu.

Inserida por S0PHYA

Pra mim você era perfeito, até eu descobri que perfeição não existe e o homem que eu amava também não.

Inserida por S0PHYA

E que minhas loucuras sejam perdoadas. Porque metade de mim te ama e a outra metade é louca por te.

Inserida por S0PHYA

Quando eu comecei a entrar na área da computação, eu sempre quis aprender a configurar um site e administra-lo, com o passar do tempo eu aprendi o contrário.

Inserida por SwiftLispector

Eu te Amo mas não te quero de volta, não quero que meu coração pule de novo para fora do peito e se despedaçe novamente no chão - tô tão bem...

Inserida por S0PHYA

Era como se quando eu estava "ali" nada pudesse me atingir "ali" era o lugar mas seguro, nos teus braços. E era ali que eu me esquecia de tudo, de todos. E era assim que eu me perdia.

Inserida por S0PHYA

E o que restou de nós senão uma amizade, dessas mansinhas, perto da saudade e longe de toda loucura que a paixão nos provoca.

Inserida por S0PHYA

A luta dos trabalhadores, o movimento sindical, a tomada de consciência dos direitos, tudo isso fez melhorar a relação capital-trabalho. O que está errado é achar, como Marx diz, que quem produz a riqueza é o trabalhador, e o capitalista só o explora. É bobagem. Sem a empresa, não existe riqueza. Um depende do outro. O empresário é um intelectual que, em vez de escrever poesias, monta empresas. É um criador, um indivíduo que faz coisas novas. A visão de que só um lado produz riqueza e o outro só explora é radical, sectária, primária. A partir dessa miopia, tudo o mais deu errado para o campo socialista.

Inserida por bentojbbass

Os mortos

os mortos vêem o mundo
pelos olhos dos vivos

eventualmente ouvem,
com nossos ouvidos,
certas sinfonias
algum bater de portas,
ventanias

Ausentes
de corpo e alma
misturam o seu ao nosso riso
se de fato
quando vivos
acharam a mesma graça

Inserida por pensador

O esplendor das manhãs, o cheiro do tijuco podre, a lama, está tudo impregnado na minha poesia.

Inserida por pensador

Não quero ter razão, quero é ser feliz.

Ferreira Gullar
"Não quero ter razão, quero é ser feliz". Folha de S.Paulo, 2 jun. 2010.
Inserida por GilberSan

De propósito não vou descrever o que vi: cada pessoa tem que descobrir sozinha. Apenas lembrarei que havia sombras oscilantes, secretas. De passagem falarei de leve na liberdade dos pássaros. E na minha liberdade. Mas é só. O resto era o verde úmido subindo em mim pelas minhas raízes incógnitas. Eu andava, andava. Às vezes parava. Já me afastara muito do portão de entrada, não o via mais, pois entrara em tantas alamedas. Eu sentia um medo bom – como um estremecimento apenas perceptível de alma – um medo bom de talvez estar perdida e nunca mais, porém nunca mais! achar a porta de saída.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica O ato gratuito.

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Inserida por usuario605402

Ando meio enjoada, precisando vomitar algumas borboletas.

Inserida por S0PHYA

hoje minha cidade é apenas um retrato na parede.

Inserida por ledarocha7