Poesias sobre Pássaros
Enquanto os membros de uma família se debatem no "laço do passarinheiro", onde caíram por ignorância, ganância, incompreensão ou desamor, a humanidade retarda sua marcha no caminho da evolução.
Abra a porta da gaiola e liberte os pássaros para que possam embelezar ainda mais a natureza e utilize a gaiola para aprisionar sua estupidez restabelecendo a harmonia.
Deus premiou os pássaros com asas e a capacidade de voo, o homem aparou as asas e tirou-lhes a capacidade de voar.
Ultimamente, sinto que meu combustível criativo está baixo, como um pássaro que pausa o voo para descansar. Mas sei que essa pausa é apenas um respiro, um momento necessário para renovar as forças. A inspiração talvez esteja se recolhendo, preparando-se para voltar com mais intensidade, e minha voz, mesmo silenciada por ora, ainda guarda em si o poder de ecoar novas histórias.
Entre a queda e o voo, habito o intervalo das coisas esquecidas, sou pássaro de asas frágeis, que escuta o chamado do céu, mas repousa entre galhos secos, esperando que o vento, um dia, lhe ensine a direção.
O grande segredo da vida hoje me parece ser poder amar todos os passarinhos sem ter gaiolas para lhes guardar, amar todas as crianças de todas as culturas sem ter tido um filho algum para se espelhar, amar todas as flores de todas as cores mas nunca ter tido um jarro imperfeito algum por mais belo que fosse para enfeitar, amar todas as mulheres sem ter encontrado meu par perfeito para casar, amar todos os lugares do mundo sem ter tido a oportunidade de viajar, amar todas as musicas mesmo se nunca aprendeu um pequeno instrumento tocar, amar a mais ampla liberdade mesmo que tenha nascido cativo sem saber voar mas veio com a grande virtude de ousar pelo pensamento e sem limites sonhar.
Somos como passarinhos de todas as cores nos campos de lírios da vida. Amanhece e anoitece, entre a brisa suave e o orvalho da saudade mas temos a unica certeza que o que precisamos nesta existência. é somente Deus que sempre nos provem.
No contemporâneo prefiro no amanhecer ouvir o cantarolar dos passarinhos, sozinho...do que acordar com os uivos, os sussurros, e urros dos revoltados infelizes, ignorantes e insensíveis que não conseguem por vida, distinguirem por racionalidade, os movimentos de luzes aos da escuridão.
A edificação residencial mais perfeita, já nos ensina o passarinho João de barro, é realizada com argila, cerâmica e terracota.
Em tempos sombrios de pouca liberdade, os passarinhos enquanto voam pelas paisagens cercadas, entoam e cantam tristes melodias e piam por mim.
Mesmo na floresta de pedra urbana das grandes cidades, os passarinhos me despertam todas as manhãs me convidando para a vida, para o amor e a felicidade.
Os passarinhos cantam em minha janela, todas as manhãs, me convidando para o amanhecer, da mesma forma, que as folhas das arvores, alvoroçadas de tardezinha se movimentam e me chamam para participar, do anoitecer.
A cada manhã um novo amanhã, independente do sol e dos cantos dos passarinhos mais uma nova oportunidade devagarinho, para enfim, ser feliz.
Gosto de cavalos brancos, filhos de bois capengas e de passarinhas gigantes...acho que são unicórneos...mas prefiro ver como cavalinhos dóceis espaciais e especiais.
Nada, absolutamente nada cai do céu além de chuva, neve ou cocô de passarinho, portanto não espere ajuda de ninguém, pois as pessoas se odeiam umas as outras.
Como pássaros encantados, alguns corações voam tão alto em sua busca por liberdade que esquecem o fio que os une à terra firme. Assim, desligados de seus próprios ninhos, acabam perdendo não apenas o calor do lar, mas também a preciosidade das plumas que os mantêm aquecidos. É uma triste ironia que, ao cederem aos caprichos do ego, acabem por perder aqueles que mais prezavam, simplesmente porque não souberam nutrir a chama do verdadeiro afeto.
Infância é pássaro que voa em todos os mundos; adulto é observar o mundo que voa em todos os pássaros.
"Use o talento que possui. O serrado seria tristemente silencioso se apenas os "Franks Sinatras" do canto, cantasse por lá".
Há pessoas que nos tocam com tanta suavidade que a gente fica na dúvida se possuem alma de flor, borboleta ou passarinho.
