Poesias sobre o Corpo

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Meu Amor...

Meu amor, Minha vida,
Meu anjo, Meu tudo,
Teu corpo me alucina
Teus beijos me fascinam.
Eis uma flor no meu jardim
Não é rosa nem jasmim
Tua beleza não tem fim
Você é tudo pra mim.
É o calor que me aquece
É o frio que me estremece
É o sol do meu dia
É o frio da minha noite
É simplesmente
Um anjo
Um arcanjo
Tu eis a mais bela luz
Da minha vida.

Carne.

Corpo, calor, suspiros. Lábios, falas, fomes. Desejo, desejo, desejo. Pele, suor, carne. Dentes, unhas, bocas. Desejo, desejo, desejo. Mãos, braços, pernas. Infinitos, pés, encontros. Desejo, desejo, desejo. Segredo, perfume, chão. Ato, olhares, tato, vontade. Desejo, desejo e desejo. Era só o que ela sabia proferir...

Quando te vejo:
minha garganta seca, minhas mãos se agitam, meu corpo respira.

Quando te toco:
meu sangue ferve, minhas veias pulsam, minha alma treme.

Quando me tocas:
minha boca se cala, meus olhos se fecham,
meu corpo te sente.

Nesse momento o sol se esconde, a noite chega,
as estrelas dançam.

Todo o meu mundo se torna uno,
porque tenho você.

O QUANTO EU TE AMO

Quero te amar,

Amar assim, tão docemente

E sentir teu corpo quente,

E me afogar nos teus desejos.



E no delírio da paixão,

Deixar pulsar meu coração,

Nesta loucura dos teus beijos.


Escrito por ELCIO MORAES

O corpo pede um drink
pode ser martini
Na manhã que chega
estranha e solitária
sou mulher também
Mas , ontem à noite,
o corpo pediu
um toque de língua,
nos gelos
que estavam
perdidos no copo

Para o repouso do guerreiro!

Enquanto os olhos veem, a mente trabalha, o corpo adormece!
Enquanto os olhos veem, a mente cria, o corpo trabalha!
Enquanto os olhos veem, a mente adormece, o corpo cria!
Enquanto os olhos veem, a mente trabalha, o corpo cria e o guerreiro lutou!
Os olhos veem, a mente cria, o corpo trabalha, repousa e o guerreiro está Homem!

Meu corpo na alcova se distende
Meus braços são garças no ar,
Há no ambiente um perfume
Vindo do cio feminino.


Náufrago no mar do meu ventre
Elevas parte da tua anatomia,
Deslizando pelas minhas pernas
Ouço os uivos do teu corpo.


No pescoço, arrepiado e quente,
Sinto a faca dos teus dentes
E dos meus lábios saem palavras
Que são nanos sondas cibernéticas


Enviando mensagens de fora para dentro
Em forma de energia que gera vida
Que faz pulsar forte o teu coração
Marionete que minha mão controla


Com os finíssimos fios do prazer
Ao ondular as ancas e os seios
Num êxtase que só acontece
Quando dois se fazem um.

CANSADO

Meu corpo cansado, dilacerado
É só o que restou de mim.
Pedaços de mim estão marcados
De dores e saudades sem fim.

Meus poemas sem concordância
São frutos da minha imaginação.
Sou apenas um cisco dessa existência,
Pó sem consagração.

Seres infames cobrem essa esfera,
Hipócritas dessa vida vão.
Por que essa empáfia se a morte nos espera?
Tua riqueza ficará enterrada no chão.

Estou cansado dessa podridão,
Quero explodir, tornar-me um ser celeste,
Quimera nessa imensidão,
Longe desses homens pestes.

Minha vida cansada, anda na contra-mão,
Não suporto mais essa sociedade torpe,
Pessoas brotando devassidão,
Imensuráveis lixos desnobre.

Quando morto estiver meu corpo, evitem os inúteis disfarces, os disfarces com que os vivos procuram apagar no morto o grande castigo da morte.

Não quero caixão de verniz nem ramalhetes distintos, superfinos candelabros e nem as discretas decorações.

Quero a morte com mau gosto!

Dêem-me coroas de pano, flores de roxo pano, angustiosas flores de pano, enormes coroas maciças como salva-vidas, com fitas negras pendentes.

E descubram bem a minha cara.

Que vejam bem os amigos a incerteza, o pavor, o pasmo. E cada um leve bem nítida a idéia da própria morte.

Descubram bem minhas mãos!

Meus amigos, olhem as mãos!

Onde andaram, o que fizeram, em que sexos demoraram seus dedos sabidos?

Meus amigos, olhem as mãos que mentiram a vossas mãos!

Foram esboçados nelas todos os gestos malditos: até os furtos fracassados e os interrompidos assassinatos. Mãos que fugiram da suprema purificação dos possíveis suicídios.

Descubram e exibam todo meu corpo, as partes excomungadas, as partes sujas sem perdão.

Eu quero a morte nua e crua, terrífica e habitual.

Quero ser um tal defunto, um morto tão acabado, tão aflitivo e pungente, que possam ver, os meus amigos, que morre-se do mesmo jeito como se vão os penetras escorraçados, as prostitutas recusadas, os amantes despedidos, que saem enxotados mas voltariam sem brio a qualquer gesto de chamada.

Meus amigos, tenham pena – senão do morto – aos menos dos dois sapatos do morto. Olhem bem para eles. E para os vossos também!

Sinto falta dessa boca carnuda de acerola
Das curvas perigosas do teu corpo
Da vontade de beber em teu umbigo
O vinho menstrual de tua cólica.

Eu quero alguém que me tire a paz
E o sossego de corpo e alma
E com desejo
Quero alguém real
E não apenas que faça parte do meu poema
Quero alguém que também me fale as palavras certas
Quero compreensão
E não panos-quentes
Quero olhar quem me ama
E não ter juízo
Ter fome de prazer
Já esquecido
Com o coração na boca
Eu deixo-te louca(o)
No meio do nada tu apareceste
Olhaste-me e eu fiquei mudada(o)
De te ver
E quando tu caminhavas eu não tirava os olhos de ti
E me apaixonei por esse teu jeito de menino(a)
Por esse teu olhar
Meiguinho
Por essa tua ternura
Por essa pessoa linda
Tu olhavas-me e eu ainda te olho
E nada te digo
Fiquei muda(o) para o mundo
Meu amigo(a)

" Cada dia melhore seu Corpo e sua Mente. "
***
Importe-se com o que voce não acha importante.
Cuide-se.

Paz no Mundo!
A paz no mundo começa dentro de mim,
Quando me aceito, de corpo e alma,
E reconheço meus defeitos, com paciência e calma, E em vez de me fragmentar em mil pedaços,
Eu me coloco inteiro no que penso, sinto e faço, Passageiro no tempo e no espaço,
Sem nada para levar que possa me prender,
Sem medo de errar
E com muita vontade de aprender.
A paz no mundo começa entre nós,
Quando eu aceito o teu modo de ser.
Sem me opor ou resistir
E reconheço tuas virtudes
Sem te invejar ou me retrair
E faço das nossas diferenças
A base de nossa convivência.
E, em lugar de te dividir em mil personagens, consigo ver-te inteiro, nu, real,
Sem nenhuma maquilagem,
Companheiros da mesma viagem
No processo de aprendizagem do que é ser gente.
A paz no mundo começa
Quando as palavras se calam
E os gestos se multiplicam,
Quando se reprime a vergonha
E se expressa a ternura,
Quando se repudia a doença e se enaltece a cura Quando se combate a normalidade
que virou loucura
E se estimula o desejo de melhorar a humanidade, De construir uma outra sociedade,
Com base numa outra relação...
Uma relação em que amar é a regra,
E não mais a exceção.

ATA-ME

Amarre minha alma a sua - em perfeita comunhão

Aperte o nó do seu corpo ao meu - no êxtase da paixão

Acorrente seus braços a mim - marcando minha pele com suas mãos

Amordace minha boca - antecedendo os delírios que virão

Ata-me com minha total permissão

Corpo

Corpo desejado

Sagrado, vida

Pecado que consome

Bálsamo que contagia

Curvas que enfeitiçam

No cálice o calor

Ardente da paixão!

Mas que droga...
pra q esse coração acelerado e o corpo tremendo só pq ele está online?
Isso tem que acabar! Isso vai acabar!
Nunca fui assim e não vai ser agora que vou ser!

\09.07.2010/

Faça sol ou faça tempestade

faça sol ou faça tempestade,
meu corpo é fechado
por esta pele negra.

faça sol ou faça tempestade
meu corpo é cercado
por estes muros altos,
– currais
onde ainda se coagula
o sangue dos escravos.

faça sol
ou faça tempestade,
meu corpo é fechado
por esta pele negra.

Chorar por dentro é quando seu corpo sente a mesma sensação de lágrimas pelos olhos. É o calor com frio que não se sabe de onde vem. É imensa tristeza que quase não cabe.
Chorar por dentro é chorar duas vezes mais e ninguém ver.

Junho - 2011.

‎"Se o moço que hoje é dono do seu coração e do seu corpo -sem merecer- não te quer pra valer, é porque ele não é o homem da sua vida.
O homem da sua vida não vai ser perfeito. Mas vai valer um pouco mais a pena que os outros, porque ele vai te amar.
Diferente dos outros que te deixaram ir embora da vida deles"

Me vesti, de uma forma em que as vertes grudaram em meu corpo,
Nem mesmo querendo me despir, consigo.
Tantos passos errados. Semelhanças que não se parecem...
Tudo começa de novo, a vontade de se destacar,
Vira motivo de humilhação, pensando em algo, algo que
Possa chamar a atenção. Talvez a carência tenha me deixado assim,
Talvez seja só a falta de amizades. Como se amizade não fosse nada.
Minhas pernas foram amputadas, (sinto-me assim),
Constantemente me pego tentando andar, mais para aonde?
Que caminho seguir agora? Se nem ao menos consigo sair do lugar.
Ah solidão...