Poesias sobre o Chamado de Deus
Pessoas têm manias, viciam-se. Mas, o transtorno mais recente, nos falantes, de verve dialética na comunicação formal, é a compulsão por palavras da moda, academicistas, semieruditizadas, que descambam em vício de linguagem (palavrofobia). Reduz-se o discurso a palavra pela palavra, simplesmente, para que ela se lhe pareça douta. Isso fica impactante pela especificidade, sobretudo, quando desvirtua-se o discurso foco no ouvinte, fragmentando-o. Momento quando não prestamos mais atenção em nada, pela multiplicidade de repetições, deslocadas em nível de desconstrução multidisciplinar, transverbal, com semântica confusa de retórica aleatória. É a hora em que o olhar para as unhas entra em cena. Isso procede? De novo, isso faz sentido para você? Você TEM que concordar comigo.
Podemos viver numa bolha mental, fantasiando uma vida perfeita como se fôssemos personagens de novelas; ou podemos nos mexer em direção ao que desejamos, buscando aprender diariamente as lições necessárias para alcançarmos tudo que merecemos.
Ficar parado, esperando pela oportunidade "certa" ou contando com a "sorte" pode ser mais arriscado do que sair da zona de conforto e buscar ser criador(a) das próprias oportunidades. Lembre-se: você é do tamanho dos seus sonhos!
Seja na vida pessoal ou profissional, o que fazemos precisa fazer sentido para nós, estar de acordo com nossos valores, com o que acreditamos. Só assim nos entregaremos de corpo e alma, e desse modo, poderemos nos sentir realizados.
Fiz um acordo com o tempo, combinei com ele, pois vai fazer frio por esses dias. Pedi para que ele passe bem devagar e me deixe ver os ipês, que ainda estão floridos, neste final de outono. Que ele me deixe admirar as flores de maio
Hoje vou me despedir do Outono. Quero muitas flores, na porta de entrada, muitas flores, para que a porta de entrada fique toda colorida, colorindo o meu umbral.
Quero ver flores pela casa toda, enfeitando cada canto, perfumando cada cômodo, enchendo minha alma de alegria, para que eu possa enfrentar o inverno, que se aproxima.
Andei ouvindo a voz do tempo, contando-me coisas antigas, como se ele tivesse retrocedido. E eu, buscando lá atrás, dentro dos sonhos, o que realmente me interessa...
Que o tempo, este senhor que tudo pode, me permita, não me prender ao tempo, para não confundir, achando que a felicidade ficou para trás.
Apesar da cor cinza, que vem com o inverno, a tristeza não terá oportunidade de entrar, terá que ir embora com essa mania, que ela tem, de sujar tudo de cinza, pisando em silêncio, amassando com seus pés pesados as alegrias, pois o outono só deixou alegria e a saudade, vai ficar!
É inacreditável que a imbecilidade de certas figuras ainda consiga espantar-me nos tempos que decorrem. Existem pessoas que tem o cérebro mais pequeno do que uma formiga, a boca maior do que um elefante, e ainda se acham os reis da selva. E são essas figuras que incitam na minha pessoa, um enorme, intenso e mais do que merecido enjoo, muito perto de me provocarem vómitos. Não tenho a inércia ou apatia necessária para deixar passar em branco certas crueldades e deixar que os contrabandistas de histórias, os ladroes de almas e as víboras humanas escapem impunes aos feitos repugnantes e nauseabundos que derramam sobre o mundo e as pessoas. Será que alguém lhes ensinou os valores de vida? De certeza que não. Há pessoas que se revelam autênticos presentes envenenados. Pessoas que avistamos de relance e nos parecem tão agradáveis, que à primeira vista parecem interessantes, e depois se revelam repugnantes e desprezíveis. Quantos de nós já não tiveram este tipo de surpresa. Ou nos enganamos na primeira impressão, ou somos enganados nessa primeira impressão. E o pior é que alguns de nós já teve essa surpresa por diversas vezes. Dou por mim a pensar o porquê de mordermos o isco lançado por elas, e acho que esse porquê está relacionado com os sonhos e as expectativas que criamos em relação às pessoas. Porque apesar de existirem pessoas que se revelam presentes envenenados, existem as outras, que são verdadeiras caixinhas de surpresas, aquelas que nos fazem bem, que nos prometem e oferecem realmente sorrisos…como este que sinto rasgar nos meus lábios neste preciso momento. E são essas a quem dou valor e nunca esqueço. Porque essas sim, são importantes. As outras ficam com o estatuto e a importância que já têm, que é tanta quanto nenhuma.
Chega o momento em que precisamos analisar o que aprendemos com as experiências, sair da zona de conforto e mudar de atitude
O amor é chama que acende corações vazios, alegra mentes cansadas, iluminando todos os dias de sua vida.
Sinto saudades de caminhos, que percorri no passado e que se tornaram caminhos perfeitos, onde não restaram mágoas, nem rancor e muito menos tristeza.Vivencio os caminhos passados e vejo que restaram doces lembranças dos rostos, que nos acompanharam nas andanças por caminhos, que foram reais, de uma realidade equidistante, mas muito presente em minha mente.
Aqueles que sonham à noite nos empoeirados recessos de suas mentes, ao acordar de dia descobrem que tudo foi em vão. Mas os sonhadores diurnos são homens perigosos, porque sonham com os olhos abertos para tornar os sonhos possíveis. Isto eu fiz.
Todos os caminhos que percorremos tem ida e volta. Na ida não sabemos o que vamos encontrar pela frente, então caminhamos com medo... Mas na volta, já conhecemos o caminho e sabemos o que vamos encontrar lá na frente. Ainda que estejamos derrotadas, os nossos passos serão firmes, pois temos a certeza de que podemos recomeçar, sem medo de enfrentar as adversidades da vida.
É preciso abrir janelas, muitas janelas! A vida oferece muito mais aos que aprendem a sair de si mesmos e se arriscam na direção dos outros. Abrir as janelas é, também, expandir fronteiras, aprender novas vivencias, degustar outros sabores e vencer os obstáculos.
Quando a tristeza nos abater e não soubermos vencê-la, temos que ter passos de valentia, sendo visionários como a águia. Se não formos assim, é bem provável que sejamos engolidos pela sutileza dos artrários e a força da ventania poderá nos carregares con.
Quando a tristeza nos abater e não soubermos vencê-la, temos que ter passos de valentia, sendo visionários como a águia. Se não formos assim, é bem provável que sejamos engolidos pela sutileza dos ares contrários e a força da ventania poderá nos carregar.
Olhe para as coisas não só como elas são, mas também como elas podem ser. Sei que é difícil planejar e sempre pensar grande, mas é necessário você saber hoje o que quer para o amanhã. É preciso que você pense grande todos os dias.
