Poesias sobre o Chamado de Deus
O ignorante: só lê sobre o que já sabe, só ouve sobre o que concorda, só fala sobre o que defende. Há que se desconstruir.
Vamos falar sobre a saudade? Aquela que não arde todos os dias, mas está ali mesmo assim, misturada com os sentimentos e pensamentos, quando chega o momento a qual as lágrimas caírem, é nele que arde, que dói, talvez seja nesse momento em que você perceba que sempre vai ter essa cicatriz aperta em si, esse pequeno buraco dolorido em seu coração, a qual causa tanta dor e que será carregado para todo sempre, até a eternidade, o simbolo de um amor verdadeiro, dos sentimentos mais belos e profundos, você pode virar pó mas tudo isso sempre existirá, porque isso é o amor."
Quem não viveu amores, acaba escrevendo sobre eles. Imaginam suas versões inteiras, em contrastes com seus corações quebrados. As palavras são a solda que os unem.
Eu sei que ninguém tem nenhum interesse em alguém como eu, mas eu ainda quero cantar sobre esses sentimentos.
Não podemos mudar a forma com que os outros pensam mas podemos mudar a forma como pensamos sobre o que os outros pensam.
Quando você não alerta as pessoas sobre o que você sabe, você tá colaborando para que o povo continue alienado.
Não quero saber o seu status, quero saber sobre os seus sonhos, seus anseios, medos e paixões. Quero saber o quanto de trabalho custou para manter esse sorriso no rosto e o que te deixa assim, às vezes todos os dias, apesar de carregar tantas tristezas, quero saber as dores que você enfrentou, me conta os motivos e as razões que são capazes de fazer os seus olhos brilharem, o que é capaz de fazer você sorrir e de te despertar amor. Me conta o que enriqueceu seu coração, deixou seu olhar e seu peito mais fechado, me conta o que não te deixou confiar mais em ninguém, me conta os seus segredos, prometo não espalhar por aí, me conta um pouco sobre você, abre pra mim um pouco o seu coração, pois o que está por fora é muito fácil enxergar.
"Uma das propostas do deserto é dissolver as bolhas de ar que nos circundam, e sobre as quais edificamos. Suas areias são móbeis e quentes, mas escondem um segredo em seu interior, ou ao seu fim: A ROCHA sobre a qual (re)edificaremos nossa FORTALEZA."
Eu queria que eles pensassem bem sobre um sistema que permite ao Estado matar qualquer escritor, qualquer intelectual - até mesmo meteorologista - com quem eles discordassem.
Acho que as pessoas tem muito poder umas sobre as outras.Poder emocional,como algo que mexe profundamente com o nosso coração nos deixando extremamente vulnerável e se perguntando "como isso aconteceu".Sinceramente eu não sei,acho que esse e o poder deles.Porém acho isso muito perigoso pois nos desestabiliza.
Esta é a Pedra sobre a qual está alicerçada toda a confiança do nosso coração: Cristo Jesus, o Primogênito de Deus, a Testemunha Fiel, o Primeiro e o Último!
Sempre me recordei das coisas mais belas, e contava sobre a sensibilidade, e ficando nu em uma cama de pensamento, e louco embriagado por pensamento traumáticos da minha infância
todos os dias andamos sobre as mesmas pedras, atravessamos as mesmas ruas e admiramos as mesmas flores. Mas, todos os dias adquirimos uma nova percepção sobre o mundo.
Deixa eu saber. Deixa eu saber daquela saudadezinha, mesmo a passageira. Deixa eu falar sobre o teu beijo bom. Deixa eu colocar aquela música que me lembra você. Deixa eu terminar a noite ao teu lado. Deixa o teu medo de lado e deixa eu saber as tuas vontades. Deixa eu segurar a tua mão um pouquinho, deixa, vai que de tanta insistência... uma hora você esquece as tuas mãos nas minhas.
A moral é a cartilha sobre andar na linha dada ao dominado. Os dominadores não são obrigados a atender às expectativas boas ou más de sua massa de escravos. Quando o dominador pratica a imoralidade privadamente isso não desregula a ordem, já os dominados, se puderem ser vigiados até mesmo na privacidade assim o serão.
Compreendo o que falavam os poemas sobre o amor, mais discordo de alguns, o que alguns deles não sabem o sentido da solidão
Quem quiser saber alguma coisa sobre mim – como um artista que, por si só, é significativo – deve olhar atentamente para as minhas obras e procurar reconhecer o que sou e o que quero.
Já discuti muito sobre isso (novamente: não comecei ontem); existe um desafio básico em fazer literatura de gênero e fazer "alta" literatura (sim, ainda acredito nisso). Como respeitar as convenções do gênero sem recorrer (apenas) a clichês, como fazer "alta" literatura sem provocar apenas estranhamento, e sim respostas objetivas (no caso do terror, "provocar medo"). É um desafio que eu mesmo (como autor) acho que não consegui vencer. Mas eu prefiro criar o estranho, a dificuldade, do que recorrer a uma literatura rasa.
Não se sabe nada de nada sobre as coisas que se deveria saber para se viver bem. Tudo o que se sabe, ainda é pouco.
As vezes é difícil se explicar, por isso, muitas vezes mintimos, até porque é algo sobre nós que desconhecemos também, apenas sentimos. Por isso é muito difícil explicar o sentir, seria bem melhor sentir apenas, mas falta confiança dessas pessoas que não se permitiram sentir.
