Poesias sobre o Brasil

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⁠Poema

Um poema no sentido
figurado serve de elogio
sobre tudo aquilo que
faz o olhar apaixonado,
Os versos constroem
cordilheiras de estrofes
capazes de unir universos,
As rimas são as canoas
postas no rio do ritmo
capazes de trazer tudo
aquilo que engrandece
e põem o espírito, o coração
e a inspiração para transbordar.

Poesia Concreta

Poesia Concreta é isso:
o nosso amor bonito,
os dois íntimos reunidos
pela graça do destino
com verbivocovisualidade,
Um sendo o verbo
e o corpo para o outro
sem pudor e sem virtualidade.

⁠

⁠Não me esqueço de que

o Menino Jesus nasceu em Belém,

A minha poesia e o meu

dom de fazer o bem sempre

ofereço sem ver a quem,

É Natal e o importante não

desistir e sempre seguir além.

⁠Poesia para Rodeio todo o dia

Poetizando a minha caminhada
vou escrevendo uma poesia
todo o dia para a nossa Rodeio
porque tenho fé na vida
e coloco um louvor sereno
em tudo para colocar o melhor
sempre dentro do meu peito.

⁠Poesias madrugadeiras para Rodeio

Poesias madrugadeiras para Rodeio
eu escrevo o tempo inteiro,
Porque amor por este lugar
eu tenho no meu peito,
Aqui é o meu lar mais do que perfeito.

Sempre-viva-gigante


A Sempre-viva-gigante
enfeita como um poema
a nossa bonita cena,
Você convicto se declarando
perdidamente apaixonado
e eu deliciada com puro
encantamento flutuando.

⁠A minha poesia é
o último frasco
do perfume da Rosa de Ahal
que foi perdido durante
a viagem da caravana

A minha fisionomia
pertence a um
povo pouco conhecido,
Nos meus cabelos
podem ser encontradas
maçãs negras e fadas agitadas

Eu me conheço profundamente,
sei o quê quero,
sei tudo aquilo o que não quero
e a minha intuição não falha.

⁠Dia 1

Creia que você é poesia,
Você não precisa
ninguém que te valide
e não permita
que ninguém te tire
da sua própria sintonia.

⁠Lantana

Só de olhar uma Lantana
florescida fico inspirada
a ser nas tuas mãos a poesia,
Eu sei que você me tem
no coração com muita alegria.

SEXTO HEXÁSTICO


eis-me aqui sujeito póstumo
zumbi de deambulações
aedo de poemas tortos
catando esmos corações
ditirâmbico sem o báquico
hino para minhas orgias

Inserida por joao_batista_do_lago

⁠Poetas Atuais Contemporâneos | Nova Poesia Brasileira

POLINIZAÇÃO POR AFETO
⁠
Nos meus poros
Quando tu depositas tuas estimas
Germinam-se jardins

Assim quando sopra
A brisa quando bate bebe o néctar
E volta ao mundo pelo vento
O pólen mais puro do meu peito

E todo asfalto
Gramado ou gente
Por mais pedra
Flor ou a gente
Sente

Que de estigma em estima
Da tua semente leva-se o pó
E do meu pó
Semeia-se mais gente.

www.jessicaiancoski.com

Inserida por JessicaIancoski

Poesia Brasileira Contemporânea | Novas Poetisas
⁠

O MAR RESOLVE A SAUDADE

~~~~~~ ~~~ ~~~~
Afogo os meus pés no raso do mar, ~~
~~~~ enquanto caminho.
Piso na areia ~~~~
~~~ estriada e úmida,
sob o céu desbotado. ~~
~~~~ ~~~~~~ ~~~~
~~~~~ ~~~~~ ~~~~~~
~~~~ Praia adentro,~ ~~~~
Percorro a maré tentada a te perder: ~~
~~~As ondas vem ~~~ e quebram, ~~
~~~ Elas se vão e te levam. ~~
~~~~~~ ~~~~
~~~~ ~~~~ ~~~~
O mar dissolve a saudade, ~~
~~~ O mar resolve a saudade.
~~~ ~~~~ ~~~~

Inserida por JessicaIancoski

É preciso tirar a Poesia das prisões intelectuais. O claustro deve ser abolido. As “igrejas”, os “monastérios”, os “colégios”, as “academias”, são todas elas formas de prisões que transformam
e manipulam o poder de imaginação do poeta. Poesia é sinônimo de liberdade plena.

Inserida por joao_batista_do_lago

POEMA É TODA LIBERDADE


De João Batista do Lago


Há novos sofistas por aí!...
Preceptores de falsas imagens
Formando coros de aedos,
Papagaios de falsas mensagens.


Sujeitam o poema aos grilhões
Dum isotropismo arcaico e rude,
Forjando a palavra como ferradura,
Ofertando ao intelecto como moldura.


Aos tolos imprimem valor denotativo
E cravam no coração do imaginário
A mentira como princípio ativo:
A metáfora como essência do poema!


Ainda que prostrado no chão diz o poema:
“‒ A essência que me há é toda liberdade de imaginação.”.

Inserida por joao_batista_do_lago

Blumenau Poema

⁠Este poema é bem
mais antigo do que
você imagina,
e no teu rosto fez
uma suave carícia.

Um poema que fez
festa dançando só
nos pátios das aldeias
xokleng e carijó,
e virou notícia.

É o poema do "Poema
para o Índio Xokleng",
que esculpido pela Elke,
virou criptopoema
e ganhou forma revel.

Um poema que bebeu
muito dos ribeirões
Velha e Garcia,
e se inscreveu poesia
no Rio Itajaí-Açu.

Na campina florida
e do vento a sinfonia
solta foi assobiando
o quê seria a melodia
da primeira bandinha.


(Este poema é uma homenagem
ao casal Lindolf Bell e Elke Hering).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Timbó Poética

Do Médio Vale do Itajaí
tu abriga a poesia,
o endereço da Casa do Poeta,
a minha alegria de te ver
esbanjando cada melodia
e a gentileza de sempre
que que me dá força
fazendo com que surja
um poema novo todo o dia
que tu me leva pela mão
para passear por cada rima.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Canelinha

Este poema de cerâmica
pertence a você
meu precioso tesouro
do Vale do Rio Tijucas,
E hoje entendi o porquê
da senha "Cuidado
com a Canelinha"...,

Cuidado é preciso
ter para não ser
facilmente tombado,
Porque desde o primeiro
dia que te vi não paro
nem por um instante
de morrer de amores.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os meus poemas estão
explodindo todos
os dias no seu coração.

Não adianta apagar
os meus poemas porque
as tuas bombas um dia
acabarão e os meus poemas não.

Traidores deixaram escorrer
Kherson pelos dedos
e para nós não há mais segredos.

Você prefere continuar
condenando 30 milhões abaixo
da linha da miséria
para continuar cometendo
os seus crimes de guerra.

Nestes meus poemas tenho
salvo o máximo o quê consigo
de todas as memórias:
Mykolaiv, Kharkhiv e Odesa
foram pelos ares nestes últimos dias.

Você prefere mergulhar
no orgulho e os outros
na comodidade da covardia,
e eu que sou a parte fraca
da corda o quê posso fazer é poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu sou o poema
da dupla fronteira
venezuelana e brasileira,
E de todos os povos
originários do continente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesia oculta feita de vários
livros nas estantes das bibliotecas,
Assim sou eu a abrir caminhos
para todas as descobertas.

Por mais que fechem ou queimem
sempre serei aquele livro
que ao reaparecer iluminará alguém
quando menos esperarem.

Porque silenciosa de vários livros jamais serei rebelião controlada,
Podem me fechar ou queimar,
que sempre haverá alguma escapada.

Inserida por anna_flavia_schmitt