Poesias sobre Mae de Jose Saramago

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Então, se você tem pai, se você tem mãe, se você tem uma casa, se você tem uma comida na mesa, se tem uma cama limpinha, quentinha, se você tem saúde, se você enxerga, se você escuta, se você se supera, se você erra e aprende com o seu erro, aí você é feliz, aí você tem tudo!

Pai, mãe, avós, irmãos, primos, cachorros de estimação, peixinhos do aquário, amigos de alma, amigos de boteco, ou até mesmo a própria solidão. O que define o que é família ou não, não é a consanguinidade, mas sim a predisposição de quem quer ficar do seu lado, cuidar de você e querer te ver feliz, acima de tudo.

⁠"Se olharmos para nossa família, para os ancestrais vindos de nosso pai e mãe, vemos que por trás de cada um está o seu destino de forma imponente." Bert Hellinger

QUE AMOR DE MÃE!
Não há explicação para este AMOR arrebatador...
AMOR que não mede forças para defender,
É capaz de sentir dor sem doer,
De chorar sem entristecer,
De alegrar-se com suas vitórias e chorar em suas derrotas.
Pode ser platônico a vida inteira.
AMOR que quando o vê tropeçar e cair, estende as mãos a sorrir.
Ao passar noites em claro,
Dormir a noite inteira, é raro.
Sente emoção em qualquer ocasião, aja coração!
AMOR que sente ciúme, mas não toma posse.
Sabe que o "barquinho" deve ser lançado ao mar.
Trabalha para seus sonhos manter.
Briga, mas seus brinquedos põe-se a recolher.
Por mais que seja machucado, recompõe-se e volta a ficar ao nosso lado.
Nunca espera nada em troca,
Pelo contrário. Doa-se com toda força.
AMOR que ninguém sabe explicar, nem copiar.
Parece já nascer dentro deste alguém chamado perfeito, sem defeito.
Aos olhos do mundo, nem sempre bem vista, mas por seus filhos querida.
Difícil achar uma rima para um ser tão especial.
AMOR igual a este não tem igual.
Que AMOR de mãe!
AMOR que nunca termina, mesmo sem rima e que com o tempo e como pó,
Termina em amor de vovó.

Salomão teve mil mulheres e nunca foi feliz como José, que teve apenas uma! Mil mulheres erradas não fazem o papel de uma certa!

E agora José? O carnaval acabou, o dinheiro também e o que ficou?... Sobraram as cinzas! Boa noite.

Graciliano, José de Alencar, Alvares de Azevedo, Machado ou Drummond, que seja Quintana ou Lispector, que seja ainda, meus simplórios textos. Suas leituras me encantam.

"Eu sou vários em um só. Para cada Maria, um José que ela merece", você me diz e eu penso "Ahh, Zé, se tu soubesse quantas Marias cabem em mim também..."

Abraão era velho, Jacó era inseguro, Lia era sem atrativos, José foi maltratado, Moisés gaguejava, Gideão era pobre, Sansão era codependente, Raabe era imoral, Davi teve uma amante e todo tipo de problema familiar, Elias tinha problemas suicidas, Jeremias era depressivo, Jonas era relutante, Noemi era viúva, João Batista era excêntrico para dizer o mínimo, Pedro era impulsivo e temperamental, Marta se preocupava demais, a mulher samaritana teve vários casamentos fracassados, Zaqueu era indesejado, Tomé tinha dúvidas, Paulo tinha saúde fraca e Timóteo era tímido. Aí esta uma boa variedade de desajustes, mas Deus usou cada um deles a seu serviço.

⁠✨ "Tem coisas na vida que simplesmente acontecem…
Não é sobre entender, é sobre seguir em frente com elegância.
Mesmo caída, eu levanto com classe.
Mesmo cansada, eu brilho.
Porque ser forte nunca saiu de moda."* 💋💄

Inserida por cristalmaedeautista

Desfarce

Tento desfarçar a minha dor
com uma face, não se encherga
só eu vejo o sentimento
que sufoca meu coração,
entristece minha alma
e perturba minha mente
por dentro eu grito e choro como
uma criança sendo torturada,
mas por fora sou uma simples pessoa
tentando desfarçar a realidade que vive,
e desfarço tão bem que poucos percebem.

PEDAÇO DE MAL CAMINHO
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)

De me o endereço de seu sorriso
E a distância entre nós dois será mínima
Vem ver o meu olhar sem juízo
Querendo examinar o seu que me fascina

Meu número de telefone pede numa prece
Para sentir o carinho de seus dedos
Talvez seja onde nosso romance comece
E onde desvandamos nossos segredos

Não deixe que o dia seguinte
Te faça esquecer meu rosto
E te faça jogar meu número fora
Sou um excelente ouvinte
Tenho um bom humor e gosto
E estou pensando em você agora

De-me sua mão sem hesitação
Não deixe que a timidez lhe proíba
Deixe que nos embale a canção
O momento de alegria nos convida

Diga me seu nome bem baixinho
E sei que soara como uma poesia
Eu não quero ficar sozinho
E com a minha mão vazia

E festa, e sol, e vida e e Brasil
Seu charme enfeitando o meu lado
E gloria e nota mil
Por favor, deixe-me ser seu namorado?
Pra estar ao seu cuidado
Sempre
Meu pedaço de mal caminho
Que faz meu coração sorrir
Contente

(c)2007 Globrazil/Islo Nantes Music(ASCAP)

⁠O filho de José e de Maria nasceu como todos os filhos dos homens, sujo do sangue de sua mãe, viscoso das suas mucosidades e sofrendo em silêncio. Chorou porque o fizeram chorar, e chorará por esse mesmo e único motivo.

José Saramago
O Evangelho segundo Jesus Cristo (1991).
Inserida por ericfbarros

Simplesmente não calar.
Há uma regra fundamental quando se vive como nós estamos a viver – em sociedade, porque somos uns animais gregários – que é simplesmente não calar. Não calar! Que isso possa custar em comunidades várias a perda de emprego ou más interpretações já o sabemos, mas também não estamos aqui para agradar a toda a gente. Primeiro, porque é impossível, e segundo, porque se a consciência nos diz que o caminho é este então sigamo-lo e quanto às consequências logo veremos.

Acreditar na verdadeira democracia:

Eu acho que é preciso continuar a acreditar na democracia, mas numa democracia que o seja de verdade. Quando eu digo que a democracia em que vivem as atuais sociedades deste mundo é uma falácia, não é para atacar a democracia, longe disso. É para dizer que isto a que chamamos democracia não o é. E que, quando o for, aperceber-nos-emos da diferença. Nós não podemos continuar a falar de democracia no plano puramente formal. Isto é, que existam eleições, um parlamento, leis, etc. Pode haver um funcionamento democrático das instituições de um país, mas eu falo de um problema muito mais importante, que é o problema do poder. E o poder, mesmo que seja uma trivialidade dizê-lo, não está nas instituições que elegemos. O poder está noutro lugar.”
(Lancelot)

Aprendi que o sentimento do amor não é mais nem menos forte conforme as idades, o amor é uma possibilidade de uma vida inteira, e se acontece, há que recebê-lo.

Normalmente, quem tem ideias que não vão neste sentido, e que tendem a menosprezar o amor como fator de realização total e pessoal, são aqueles que não tiveram o privilégio de vivê-lo, aqueles a quem não aconteceu esse mistério.

“Por um instante a morte soltou-se a si mesma, expandindo-se até às paredes, encheu o quarto todo e alongou-se como um fluido até à sala contígua, aí uma parte de si deteve-se a olhar o caderno que estava aberto sobre uma cadeira, era a suite número seis opus mil e doze em ré maior de Johann Sebastian Bach composta em Cöthen e não precisou de ter aprendido música para saber que ela havia sido escrita, como a nona sinfonia de Beethoven, na tonalidade da alegria, da unidade entre os homens, da amizade e do amor. Então aconteceu algo nunca visto, algo não imaginável, a morte deixou-se cair de joelhos, era toda ela, agora, um corpo refeito, e por isso é que tinha joelhos, e pernas, e pés, e braços, e mãos, e uma cara que entre as mãos escondia, e uns ombros que tremiam não se sabe porquê, chorar não será, não se pode pedir tanto a quem sempre deixa um rasto de lágrimas por onde passa, mas nenhuma delas que seja sua. Assim como estava, nem visível nem invisível, em esqueleto nem mulher, levantou-se do chão como um sopro e entrou no quarto.”

(José Saramago, “As intermitências da morte”)

O Bem e o Mal não existem em si mesmos, cada um é somente a ausência do outro.
(O Evangelho Segundo Jesus Cristo)

É de todos conhecidos, porém, que a enorme carga de tradição, hábitos e costumes que ocupa a maior parte do nosso cérebro lastram sem piedade as idéias mais brilhantes e inovadoras de que a parte restante ainda é capaz...
(O homem duplicado)

Inserida por EmOutrasPalavras

⁠Que dirá a vizinhança quando der por que já não estão aqui aqueles que, sem morrer, à morte estavam.

(As intermitências da Morte)

Inserida por JPVercosa