Poesias sobre Amar
Amar é atravessar o abismo que nos separa do outro, preservando ao aproximar-nos o mesmo sentimento que tínhamos enquanto estávamos longe.
Aprendi a amar as pessoas certas , depois de ter sofrido muitas vezes por pessoas que não me amavam.
Amar não é uma batalha onde os adversários têm que provar qual dos dois conseguem mais admiradores. Amar é mostrar o quão suas uniões atraem mais admiradoras.
Não amo por amar, nem beijo por beijar. Não faço por fazer, nem piso por pisar. Para tudo há uma razão específica. Amo por me fazer feliz, beijo para expressar esse amor, piso para me manter em pé, quando não tenho mais essa felicidade. Que me transborda quando amo.
Nao sei porqu¨º ainda te amo se ja tentei te esquecer. So quero que saibas que gosto de te amar e amarei-te ainda mais
Amar alguém é quando você não vê obstáculos para ajudar aquela pessoa, você seria capaz de abandonar tudo só para estar com aquela pessoa. É quem mora em seus pensamentos desde o amanhecer até a hora de dormir, é a responsável pelos seu sorriso quando você está sozinho, pensando, e a pessoa que você não tem dúvida nenhuma do que sente por ela.
“Às vezes, amar é desaparecer da história de quem se ama… para salvar o final feliz que não inclui você.”
Descobri o amor quando deixei de amar, a vida quando deixei de viver, e o tempo só se revelou para mim na manhã cinzenta em que o sol não nasceu.
A vida é curta, e mesmo que seja só por um segundo, permita-se amar. E não desista enquanto quem você ama não parar de respirar.
Talvez seja mais fácil amar alguém que não conheço, porque no desconhecido mora a liberdade de imaginar o outro sem falhas, sem cicatrizes, sem o peso do cotidiano. Mas então me pergunto: será amor ou apenas atração disfarçada de encanto? Porque o amor real exige convivência, paciência e a coragem de amar mesmo quando o espelho revela rachaduras. Já pensei que o amor só valeria se durasse para sempre, mas o “para sempre” é uma fantasia que o tempo insiste em contrariar. Existem amores que duram um instante e mesmo assim deixam marcas que resistem à eternidade. Descobri que amar não é prender, nem possuir, mas sentir... com presença, com verdade, com entrega. E mesmo que termine, se foi amor, existiu. E isso basta. Porque o amor, em sua forma mais pura, é o motivo da existência. Não precisa ser eterno no tempo; precisa apenas ser verdadeiro no momento.
Precisamos amar a Deus, a nós mesmos e logo então estaremos prontos pra amar aos outros, curar-se também é buscar o verdadeiro Amor!
O primeiro amor não existe, casamento agora é na pré-adolescência e amar muitos aprendem somente após a morte.
Era incrivelmente difícil deixar de amar alguém completamente quando não se tem mais ninguém para amar.
Caso eu morra de ataque cardíaco, foi uma escolha. Ele cumpriu a função de te amar até o último segundo.
O amor se apresenta na falta de algo. Já que não somos capazes de amar verdadeiramente algo que possuímos, vivemos em um constante vazio, que só pode ser preenchido por algo irreal e inalcançavel, que acabamos por buscar a vida toda, muitos morrem a espera de algo melhor, já outros não querem morrer pois entenderam que amar algo vai muito além do sentimento e memórias.
"Ser uma pessoa intensa é entender que ninguém vai amar tanto ficar comigo, quanto eu amo um simples pedaço de brownie.. e nem é só pelo fato de que eu amo brownie"
Amar-se intensamente é assumir a responsabilidade afetiva pela própria vida. Normalize a intensidade da solitude que fortalece o amor-próprio.
Amar alguém tóxico é como tentar dar vida ao que nunca teve alma. Você se doa inteiro, se quebra em silêncio… até perceber que lutava sozinho por dois. É exaustão travestida de amor. É assustador como o coração insiste em amar até o último suspiro, mesmo quando tudo ao redor grita por socorro. Amar alguém tóxico é um veneno lento. Você se entrega, se parte, se esgota… e só depois percebe que amor nunca foi aquilo. Era apego, ilusão, esperança solitária. É amor? Não. São autossabotagens como nome errado.
“Deus te enviou como um presente do céu, para me amar e cuidar de mim. Em retribuição, te dou a chave do meu coração — única e irrecuperável para qualquer outro.”
Eu aprendi a me amar exatamente onde muitos me abandonaram. Aprendi a olhar com carinho para as partes de mim que ninguém nunca aplaudiu, que nunca renderam elogios, que nunca ganharam curtidas. As escolhas que fiz achando que deveria me envergonhar, hoje são as marcas que mostram até onde eu consegui ir. Os erros que cometi deixaram cicatrizes, mas também abriram espaço para eu crescer. E olha... eu cresci. Cresci sozinho, muitas vezes sem testemunhas, sem palmas, sem plateia. Eu sigo me levantando, mesmo depois das noites em que chorei escondido, fingindo que estava tudo bem. Sigo acreditando em sonhos que assustam, que parecem grandes demais, mas que ainda são meus. Sigo apostando no amor, na delicadeza, na sensibilidade que por muito tempo escondi achando que era fraqueza, quando na verdade sempre foi a minha força. Porque o amor próprio não começa quando tudo está resolvido. Não nasce quando a vida finalmente entra nos eixos. Ele começa justamente no meio do caos, quando a gente escolhe não se abandonar, mesmo com medo, mesmo inseguro, mesmo sem saber se vai dar certo. E é isso que eu estou fazendo agora. Me escolhendo, me acolhendo, me perdoando. Não amanhã, não quando eu estiver mais curado, mais forte, mais admirado… mas agora. Exatamente assim. Humano, imperfeito, real. E isso, pra mim, já é um baita motivo pra continuar acreditando no amor.
