Poesias sobre a Cultura Indigena

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Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.


Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.


Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.


E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”

Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.

Você é um enigma deixado sobre a mesa do meu peito, uma caixa antiga sem manual, cheia de símbolos que não se repetem.
Cada gesto seu muda a ordem das peças, e eu quebro a cabeça, não por falta de entender, mas porque decifrar você exige mais sentir do que pensar.

Sobre a linha do horizonte,
armei a minha equação matemática.
Me apropriei da física quântica.
Curvei o tempo.
e nele retornei na expectativa daquele encontro
que jamais aconteceu.

*Sobre Criar Gente em 2026*


Menos "amigo" do seu filho.
Mais pai.
Menos "like" na foto.
Mais limite na vida.
Menos "deixa pra lá".
Mais "vem cá, vamos conversar".
Século XXI não precisa de pais modernos.
Precisa de pais presentes.
_Van Escher

Relatos sobre escola e as dificuldades de ser diferente
Na escola, ser diferente nem sempre é fácil.
Heitor sabia disso todos os dias.
Enquanto algumas crianças falavam rápido e riam alto, ele precisava de tempo. Cada palavra sua parecia carregar um peso maior. E, às vezes, o silêncio dos outros machucava mais do que qualquer risada.
Muitos não entendiam.
Confundiam dificuldade com incapacidade.
Silêncio com desinteresse.
Mas a verdade é que, dentro de crianças como Heitor, existem mundos inteiros — cheios de ideias, sentimentos e coragem.
Assim como o Sussurrador, muitas crianças também carregam histórias invisíveis.
Às vezes, quem machuca… já foi machucado.
Quem se isola… já tentou se encaixar e não conseguiu.
A escola pode ser um lugar de dor — quando falta empatia.
Mas também pode ser um lugar de transformação — quando alguém escolhe acolher.
Lucas fez essa escolha.
Ele ouviu. Esperou. Caminhou junto.
E isso muda tudo.
Porque inclusão não é fazer todos iguais.
É permitir que cada um exista do seu jeito — e ainda assim, pertença.
No fim, Heitor descobriu algo poderoso:
sua voz não precisava ser perfeita para ser importante.
E o Sussurrador aprendeu que nunca é tarde para recomeçar.
Heitor e o Segredo do Sussurrador .
Heitor é um garoto com dificuldade na fala que descobre ter superpoderes. Ao enfrentar o Sussurrador, um vilão que desperta sua insegurança, ele percebe que o inimigo na verdade é alguém ferido pela exclusão. Com a ajuda do amigo Lucas, Heitor escolhe o caminho da empatia, transformando o vilão em aliado. Juntos, eles aprendem que coragem não é falar perfeito, mas se expressar com o coração.

"Nunca confie em uma mulher que diz tudo sobre a vida dela completamente em detalhes, pois se ela faz isso com a própria vida dela...IMAGINE... Ela é capaz de dizer muito mais qualquer coisa que puder sobre a sua."

—By Coelhinha

"Lar não é sobre um lugar, mais sim sobre alguém que te faz sentir-se em casa. Esteja onde estiver estamos com o Abba Pai fazendo morada; nEle quando estamos em espírito com o Reino dEle e Ele em nós quando estamos na terra. Não somos Enoque mais andamos com Deus todo tempo e em todo lugar."

—By Coelhinha

Sobre o assalto ao Museu do Louvre


Até mesmo um recém nascido...
perceberia, na sua inocência à 360° ,
que teve a "mão amiga"
dentro do Museu do Louvre...


"Elementar, Meu caro Watson!"

Eu era criança
quando via imagens
quando escutava fatos
sobre o nazismo...


e perplexa
me perguntava
que ser humano
seria capaz
de apoiar tamanha
monstruosidade...


Cresci
e o tempo respondeu
sem piedade
mostrando-me
os rostos
as vozes
as mãos
que repetem
a mesma crueldade
com novos nomes
com velhas violências
com a mesma frieza
disfarçada de discurso...


E assim compreendi
que os monstros
não ficaram no passado
eles caminham entre nós...


✍©️ @MiriamDaCosta

* Sobre a Honestidade Intelectual *


A honestidade intelectual
é uma condição necessária
ou uma necessidade condicionada?!...


Talvez seja as duas...
Porque há quem nasça
com o ímpeto de ser lúcido,
e há quem só ouse sê-lo
quando o ambiente permite,
ou quando o peso da própria mentira
se torna insuportável...


Ser intelectualmente honesto
é caminhar descalço
sobre o chão áspero da verdade...


É resistir à tentação das certezas confortáveis
e à sedução da máscara que agrada...


É desnudar o pensamento,
deixando o orgulho em ruínas,
para encarar o espelho sem adornos,
onde só o que é verdadeiro permanece de pé...


E por que é tão difícil?!
Porque a honestidade intelectual
exige coragem ,
a coragem de contrariar o próprio ego,
de rever o que se acreditava inabalável,
de não se curvar ao aplauso
nem ao consenso...


Poucos suportam
o silêncio que ela impõe,
e menos ainda,
o isolamento que ela provoca...


Mas os que a praticam,
ainda que sangrem por dentro,
sabem que é melhor doer na verdade
do que viver anestesiado na mentira...
✍©️@MiriamDaCosta

Doce selvagem, dançamos no escuro
Você entre meu corpo
Descalços sobre a pintura
Ouvindo nossa tradução fluída
você disse que estava decidida
Queria ser a princesa inocente
Num corpo de mulher despida
Você está perfeita esta noite

Os versos dos poetas
são unguentos sagrados
derramados em silêncio
sobre corações cansados
de atravessar o tempo.


Tocam onde as palavras comuns
não alcançam,
curam fendas invisíveis,
acendem pequenas luzes
nos templos da memória.


Ah! As palavras poéticas
das almas aladas
( sacerdotes do indizível )
são sopros de eternidade
emprestados às almas humanas
que ainda creem
no milagre do sentir.
✍©️@MiriamDaCosta

A visão e a indignação seletivas dizem muito menos sobre o mundo
e muito mais sobre quem olha para ele.


Pensar isso é reconhecer que, muitas vezes,
a indignação não nasce da injustiça em si,
mas da conveniência.


Indigna-se quando dói no próprio território,
silencia-se quando o dano beneficia, protege ou confirma crenças.


A visão seletiva é uma forma sofisticada
de cegueira:
olha, mas não vê;
vê, mas escolhe esquecer.


E o que dizer?


Que a indignação seletiva não é ética,
é estratégia.
Não é consciência,
é cálculo moral.
Não é empatia,
é espelho.


Ela grita contra certos absurdos
enquanto cochicha cumplicidades
diante de outros.


Aponta o dedo com uma mão
e tapa os próprios olhos com a outra.


Talvez a frase mais honesta seja esta:


Quem escolhe quando se indignar
já escolheu de que lado não está.


✍©️@MiriamDaCosta

Perguntaram o que penso sobre o BBB
e porque não escrevo nada a respeito.


Respondo assim:


Eu tenho dificuldades cognitivas,
de interesse e até uma certa forma
de analfabetismo seletivo
para determinados assuntos.


O BBB simplesmente não dialoga
com nada que me instigue,
provoque ou acrescente.


Meu silêncio sobre isso
não é desdém,
é preservação intelectual.
✍©️@MiriamDaCosta

Ler mais
não é ler melhor.


Ler muito
não garante
ler bem.


Não é sobre
ler mais páginas,
mas páginas
que nos leiam.


O valor da leitura
não está na quantidade,
mas no conteúdo
e na profundidade.


Ler mais
não amplia a mente.
Ler melhor
sim.
✍©️@MiriamDaCosta

Quando "Jesus Cristo voltar", para acreditarem, ele deverá caminhar sobre as águas e assim será crucificado imediatamente.


O mundo evoluiu e encheu de mini Jesus em silêncio por ai, que não estão na igreja, pois já o encontraram em si.

“Quando perdemos o controle sobre o próprio ritmo, deixamos de ser os organizadores da nossa experiência e passamos a operar dentro de um fluxo que não definimos. Continuamos ativos, mas essa atividade já não é necessariamente orientada por uma intenção própria. Respondemos, consumimos, alternamos estímulos, mas raramente paramos o suficiente para perguntar o que, de fato, estamos fazendo.”

-Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

“Olhar para quem você precisou ser não é sobre buscar culpados, é sobre libertar escolhas. É entender que muitos dos seus comportamentos atuais não nasceram do desejo, mas da necessidade.”

- Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que você é você?

Somente as árvores que não frutificam, entendem a poda como uma agressão.




Não é sobre plantas.