Poesias sobre a Cultura Indigena

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Não fale sobre seus sonhos para ninguém, só fale quando o sonho estiver realizado. Tem pessoas que pensam que só elas são capazes, e outras que pensam que só porque seus amigos não conseguiram, os outros não podem conseguir.
A gente tem o costume de falar tudo para os outros e, por isso, muitas pessoas se contaminam com a doença chamada negatividade.

"A galinha sempre cisca. Mesmo sobre um monte de trigo, ela continua ciscando".

[= Para referir-se ao fato de que o temperamento de uma pessoa não muda.]

Meu (quase ex) amor

É sobre você de novo pois no momento estou com você na cabeça, mesmo já tendo passado por isso várias vezes de certa forma é diferente, sim "nada acontece duas vezes da mesma forma" mas sei que você gosta pelo jeito que olha e desvia o olhar, pelo abraço e tudo mais. infelizmente minha experiência me diz que acabou e estou fielmente e cegamente acreditando nela pois não quero me apegar a falsas ilusões de coisas que só eu vejo; quem sabe no futuro escrevo algo sobre nós dois juntos, mas minha vida por enquanto tá seguindo e sou uma pessoa melhor, por enquanto não quero ninguém de qualquer forma, estou bem tranquila.

Queria escrever um poema sobre dias livres,
mas são tempos difíceis para a liberdade…
Até quem luta por ela quer ser dono de alguém.

Eu não preciso de alguém que fale sobre minha beleza
Ou que me trate como uma flor, com muita delicadeza
Que note a minha garra, minha força e admire minha natureza
Que me olhe nos olhos e me diga palavras com franqueza

Não preciso de alguém pra falar sobre o meu doce permufe
Ou que note um detalhe que mudei por não ser de costume
Que nas situações difíceis me de a mão ou me ajude
Porque eu respiro fundo, vejo possibilidades e sempre tomo atitude

Não preciso de alguém pra me curtir ou seguir
Pra me enviar mensagem ou um vídeo que me faça rir
Éh… Eu não preciso disso pra minha vida eu seguir
E não preciso de nada disso para me fazer sorrir

Tem muitas coisas nessa vida que eu não preciso ou não quero
Pessoas de mentira, palavras vazias, isso não tolero
Mas a vida não é diminuta, então não me desespero
E tudo isso que eu disse, disse que não preciso, mas não disse que não quero.

Quem olha e enxerga por dentro, reconhece.

Não porque sabe tudo sobre o outro, mas porque percebe aquilo que nem sempre é dito. Enxerga as marcas escondidas atrás dos sorrisos, os silêncios que carregam significados e as verdades que não cabem nas palavras.

Quem enxerga por dentro não se detém apenas na aparência das coisas. Vai além da superfície, atravessa as camadas que costumamos mostrar ao mundo e alcança aquilo que permanece quando todas as máscaras caem.

Talvez por isso o verdadeiro reconhecimento seja tão raro.

Porque reconhecer alguém não é apenas identificá-lo. É perceber sua essência. É enxergar a beleza que não se exibe, as dores que não se anunciam e a força que muitas vezes nem a própria pessoa sabe que possui.

E há algo ainda mais profundo nesse encontro.

Quem enxerga o outro com verdade acaba, inevitavelmente, encontrando a si mesmo pelo caminho. Porque cada alma reconhecida desperta um reflexo. Cada profundidade acolhida revela uma profundidade que também habita em nós.

Os olhares mais sensíveis carregam esse dom. Não apenas observam; compreendem. Não apenas percebem; acolhem.

E quando dois olhares capazes de enxergar por dentro se encontram, acontece algo raro: deixam de procurar explicações e passam apenas a reconhecer.

Como quem finalmente encontra, no olhar do outro, uma parte esquecida de si.

A lua é companheira leal, sempre ali, observando, sabendo sobre nós em nossos claros e escuros momentos.
Mudando sempre, assim como nós como fazemos. Todos os dias ela é uma versão diferente de si mesma.
Às vezes fraca e pálida, às vezes forte e cheia de luz.
A lua entende o que significa ser humano: incerto, sozinho, crateras e imperfeições.

Eu e você...
Parece muito estranho
Esta vontade de estar com você abraçados sobre uma cama e do nada olhar teus olhos ver seu lindo sorriso sentido seu corpo ao meu. Sentimento envolvente dúzias de palavras ausente, calada em um toque de um beijo ardente... Vontade louca, de acariciar seu corpo nú... Súbito desejo de te amar, te amar e te amar. Nesta cama, nesta cama ardente de paixão.

Medo

A gente já falou, aqui, sobre o medo.
Todo mundo tem ou já teve medos. Pode ser de aranha, de avião.
Pode ser medo do mar, e até de fantasma...

Medo é coisa que dá em gente, não é?
E é até bom, porque ajuda a nos proteger dos perigos do dia-a-dia.

Mas tem medos que paralisam a vida.
Que impedem a gente de crescer.

Quando a gente ama alguém, tem medo de perder.
Rejeição dá medo mesmo.
Quando a gente tem um trabalho, tem medo de perder.
Desemprego dá medo mesmo.

Mas sabem o que é pior que o medo?
A falta de ousadia, de persistência, de coragem de arriscar...

O medo do novo, o medo da mudança, o medo da recusa, o medo da velhice...
Isso tudo é medo que vai adiando a felicidade.

Na geladeira lá de casa tem um ímã com uma frase que eu gosto muito.
É assim:
"O homem é realmente livre quando não tem medo do ridículo"

Ter medo do ridículo é ter medo de se expor. e se você se esconde, jamais saberão quem você é, quais são os seus talentos, suas idéias...

O medo é um sentimento legítimo, mas ele não pode reger a vida da gente.
Eu tenho medos como todo mundo, mas faço uma força danada pra espanar ele pra longe de mim.

E eu vou dizer uma coisa pra vocês:
Todas as vezes que eu superei o medo, eu fui feliz ou, no mínimo, aprendi coisas muito importantes.

E o medo da morte?
Esse sim é o primeiro e o maior de todos.
Mas se a gente ficar pensando nela, não vive.
Aí os dias passam sem graça e a gente acaba sem ter o que contar pros nossos netos.

No fundo, quem tem medo que as coisas se acabem, perde o melhor da festa, que é o agora.
Então, cuidado se você sofre demais com esse medo de morrer...
Isso pode ser apenas...
Medo de viver.

"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo"
Essas duas frases juntas são a síntese da doutrina de Jesus (e do Cristianismo).

Permita Senhor que eu nunca deixe de praticar o que Tu nos ensinaste. Que eu faça o melhor que puder pelas pessoas, como gostaria que fizessem por mim, mesmo que isso não aconteça. Renovai minha Fé.

" Fácil falar sobre o amor
Todos falam
Agora eu vou falar por mim
É tão gigante
Não pede, não cabe
Não decide aonde ir"
Ele não se transforma de hora em hora
Ele se firma pela eternidade!!"

Sobre relações...
Decepcionar-se com alguém pela segunda vez é teimosia...
Pela terceira é burrice!

É assim todo o dia
O sol clareia brando
A lua suaviza meu pranto
Medito sobre minha vida vazia

Lágrimas de suplício
Lágrimas geladas...
Lágrimas desperdiçadas...
Tentando aliviar meu martírio

E eu odeio tudo isso
Odeio sentir essa tortura
Ser seguida por essa amargura
Até já tentei suicídio

Minha lamúria
Meu terror que queima minha alma
Minha mortificação que não me deixa ter calma
Minha eterna fúria

Lágrimas...
Lágrimas de dor
Lágrimas sem amor
Mágoas...

Tentei me afogar
Nessa lamentação inútil
Nesse lamento fútil
Na bruma que disfarça o mar

Mas isso não me protegeu
Só me trouxe mais aflição
Só trouxe minha crucificação
Mas isso não me abateu

Pois, assim como eu
Nesse mundo profano
Sufocado nesse desejo insano
Muita gente morreu...

Nessa imortal depressão...

Ainda sobre olhar e olhares...

Existem olhos que apenas olham, e existem olhares que verdadeiramente enxergam.

Olhares que transcendem a superfície e alcançam lugares que as palavras nem sempre conseguem tocar. Olhares que acolhem a alma sem interrogá-la, que compreendem sem exigir explicações e que permanecem atentos aos detalhes que quase todos deixam escapar.

São olhares que registram mais do que imagens. Registram silêncios, ausências, cicatrizes, alegrias discretas e sentimentos que não encontram voz. Não se limitam ao que está diante deles; percebem o que habita por trás dos gestos, entre as pausas e dentro das emoções.

Mas também existem olhos que olham e não veem. Que atravessam pessoas, histórias e sentimentos sem realmente encontrá-los. Olhos que se detêm na aparência, mas não alcançam a essência. Que observam a forma, mas desconhecem a profundidade.

Talvez porque enxergar seja mais do que um ato da visão. Enxergar exige presença. Exige sensibilidade. Exige disposição para encontrar no outro algo além daquilo que está exposto.

Os olhares são espelhos e portais da alma. Espelhos porque revelam aquilo que carregamos dentro de nós. Portais porque permitem acessar mundos que não podem ser tocados pelas mãos.

E há uma beleza rara nos olhares que permanecem. Naqueles que não apenas veem quem somos, mas nos fazem sentir vistos. Porque, às vezes, o maior encontro entre duas almas acontece em silêncio, no breve instante em que um olhar reconhece o outro e decide ficar.

Ama-me

Aos amantes é lícito a voz desvanecida.
Quando acordares, um só murmúrio sobre o teu ouvido:
Ama-me. Alguém dentro de mim dirá: não é tempo, senhora,
Recolhe tuas papoulas, teus narcisos. Não vês
Que sobre o muro dos mortos a garganta do mundo
Ronda escurecida?

Não é tempo, senhora. Ave, moinho e vento
Num vórtice de sombra. Podes cantar de amor
Quando tudo anoitece? Antes lamenta
Essa teia de seda que a garganta tece.

Ama-me. Desvaneço e suplico. Aos amantes é lícito
Vertigens e pedidos. E é tão grande a minha fome
Tão intenso meu canto, tão flamante meu preclaro tecido
Que o mundo inteiro, amor, há de cantar comigo.

Hilda Hilst
Prelúdios-Intensos para os Desmemoriados do Amor

Uma das coisas mais trágicas que eu conheço
sobre a natureza humana
é que todos nós tendemos a adiar a vida.
Estamos todos sonhando com algum jardim
de rosas mágico no horizonte
ao invés de aproveitar as rosas que estão florescendo
no lado de fora de nossas janelas hoje.”

Ai daqueles que se aproveitam do poder que têm sobre um coração para roubar-lhe as inocentes alegrias que nele nascem espontaneamente!

(Os Sofrimentos do Jovem Werther)

Eu vi o mundo desabando
sobre minha pele
e não tinha muito
o que poderia ser feito,
então fiquei ali,
atento a tudo,
extremamente ligado ao mundo
e quando todos os
deuses acharam que não,
me levantei
e sorri.

De tudo o que vivi, aprendi que legado não é sobre grandeza, é sobre verdade. É sobre se deixar fragmentar em tudo o que se faz, permitindo que cada gesto carregue um pouco da nossa alma. Porque quando a gente ama o que faz, cada detalhe vira semente — e semente boa sempre floresce no tempo certo.

Eu entendi que viver com propósito é deixar marcas que não se apagam: na memória de quem tocamos, nos olhos que encontram nossas imagens, nas palavras que escrevemos e que ecoam mesmo quando o silêncio chega. A vida é breve, mas o que construímos com amor permanece. Fica no riso que despertamos, na lembrança que guardam de nós, no cuidado que entregamos sem esperar retorno.

O que fazemos bem feito não morre. O que é feito com amor não se perde.
Se um dia eu me for — e todos iremos — que fique o que plantei: a sensibilidade que deixei nas ruas da minha cidade, as histórias que registrei, o afeto com que olhei para o meu povo, a força com que atravessei meus dias.

Meu legado é isso: a soma dos meus fragmentos.
E que cada um deles continue vivendo onde minha presença não alcançar mais. Porque, no fim, só permanece aquilo que nasce verdadeiro. Só fica aquilo que foi feito com amor.

⁠O que Me Move

Depois de falar sobre o olhar que me define, venho agora compartilhar um pouco mais sobre o que realmente me move.

Meu olhar sempre foi um caminho para além do óbvio. Não vejo apenas o instante, mas o que ele carrega. Cada imagem que registro e cada palavra que escrevo são fragmentos de tempo que se recusam a ser esquecidos. Gosto de capturar o que pulsa, o que sussurra histórias na sutileza dos detalhes.

Minha fotografia não é apenas sobre o que está diante de mim, mas sobre o que ecoa dentro. Busco o que resiste ao tempo, o que guarda essência, o que conecta. Escrevo para dar voz ao que se esconde nas entrelinhas, para transformar sensações em palavras que acolhem e despertam.

Mais do que um ofício, meu trabalho é um reflexo de quem sou. Um convite para ver com mais sensibilidade, sentir com mais verdade e reconhecer, na imagem e na palavra, um pedaço de si.

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