Poesias sobre a Cultura Indigena
E a mim restou apenas esses versos sobre nós, que nunca ninguém vai ler, serão publicados no esquecimento, e eternizados em meu coração, e em minha lembranças!
Falam sobre a vida abundante, mas não sobre arrependimento. Falam sobre riquezas materiais, mas não sobre abandonar tudo por Cristo se preciso for. Que Deus nos livre de pregar um evangelho superficial.
Talvez a peça não fosse sobre milagres. Não, talvez fosse sobre a passagem do tempo, a necessidade de paciência e a capacidade de perdoar.
“O que é o que é, a um só tempo, um aluvião de lágrimas deslizando sobre seu rosto e um sorriso repousando em seu olhar? Resposta: sortudos!”
(...) A forma de cada um viver é bastante peculiar, não há julgamento preciso sobre esta, se não houver uma relação sinalagmatica ...
Sobre cada coisa que eu sei ou penso saber, sobre cada mínima decisão em que sou autossuficiente, existe uma declaração embutida: Não preciso de Deus.
A natureza hermeticamente exerce poética sobre a vida, por mais brutal que seja a realidade, os olhos ainda refletem a poética. Caso esse argumento fosse irreal, a humanidade não teria o cinema enquanto arte.
A dor é muito útil. Ele avisa sobre o perigo, ensina sobre as ameaças e traz consequências para as suas ações.
A pandemia nos oferece a oportunidade de refletir sobre a vida, seus acertos e seus erros. Neste momento de crise viva intensamente o novo com princípios, honestidade e muito respeito.
Em pequenas coisas, encontramos a esperança de um futuro risonho, sobre um presente mal concebido, estão talhadas vivências de um passado jamais construído.
Cravamos os mistérios sobre a nossa passagem pelo mundo, como se de um teatro se tratasse, onde a certeza sobre o final previsto no guião da vida, encontra-se secretamente escondido na mente do seu director de produção, que no teatro real da nossa vida chama-se DEUS.
“Sobre pequenas palavras escritas com letras de bronze, cantarolo sobre a mente dos filhos sofridos desta Angola à fora, sem medo do tempo que passa, me assumo velho num corpo de jovem, que pretende ser jovem no corpo de velho, quando este tempo chegar.”
A sua história nunca é sobre o que encontra no meio do caminho. É sobre os meios que cria no caminho com o que encontra.
Ela sabe que o que (a) apequena está apenas confessando sobre o quão pequeno é. E o que é pequeno assim, o olho dela só diminui. A intensidade dela só aumenta o que é grande, e o que é grande é o que evolui.
Sabe o conto de fadas sobre a princesa que espera pelo corajoso príncipe ir salvá-la? É, esta história não será desse tipo.
"Os químicos discorrem eruditamente sobre a matéria da petrificação, entretanto, até o presente, ninguém conseguiu com sublime engenho ou com segredo raro confeccionar uma mínima porção de pedra de qualquer espécie ou gênero."
Medíocre é o homem que não sabe se dominar. Triunfar vitorioso sobre si mesmo. Na conquista absoluta do domínio próprio.
"Meu ceticismo sobre a vida, até então, é o produto mais harmonioso e mais sensato de minha credulidade."
