Poesias Relacionadas sobre a Arvore
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"Minha opção, caso eu escreva sobre Misterio, Suspense etc, não seria (não será) por ficção. Afinal, Agatha Christie e Stephen King já existem e são geniais. Eu optaria (ou optarei) por não ficção!"
SOBRE ADÃO E CRISTO, A ESCOLHA E A REGENERAÇÃO
O teólogo Jalison Santos disse:
"Assim como estávamos em Adão e por ele ter pecado, todos os homens pecaram. Jesus foi o Segundo Adão, perfeito em tudo. Assim como Adão teve a livre escolha de comer o fruto proibido e pecar, nós temos a livre decisão de sermos regenerados em Cristo Jesus."
"Nós não fomos regenerados automaticamente na cruz. Pois temos a decisão livre de escolher a Deus, mediante a graça que nos é dada e a fé que nós mesmos exercitamos no coração."
"Deus nunca tira o livre arbítrio do ser humano. A cruz conquistou a salvação, abriu o caminho e enviou a graça — mas a regeneração, o nascimento de novo, depende da nossa vontade e da nossa escolha de aceitar e receber o que Ele preparou."
SOBRE A LETRA E A VIDA
O teólogo Jalison Santos disse:
"A letra mata quem não a conhece — porque ela mostra a verdade exata, a estrutura, a escolha, a responsabilidade e o sentido real que muitos querem esconder ou distorcer. Quem não conhece a letra, fica na ilusão, na interpretação humana, no erro e na escuridão."
"A letra mostra o que é certo e o que é errado, revela a obrigação, a escolha e a responsabilidade de cada um. Quem vive na ignorância acha que a salvação é automática, sem participação do homem — mas a letra julga, mostra a verdade e separa o que é de Deus do que é do homem."
Por vezes, ponho duas refeições sobre a mesa, embora eu viva só.
É um pequeno engano que concedo ao coração: por alguns instantes, imagino que há alguém comigo, e a solidão se torna menos severa.
Com o passar dos dias, o gesto tornou-se hábito; ainda assim, toda vez que o repito, algo em mim se comove.
Talvez esta seja minha única maldição: preparar um lugar para quem jamais há de vir.
A MATURIDADE
‘’Aprendendo sobre a maturidade nos procedimentos de Cristo Jesus ‘’
(Um) - Ele era manso: Falava com voz suave e demonstrava no seu semblante a paz que vinha do seu interior.
(Dois) - Era humilde: Tinha todo o poder em suas mãos, mas nunca usava para esnobar ou humilhar ninguém.
(Três)- Era seguro de si: Conhecia suas fragilidades, mas não deixava ser dominado por elas.
(Quatro)- Conhecia a parte da mente destrutiva do ser humano, por isso suas palavras eram de conselhos e não de punição. Procurando mostrar as pessoas os seus próprios erros.
(Cinco) - Observava mais, e quando falava era com intuito de ensinar. Não focava em coisas banais, procurava sempre abster-se do estresse coletivo.
(Seis) - Tinha um ideal em sua missão, seguia em frente com um caráter firme. Nunca desanimava do seu alvo, sabia o que iria passar, mas nunca sofria por antecipação.
(Sete) - Evitava sempre o esgotamento mental. Não discutia com o seu opressor, muitas das vezes ficava em silencio por que pensava antes de agir. Muitas pessoas tem isso como fraqueza de caráter, mas na verdade a oração do sábio é o silencio.
(Oito) - Sempre soube ser colocar na posição do anonimato. Nunca Almejou os holofotes querendo ser famoso, mesmo com toda a multidão que o seguia.
(Nove)- Nunca reclamou da vida que levou mesmo sendo Deus encarnado. Veio de uma família pobre, passou por varias tribulações mesmo antes de ter nascido, e depois perseguido e morto por causa de invejas. Nunca usou a força e o poder que tinha contra os seus acusadores, mas sempre que podia os mostrava a verdade e a justiça de Deus.
Esses são os exemplos de maturidade que devemos aprender com Cristo Jesus.
Pedro, tu me amas?
Pedro, tu me amas?
Pedro, tu me amas?
A pergunta nunca foi sobre o teu chamado, Pedro. A pergunta sempre foi sobre quem tu és.”
#QuemÉTu
Nunca foi sobre oferecer flores.
No Dia Internacional das Mulheres, sempre foi sobre não oferecer espinhos nos outros 364 dias do ano.
Não é sobre
se libertar da dor,
mas do que
causa
a dor.
Há um equívoco muito comum em nossa maneira de lidar com o sofrimento: tratamos a dor como inimiga, quando muitas vezes ela é apenas a mensageira.
Passamos grande parte da vida tentando silenciá-la, anestesiá-la ou escondê-la, como se o problema estivesse no alarme e não no incêndio que ele anuncia.
Libertar-se da dor pode até oferecer algum alívio momentâneo, mas quase nunca transforma a realidade que a produz.
É como trocar o curativo sem limpar a ferida — por um tempo parece resolvido, até que a infecção volta a lembrar que o problema nunca foi realmente enfrentado.
O que realmente exige coragem não é fugir da dor, mas olhar com honestidade para as causas que a alimentam.
Às vezes são relações que se sustentam no desgaste, expectativas que nunca foram nossas, silêncios que acumulamos para manter aparências ou estruturas que aprendemos a aceitar como inevitáveis.
A dor, nesse sentido, pode ser um tipo muito raro de lucidez.
Ela revela aquilo que a acomodação tenta esconder.
E, por mais desconfortável que seja, ela também aponta para onde a mudança — de fato — precisa acontecer.
Libertar-se do que causa a dor exige mais do que resistência emocional — exige revisão de escolhas, rompimento com padrões e, muitas vezes, a coragem de contrariar as narrativas que nos ensinaram a suportar o insuportável.
Porque, no fim, não se trata de aprender a viver anestesiado.
Trata-se de aprender a viver sem precisar se ferir para continuar existindo.
A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.
Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.
A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.
Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.
O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.
Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.
Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.
Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.
Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.
Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.
Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.
Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.
Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.
No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.
É sobre não se perder de si mesmo no processo.
Sobre o outro, só um julgamento é permitido, urgente e necessário — vale ou não a pena discutir.
Em tempos de tantos julgamentos, talvez este seja o mais sábio e também o mais ignorado.
Não porque o outro não mereça resposta, mas porque nem toda palavra merece palco.
Há debates que não são pontes, são armadilhas…
Conversas que não buscam entendimento, apenas vitória.
E quando o objetivo deixa de ser o entendimento e a verdade para se tornar o aplauso, qualquer argumento vira figurante de um espetáculo já ensaiado.
Discutir, no sentido mais nobre da comunicação, é um exercício de construção.
É lapidar ideias no atrito respeitoso, é admitir a possibilidade de estar errado, é sair diferente de como entrou.
Mas isso exige uma disposição muito rara: escutar de verdade.
E, sejamos honestos, grande parte das discussões hoje não nasce dessa intenção — nasce da pressa de responder, da necessidade de afirmar, do medo de parecer fraco…
Há um custo invisível em entrar em toda e qualquer briga: o desgaste da mente e da alma.
Cada discussão inútil consome tempo, energia e serenidade.
E, aos poucos, vamos nos tornando aquilo que criticamos — reativos, barulhentos e previsíveis.
Não por maldade, mas por contaminação.
Saber quando não discutir não é aceitação nem omissão; é discernimento.
É reconhecer que nem todo campo merece ser cultivado, que algumas terras não produzem nada além de ruído.
É entender que o silêncio, às vezes, é a forma mais eloquente de inteligência.
No fim, talvez a maturidade não esteja em vencer argumentos, mas em escolher quais sequer valem a tentativa.
Porque há debates que ampliam horizontes — e há aqueles que apenas estreitam o espírito dos que insistem.
E desses, o melhor argumento continua sendo a recusa.
Ele, me disse para escrever sobre meus sentimentos...
Estou fazendo isso agora, faz parte da minha história.
Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.
Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.
Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.
E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.
Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.
O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.
Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.
Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.
Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões
Observer esse rapaz. Ele ainda será mundialmente famoso, disse Mozart sobre Beethoven.
sfj,caracteres
Quando louvamos, entronizamos Deus como Rei sobre a situação.
O louvor coloca o foco no poder de Deus e não no poder do inimigo.
Vivem te avaliando geralmente:não é sobre você, é sobre o que você carrega!
Não suportam ver alguém permanecer firme mesmo ferido.
Não entendem a tua entrega a Deus, então tentam te reduzir.
Julgam porque não conseguem discernir.
Isso aconteceu com Jesus: “E espiavam-no, se o curaria no sábado, para o acusarem” (Marcos 3:2). Viu? Eles também ficaram vigiando Jesus, esperando um erro. Se fizeram isso com o Filho de Deus, imagina com você? Essa guerra não é natural, é espiritual.
Guarde seu coração.
“Buscar bênção sem conversão é construir sobre areia — o dia da prova revelará o engano.” Mateus 7:24-27.
– miriamleal
Nem tudo é sobre você fazer algo.
Às vezes é só sobre quem você é.
Você não precisa se encolher pra acalmar o outro.
Quem anda em verdade não deve pedir desculpa por existir.
“O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo?”
(Sl 27:1) miriamleal
