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Poesias Relacionadas sobre a Arvore

Cerca de 38943 frases e pensamentos: Poesias Relacionadas sobre a Arvore

O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.


Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.


Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.

Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.


Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.


Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.


E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”

Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.

Você é um enigma deixado sobre a mesa do meu peito, uma caixa antiga sem manual, cheia de símbolos que não se repetem.
Cada gesto seu muda a ordem das peças, e eu quebro a cabeça, não por falta de entender, mas porque decifrar você exige mais sentir do que pensar.

O Nosso Verão


O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.


O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.


As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.


Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.

Fúria! Todos procuram defeitos para atirar pedras sobre mim, mas nem mesmo me procuram para saber sobre mim!


Acaso és perfeito, oh, julgador? Por que não crucifica a si mesmo? Pois apenas olhas a trave dos mais fracos, impiedoso!


Dizes tu que queres ajudar-me com críticas que ferem como espadas de dois gumes? Portanto, eu te afirmo: Médico, cura-te a ti mesmo!!

Uma verdade que muita gente aprende tarde
A traição revela mais sobre o caráter de quem trai do que sobre o valor de quem foi traído.
Você sentir dor só mostra que você tem consciência, amor e profundidade emocional.

Sobre Música e Sonhos


A música é a única salvação para o que resta da minha alma, quando o que se tem, não basta, ou o que há de mais importante, é inalcansável. Só ela nos ajuda a jogar para fora o que queima, arde, cura ou fere.
Cante suas histórias, conte tuas memórias. Que cantemos a verdade com paixão, pois se não há outro caminho, é necessária uma solução. Faça o que faz por amor, e não por dinheiro, pois ele é só um bônus do esforço e trabalho bem feito. Do que adianta toda riqueza, vivendo uma vida de mentira, sem desejo, vontade ou um amar verdadeiro?
Busque teus sonhos, viva o teu destino. Jamais deixe alguém dizer que não pode qualquer coisa que queira. Viva para realizar seus sonhos, e não os de pessoas alheias, que jamais devolverão o tempo perdido, ou o momento onde ainda podia alcançar teus objetivos mais concretos, e vontades mais sinceras.
— Marcela Lobato

O texto de Isaías não fala sobre Lúcifer, mas sim sobre Nabucodonosor II, que foi rei da Babilônia, devastando diversas nações por muito tempo, e tornando, inclusive os hebreus, seus escravos.
O que está no livro de Isaías 14 é uma comparação de Nabucodonosor com vênus, devido ao mito babilônico das estrelas (que para eles eram os planetas também, e deuses), onde Vênus é expulsa do céu ao longo da madrugada devido, pela mitologia deles, ter sido expulsa pelos deuses já que era a mais bonita, a mais brilhante, e com isso ter ficado arrogante, orgulhosa, assim como era esse rei, se sentindo o rei do mundo, um deus encarnado. Além disso, naquela época era comum chamar os imperadores de "Estrela da Manhã"
Então não, não existe nenhuma menção ao deus Lúcifer, e nem a nenhum ser chamado Lúcifer na bíblia. A outra única vez que o termo lux ferre aparece, não como nome próprio, como título, é para se referir a Jesus, o colocando como "Estrela da Manhã". Como um imperador.
Vocês foram enganados. O diabo foi criado pela igreja para mantê-los no cabresto. Sem o Diabo, o que seria da igreja? Sem a condenação eterna, quem se sujeitaria aos horrores do cristianismo? Não é atoa que a maioria esmagadora, se não todos que lêem a bíblia de verdade, saem do cristianismo, ou, no mínimo, mudam muito sua crença com relação a isso.
Não deixe que sequestrem a sua mente! Não seja refém de um sistema sádico! Acorde e liberte-se! Conheça a verdade, a verdadeira, não a ilusória ultra manipulada, e então liberte-se! Parafraseando o personagem mitológico Jesus, "Conheçam a verdade e ela vós libertará".
- Marcela Lobato

SOBRE ESTA ANSIEDADE

Houve um tempo que eu era triste só e infeliz,
Houve um tempo
Que eu era solitário demais pra ser infeliz
Houve um tempo
Que eu era triste demais pra ser solitário.
Houve um tempo
Que eu não tinha mais tempo pra ser só
Hoje não tenho mais tempo pra ser eu...

AZUL
Seu cabelo caia sobre os olhos
Como se sua juventude,
Fosse a franja sobre testa,
A cortina caia na minha frente
Como se o show
Fosse de um mamulengo
Ou um ser teatral qualquer,
Como marionetes sádicas e sarcásticas...
Seu olhar se perdia na janela
Como se convidasse as estrelas...
Eu sou mais que um olhar no passado
Quando eu passo a olhar para o mar
Mas o que é o azul além do azul
Alem da vela encardida da jangada...
A imensidão que tenho em mim tem mil navios,
O meu pacífico tem mais que calmarias
Tem continentes a desbravar...
E o nativo que eu tenho em mim
É uma espécie de indio , de escravo e de ave
Que se catequiza, escraviza, e faz voar...

Ela pegou a vassoura
e saiu voando pela janela,
ainda vejo sua silhueta sobre a vassoura
em contraste com a lua cheia...
mais cedo fez chover pétalas de rosas
me falou da essência do amor...
e cheirando a jasmim
levitava entre entre as bromélias do jardim,
ela me disse que era pra sempre
que era infinito, sempre que acontecesse
deitamos a luz da lua
acordamos a luz das estrelas
e tudo que era poesia invadiu minha rua...

⁠Sobre me parecer com eles...
Por Luiza_Grochvicz.

Às vezes me perguntam: com qual filósofo você se parece?
E eu fico em silêncio.
Porque me parecer com alguém é sempre também uma forma de não ser ninguém por completo.
Mas se for preciso traçar espelhos, que sejam espelhos em águas agitadas — nunca nítidos, sempre em movimento.

Com Kierkegaard, compartilho a vertigem.
Aquela dor silenciosa de estar vivo, de ser livre demais, de pensar tanto que quase se dissolve.
A angústia dele não me assusta — ela me reconhece.
Como se a alma dele tivesse escrito cartas para a minha, antes mesmo de eu nascer.

Com Clarice, é o sangue da palavra.
Não escrevemos — sangramos.
Ela também sentia demais e dizia pouco, mas o pouco explodia.
Clarice escreve como quem ama o que não entende. E eu também: escrevo para encontrar o que nunca procuro.

Com Camus, compartilho o absurdo.
A beleza de estar num mundo que não faz sentido, e ainda assim levantar todos os dias.
Ele era o silêncio das pedras; eu sou talvez o sussurro do vento.
Mas ambos sabemos: é preciso imaginar Sísifo feliz, mesmo com o peso da pedra.

Com Beauvoir, é a liberdade.
O incômodo.
A recusa em aceitar que viver seja só obedecer.
Ela pensava com coragem, sentia com lucidez.
Me inspira a ser mulher sem rótulo, filósofa sem jaula, pensadora com pele.

Me pareço com todos, e ainda assim, sou outra.
Porque filosofar, pra mim, é tocar o invisível com palavras.
É doer bonito.
É pensar como quem ama demais.

A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.


Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.


Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.


A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.

Não há fé sem esperança.
Que o Espírito Santo paire sobre nós, nos fortaleça e nos conduza na busca da nossa fé através da palavra de Deus.

⁠Não podemos servir a dois senhores;
Portanto, não permita que o maligno tenha poderes sobre você.
DEUS É SUPERIOR A TUDO E A TODOS.

Às vezes o corpo e a alma só pedem
pausa, não solução. Não é sobre força ou coragem, é sobre permitir-se descansar, mesmo que seja só por hoje, mesmo que seja no silêncio ou na solidão.

Recomeçar não é apagar...
É bordar novos fios sobre o tecido antigo, transformar ausência em espaço fértil,
e presença em raiz que
floresce no agora.