Poesias que Falem em Mãos

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Dói porque o amor não sabe morrer; a gente é que fica aqui fora, com as mãos cheias de futuro, tentando explicar para o peito vazia que a saudade agora é a única forma de abraçar quem partiu.

A lei do retorno foi escrita pelo universo e carimbada pelas mãos de Deus, por isso é tão perfeita e justa.

Você tem um grande poder nas mãos! O sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que todos nós temos nas mãos o maior de todos os poderes que é o poder espiritual, e que só precisamos aprender a usá-los. O poder do fogo por exemplo, pode ser usado para aquecer o frio ou para causar grandes desastres e incêndios. Assim também ocorre com o nosso poder espiritual, você usá-lo para o bem o para mal, canalize seus poderes positivamente e venha viajar feliz com esse sapinho...

No espelho dos anos vejo rugas acompanhada de boas lembranças, de mãos dadas correm juntas e sorriem com juízo de adulto e o bom humor das crianças

A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.

“No método Reiki, aprendemos que o toque das mãos é o mais íntimo e poderoso dos meios de comunicação. Esse impulso universal humano surge a partir da verdade de que as mãos têm incomensurável poder terapêutico, se colocadas numa outra pessoa, num animal ou numa planta.”

As paisagens urbanas com suas, construções, pontes, túneis e viadutos, são moldadas pelas mãos e energias humanas decorrentes do cansaço, dor, frustações e preocupações, ao passo que as paisagens rurais exalam a paz, harmonia e reconforto, uma vez que foram criadas genuinamente pelas mãos de Deus.

⁠Tem acontecimento tão marcante em nossas vidas que nem a borracha do tempo nas mãos da memória é capaz de apagar.

⁠As pessoas que vivem de acordo com as obras más, sabotar a sí mesmo, não suja as suas mãos, não será necessário.

⁠No segurar das mãos, o olhar, o sorriso, o toque, o cheiro, o olhar nos olhos e enxergar a alma, e mergulhar na essência e aprendermos juntos o verdadeiro significado de dar e receber!

Plantei raízes no silêncio ansiando pelo sol da esperança, mas mãos alheias cobriram a terra, impedindo-me de florescer.Meu caule se ergueu trêmulo, buscando o céu em vão, pois a sombra de terceiros pesava mais que minha vontade. E assim sigo, metade semente, metade lembrança do que poderia ser; um destino podado antes do tempo, um sonho que ainda respira sob a terra.

Não me faltou vontade, nem coragem para crescer. Faltou-me apenas o espaço que mãos alheias roubaram. Chamaram de orientação o que era apenas prisão; chamaram de liderança o que não passava de opressão.

O regresso é miragem, um delírio da memória, a farsa de que ainda existe um ontem em nossas mãos.

Não busco abrigo, eu o crio, a casa nasceu das minhas mãos, e hoje habito onde antes só soprava o vento.

Minha compaixão brota de ter sofrido, conhecer a dor ensinou a aliviar, dou mãos onde precisei delas

Fui moldado pela dor e lapidado pela paciência. Cada sofrimento foi um cinzel nas mãos do tempo, esculpindo em mim a consciência de que nada é em vão. A dor me rasgou, mas também me abriu para o divino que habita no silêncio. A paciência, essa artesã invisível, me ensinou que o amadurecimento não é pressa, é entrega. Hoje entendo que fui forjado não para ser perfeito, mas para compreender a beleza do processo, o sagrado que existe em suportar e florescer, mesmo em meio ao fogo.

A vida me feriu, mas a esperança, com suas mãos firmes e delicadas, sempre soube transformar dor em remendo, e remendo em recomeço.

Há mãos que sangram por amor e não se arrependem. O verdadeiro esforço é o de continuar acreditando, mesmo quando tudo parece perdido. O cansaço é o selo da fé viva, o sinal de quem ama sem desistir.

A verdadeira alegria nasce quando as mãos se rendem e os olhos se enchem de gratidão, então a vida se põe a cantar.

A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.