Poesias que Falem em Mãos
O leme da sua jornada está em suas mãos. Cada passo consciente esculpe o mapa da felicidade que você merece.
Existem lembranças que pesam como ferros, mas moldam como mãos de artesão. Cada dor que carreguei me empurrou para dentro, e lá encontrei partes de mim que nunca ousaram nascer. A vida às vezes arranca, às vezes entrega. Mas sempre ensina, mesmo que a lição seja dura demais para a idadeque tínhamos.
A esperança é um mapa rabiscado com lágrimas e mãos calejadas, apontando caminhos que poucos ousaram pisar.
Há palavras que surgem como fósforos acesos em mãos trêmulas. Acendem-se, queimam rápido, deixam cheiro de algo que foi e não volta. Guardo-as em potes de vidro para que não se apaguem por completo, e quando preciso, abro um pote e relembro o calor que um dia tive.
Às vezes o perdão é uma mesa posta para ninguém. A comida está lá, mas faltam mãos para compartilhar. Fico olhando o prato vazio e aprendo sobre abandono. Algumas refeições só alimentam a memória. E ainda assim a mesa insiste em ser hospital de esperanças.
O amor que me cura não exige perfeição. Ele pede apenas coragem para chegar com as mãos vazias. Acolhe os termos e as condições sem contrato. E na simplicidade do gesto, tudo se transforma. Porque amor que exige pouco é o que mais dá.
O perdão que me proponho é lento, como cerâmica. Modela-se com mãos que não esmorecem. Algumas peças racham no forno e perdem a forma. Outras saem perfeitas, surpreendendo até o artesão. E percebo que imperfeição também é beleza.
A ternura que procuro é de origem doméstica. Não vem de placas nem diplomas, mas de mãos simples. Ela aparece em gestos que não pedem retorno. Quando recebo tal ternura, sou restaurado. E volto a acreditar em recomeços honestos.
A tristeza vem como uma estação implacável, sem aviso, sem pausa e nos deixa com as mãos frias, tocando lembranças que nunca se foram.
O peso do corpo sobre a cadeira, o calor da xícara entre as mãos, o ritmo da respiração... a felicidade não é um evento grandioso, mas a soma desses pequenos momentos de presença absoluta onde o passado e o futuro deixam de nos assombrar por alguns minutos.
O verme! Como podes pregar comodidade no caminho para o ceu, enquanto o Teu próprio Deus tem mãos e pés furados?
O momento mágico, é aquele no qual temos o poder de escolha nas mãos; onde um sim ou um não mudarão o rumo de nossas histórias.
“A democracia é uma invenção extraordinária porque permite que o poder mude de mãos sem que o país precise mudar de dono.”
O trabalho não apenas ocupa as mãos: ele disciplina o espírito, afasta o tédio, contém o vício e transforma a necessidade em dignidade.
O político, muitas vezes, acaba se tornando um fantoche nas mãos de banqueiros, megaempresários e grandes filantropos. Ele é pago para enganar, esconder a verdade, mentir e distraírem o povo, de forma que ninguém perceba quem realmente exerce o poder por trás dele. O político, então, não é o verdadeiro responsável pelas decisões importantes; ele serve apenas como uma distração, enquanto os verdadeiros donos do poder manipulam as ações nos bastidores, longe dos olhos da população.
O silêncio e a palavra caminham de mãos dadas.O silêncio já salvou pessoas até da morte.E o grito na hora oportuna também já impediu até de mulheres serem vendidas a traficantes de pessoas em aeroportos.Por isso, que a sabedoria não é sempre calar,mas falar na hora certa e às vezes ser sábio é confiar nos instintos e gritar mesmo parecendo ser um louco que luta pela sobrevivência neste mundo cheio de perversidade,mas que ainda habita amor e a esperança.
O mundo pode ser transformado para melhor pelas mãos dos bons estudantes dos professores de excelência.
Entrego ao céu o que ainda não posso entregar às tuas mãos: a minha prece pela tua guarda e o meu zelo pelo teu caminho. Que o universo te cuide enquanto o tempo nos ensina a rota, pois mesmo sem saber o teu nome, meu coração já decorou a tua paz
“Quando soltei das mãos aquilo que não me obedecia, o destino encontrou espaço para agir — e o que era turbulência tornou-se ordem.”
"Que a minha história não seja lembrada apenas pelas mãos que plantaram, mas pelo coração que, mesmo diante do desconhecido, escolheu ser grato."
