Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Acredite: você vai vencer a tristeza.
Todos, vez ou outra, enfrentamos a depressão,
mal que maltrata e oprime o coração.
Mas tenha certeza, é questão de tempo,
de enfrentar a dor e conseguir ver
que nem todos soltarão a sua mão.
Há os que estarão sempre lá à sua espera,
para caminhar ao seu lado,
mesmo que, alguns momentos
não sejam assim tão bons.
De mãos dadas, com quem sabe dessa dor,
será mais fácil reencontrar da vida a beleza e o sabor.
Se você chegar 10 minutos antes para pegar um ônibus, ele terá passado a poucos segundos.
Se você chegar meia hora antes, para pegar um ônibus, ele demorará uma hora a mais que o habitual.
Se você chegar uma hora antes, ele não virá.
Quando você desistir de esperar um ônibus, e ir embora... Ele passará.
Você é valente.
A capacidade de luta que há em você precisa das
adversidades para revelar-se.
Não tema nem vacile.
Olhe para dentro de si. Veja do que é capaz. Da
saúde que pode desfrutar, do bem que pode fazer.
Confie na sua força de vontade.
Espere bons resultados, com paciência.
Essa força que você tem é Deus querendo exteriorizar-se
para melhorar o mundo."
Engraçado!
Engraçado,como as pessoas entram e saem da nossa vida como estivesse passando numa rua qualquer.
Engraçado, como confiamos nas palavras e deixamos nossos valores sufocados.
Engraçado, como deixamos que pessoas compartilhem de nossos sonhos.
Quando na verdade nem de seus pesadelos fazemos parte.
Engraçado, tudo isso.
Mas deixa de ser engraçado quando somos comparados a uma bola, sendo jogados de canto para outro, sem pretensão de gol.
Porém tudo passa a ter graça quando percebemos que a vida contínua. E Deus nos conforta e supre-nos de maneira sobrenatural, da graça que ninguém encontrou em nós.
Autora: Profª. Maria de Fátima B. de Oliveira
Tenho meus ataques de raiva,
que não duram mais que dois segundos.
Algo dentro de mim, mais forte ou mais sensato,
alerta-me para os perigos da ira
e me traz de volta ao eixo.
Cika Parolin
Minhas expectativas em relação às amizades são muito simples...Ofereço e espero franqueza e lealdade pois, considero
esses os pilares fundamentais para que as amizades se fortaleçam
e criem raízes profundas na alma, o que não permitirá que elas se
abalem no primeiro vendaval.
Cika Parolin
Presto atenção às entrelinhas...
O que se diz nelas,
é o que me parece essencial.
É onde está a Alma...
Muito além do visível e do audível;
é o que se percebe com os sentidos
do coração.
Cika Parolin
Que olhar as minhas cicatrizes
seja apenas a constatação de que,
apesar de tudo, superei e venci...
Jamais razão para lembranças amargas
e infindáveis lamentações.
Cika Parolin
Esqueça tudo o que falam sobre o amor, pois esta errado. Ninguém sabe realmente o que ele é, e como faz nós ficarmos assim
Julgamos frequentemente das coisas conforme nos falam ao coração;porque o amor-próprio turva facilmente a verdade dos nossos juízos.
É difícil de entender que em pleno século XXI, Existam homens Cristão brigando por corrupto e milicianos. Sejamos ressurreto a "Deus" Não estamos aqui pra fazer parte ou defender pessoas que tenham pensamentos " Mórbidos e Sórdidos" Como os atuais políticos e doutores da lei do nosso Brasil.
“Após mais de meio século de existência, pensei que já sabia de muita coisa. Hoje, próximo do limiar de minha vida, sei que nada sei. Como última lição, aprendi que sabedoria é a descoberta progressiva da nossa ignorância, da nossa insignificância; a certeza de que somos apenas um grão de poeira no universo.”
Precisamos na escola de nativos emocionais e não fugitivos emocionais. Os alunos do século XXI precisam de ser ouvidos e educados, partindo das suas motivações, interesses e sensibilidades. Precisam de projetos consistentes, professores/educadores resilientes e acima de tudo de serem... felizes!
A discussão só é salutar, quando todos querem ouvir e todos podem falar.
Quando a discussão é feita na base do grito, e do que nunca se espera, a melhor forma de ganhar a discussão, é não participando dela!
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INVENTÁRIO (soneto)
Dos detalhes os anos tomaram conta
Já se foram muitos, algumas cicatrizes
Pois, lembranças, são meras meretrizes
Dum ontem, no agora não se faz afronta
O meu olhar no horizonte é sem raizes
Pouco lembro onde está a sua ponta
Tampouco se existe algo que remonta
O remoto perdido, pois sou sem crises
Gastei cada suspiro pelo vário caminho
Brindei coisas, na taça deleitoso vinho
Na emoção, chorei e ri, a tudo assistia
Em cada tropeção, espinho e carinho
Ali aconcheguei o meu lado sozinho
Não amontoei nada, nas mãos, poesia
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Abril de 2017
Cerrado goiano
SOFRÊNCIA
Depois de você
A vida passou a saber
Como é vasta a imensidão
Da noite com solidão
Que horas são?
Que importância tem
Se minha saudade vai além...
Sem você, também,
Me perdi nos por quês
A angústia ficou à mercê
Depois de ter você
Felicidade é querer em vão
Pela rua migalha a emoção
Sem você!
Tudo é sofrência
Num coração de aparência!
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro de 2017
Eu quero ficar
Mas sonho em sair...
Odeio a vida que levo
Mas amo a vida no meu canto...
Amo 2 mulheres e ambas
Amam 1 só de mim, onde
Sou muitos e na vida desde criança
Fui amado por saber amar a todos..
POETA NILO DEYSON MONTEIRO
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
Deixa-me navegar em sua alma,
na sua intensidade a flor da pele.
Passear pelos seus quatro cantos
pele, corpo, mente e coração.
Deixe eu ir bem devagarinho
não apresse meu remar
essa pode ser a melhor viagem
para nós dois, é tudo novo para mim
conhecer um novo sentimento reprimido
explodir de desejo, em suas águas profundas;
me perder em você, me reencontrar em você,
entrando em águas desconhecidas para mim
Vou remando... e amando devagar,
mantenha as águas calmas,
pois o final é uma incógnita!
Catador De Letrinhas
Dizem que sou poeta, mas acho que não, sou um catador de letrinhas, junto umas aqui, outras ali, também as que caíram no chão.
Nessa brincadeira, com elas todas juntinhas, vagueio entre os amores, as paixões, pinto sete, uno e separo corações.
Mergulho na alegria, me afogo na dor, no bailar das letrinhas, levo emoção, as vezes solidão, das lagrimas faço esperança, da tristeza canção.
Nessa magia louca, abro caminhos, fecho portas, escrevo por linhas tortas, sou catador de letrinhas, brincalhão, levo magia pra todos os lados, não esqueço do seu coração.
Seja lá onde for, sem elas, letrinhas danadas, nada faz sentido, é a menina sem laço de chita, o inverno sem cobertor, o poeta sem um amor.
Dizem que sou poeta, sou então, entre rimas, versos e prosas, deixo uma flor, no perfume, a paixão, no olhar da mulher amada, toda minha inspiração.
Autor
Ademir de O. Lima.
