Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

Cerca de 242718 frases e pensamentos: Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

Três coisas que Jeremias não soltou:


Amor pelo povo,
mesmo odiado.


Fidelidade à Palavra,
mesmo ferido.


Coragem diante do ódio,
mesmo vindo do altar.

_"Há duas armadilhas que levam todo homem ao matadouro:
A sedução e o amor ao dinheiro.
Uma te leva até ele. A outra traz ele até você."

A maneira como um casal se trata quando está sem dinheiro no bolso revela se o amor deles permanecerá firme até que a morte os separe.


#FamiliaDeDeus

Hino sem amor é performance
Louvor sem respeito é vazio.


O que Deus quer primeiro
é o seu coração pelo próximo.

O Deus do amor consola.
O Deus da justiça confronta.
Quem conhece apenas um deles
ainda não conhece Deus por inteiro.

Dizem que amar é encontrar a outra metade, mas a verdade é que o amor é o avesso da falta. Não precisamos de nomes para aquilo que nos preenche os olhos antes de sabermos falar. No silêncio de um sonho, uma mão desconhecida segura a nossa e, de repente, o universo inteiro faz sentido sem precisar de uma única explicação geográfica ou cronológica.
O amor real — aquele que a sua mente desenhou na doçura de um olhar meigo — não pede documento, passado ou promessas de futuro. Ele opera no agora absoluto. É a certeza mansa de que duas existências se cruzaram na imensidão do tempo só para dizer: "Eu existo, e você também.

Reflexo Desconexo
William Contraponto


Não é por amor nem por favor,
É o medo que mantém.
Aparência moldada no pavor
De estar consigo e mais ninguém.


Rostos se dobram em disfarces,
Almas se calam no fundo.
Caminha-se em círculos e impasses,
Um vulto preso ao peso do mundo.


A verdade arde como chama,
Mas se esconde atrás da muralha.
O coração sabe o que reclama,
O corpo finge e logo falha.


Ser livre exige despir-se inteiro,
Aceitar a sombra que nos invade.
O medo é muro, frio carcereiro,
Que nega ao ser sua própria verdade.


E quando a máscara enfim cair,
Não restará nada além da essência.
Um ser cansado de fugir,
Sedento de paz, faminto de consciência.

Eu ainda sou a parte boa que restou de mim, sou tudo, sou nada, sou o amor, o ódio, a ternura, a loucura. Sou também o delírio, sou o êxtase, sou o deleite, sou aquilo que te falta e o que resta. Enfim sou tudo o que restou de de um dia que não começou...
(Saul Belezza - Patife)

Não será a vida que irá me apagar, tampouco a morte que me trará o brilho, é o amor que faz cantar, rir e chorar, nosso tempo não estará muito distante, o que acalma a ilusão são, as verdades escondidas nas mentiras de amar eternamente...
(Patife)

Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.


Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.


A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!


Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.


Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.


Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.


O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

⁠
O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades.


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

⁠⁠Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.


Há despedidas que não encontram palavras suficientes.


O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.


Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.


Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.


Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.


A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.


Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:


Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!


E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:


Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.


Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.


Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.


E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.




Vá em Paz, amor da minha vida!

⁠O grande Amor da nossa vida não é só quem Acelera nosso coração, mas também quem Desacelera nossa cabeça.


Porque amar não deveria ser viver em constante estado de alerta, tentando decifrar silêncios, justificar ausências ou adivinhar sentimentos.


O amor que realmente importa não é aquele que nos deixa presos à ansiedade de saber se somos suficientes, mas aquele que nos oferece a tranquilidade de simplesmente sermos nós mesmos.


Há pessoas que chegam e despertam borboletas no estômago, fazem o coração bater mais forte e transformam dias comuns em momentos inesquecíveis.


Mas existe algo ainda mais profundo: encontrar alguém diante de quem a alma consegue respirar.


Talvez o verdadeiro amor seja menos sobre a intensidade dos primeiros encontros e mais sobre a paz que permanece depois que a euforia passa.


É ter alguém que não alimenta inseguranças, que não transforma afeto em disputa, presença em prêmio ou silêncio em castigo.


É poder descansar no abraço de alguém sem precisar perguntar se amanhã esse abraço ainda estará ali.


Porque paixão pode incendiar.


Desejo pode estremecer.


Encantamento pode nos tirar o chão.


Mas, amor, quando é saudável, também sabe nos devolver ao chão — e permanecer ao nosso lado enquanto recuperamos o equilíbrio.


No fim, talvez o grande amor não seja quem nos faz sentir tudo ao mesmo tempo, mas quem nos ensina que não precisamos sentir medo para sentir amor.


É aquele alguém que acelera o coração quando chega, mas que, quando fica, faz a nossa mente finalmente encontrar silêncio.


E talvez seja essa a forma mais bonita de amar: encontrar alguém que não seja apenas motivo para o coração bater mais forte, mas também razão para a alma descansar.

Sobre SER TIA...


Pouco se fala sobre o amor que nasce quando a gente se torna tia. Queremos proteger, cuidar, vibramos com cada pequena conquista.


Não chega perto da maternidade, mas é um amor, que, de alguma forma, nasce dentro de nós.


Talvez seja por isso que, quando alguém diz: "fala com a tia", mesmo que não seja sobrinho, o coração entende tão rápido.


Porque "tia" não é só um nome . É um lugar no coração de alguém.


Ser tia é descobrir que existe um amor capaz de transcender qualquer laço de sangue, qualquer explicação, qualquer medida.


É amar uma parte da nossa família como se fosse uma parte de nós!

POEMA INEVITÁVEL


Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!


#israelsoler

​VÉRTICES


​Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
​Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
​Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!

Amor de infância
O meu amor de infância
Um amor sem malícia
Um amor sem querer
Cujo prazer estar no ver
O meu amor de infância
Passou, acabou
A juventude chegou
Chau, chau meu amor.
O meu amor de infância
O tempo levou
Vieram os desejos
Que o despedaçou
O meu amor de infância
Que dor, que dor
Acabou, passou
Fui meu amor.

Ninguém pertence a ninguém, a única coisa do outro que nos pertence é o afeto, o amor que lhes dedicamos! E isto é tudo! É o suficiente para sermos de alguém se quisermos ser, mas isto não faz do outro nossa propriedade, somos nós quem nos doamos, e que reste claro que isso deve ser sem querer nada em troca.
Se o outro se doar estaremos no céu, caso contrário, nos resta apenas o sentimento.

Amor não é quem diz que se importa, é quem pergunta como você passou o dia quando ninguém mais pergunta.


Coxe Motivacional👑
frases autorais