Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Ah, meu amor não tem idade
Se eu pudesse te abraçar
Da felicidade
E para matar a saudade, agora
Quero do seu lado eternamente estar
Sentindo-o que és um nascer a toda hora.
FORTALEZA DO AMOR
Quem conhece sabe que tudo nesta vida sempre tem o ponto fraco: Do ferro, o fogo; do fogo, a água; da água, o vento; do vento, a montanha; da montanha, o homem; do homem, a morte; da morte, és o Deus; e, por aí, segue o ciclo orgânico insaturado da humanidade e dos fatos sociais.
Afinal de contas, qual seria o ponto fraco do amor e da felicidade?
Talvez a falta de confiança gere a insegurança, tornando-se que o ódio seja a antítese do amor, não um ponto fraco em si.
Sentir-se feliz é a forma de amor, de modo que a melhor parte disso tudo é a recíproca e a confiança.
Logo, o amor verdadeiro é capaz de vencer todas as barreiras, um dom tão bonito, louvável e renovador e uma conquista inexplicável aos olhos que tudo vê e sente.
Ele é poema e eu sou a canção.
Ele é amor e eu sou o esplendor.
Ele é mar e eu sou o luar.
Ele é sol e eu sou o verão.
Ele é oceano e eu sou Caetano.
Ele é o enredo e eu sou medo.
Ele é verso e eu sou antiverso.
Ele é a rima e eu sou a prosa.
Ele é divino e eu sou a comédia.
Ele é a paz escondida e eu sou a paixão jamais esquecida.
Ele é luz e eu sou o brilho.
Ele é tudo e eu sou o nada.
Ele é arte e eu sou a obra de arte.
Ele é a coisa mais favorita desse mundo e eu sou mais ele do que eu.
Nós éramos estranhos na noite até o momento em que dissemos nosso primeiro "oi".
Amantes à primeira vista.
Olhos convidativos, sorriso emocionante e coração valente, verdadeiro e sincero
Ele sempre será pra te dizer, por toda a minha vida.
Afinal de contas, mal sabíamos que o amor estava apenas a um olhar de distância, ao meu (nosso) lado, digo frente a frente.
A pessoa que tem amor nesta vida, tem muita sorte.
Quem ama nunca sente medo de contar o seu segredo.
Onde a felicidade está? Onde está o amor? O que está errado com o mundo?
O mundo inteiro está viciado no drama e apenas atraídos por coisas que te trazem trauma.
Mas pra que viver fingindo, se você não pode enganar seu coração?
Deixe sua alma levitar para o amor. Você consegue praticar o que prega?
Será que em poucos anos vão perguntar o que era o amor?
Todo mundo está à procura de algo.
Envie alguma mensagem dos céus, oh, Deus.
Pois as pessoas me fazem questionar, onde está o amor? O amor realmente se foi?
Se o amor e a paz são tão fortes, por que há partes do amor que não usamos?
Você não pode ver a floresta estando nas árvores, tal como apaixonado nas veredas do amor.
Eu tenho uma sensação de que hoje será uma boa noite.
Se você nunca conhecer a verdade, então você nunca conhecerá o amor.
Resposta
Queria um cafuné e amor seu, só pediria isso e mais nada. O toque suave dos seus dedos em meu cabelo, como se cada fio fosse uma corda de violão, ressoando uma melodia de paz e aconchego. Ah, se eu pudesse ter pedido apenas isso, teria sido o suficiente para iluminar meus dias sombrios.
Deveria ter visto mais o sol se pôr. Deveria ter aproveitado mais aqueles momentos simples, onde o céu se tingia de cores que só o amor sabe pintar. Será que eu sei que você era mesmo tudo aquilo que me faltava? Hoje, nas entrelinhas do crepúsculo, vejo que sim, você era a peça que completava o meu quebra-cabeça de sonhos.
Hoje eu leio as poesias que eu fiz pra nós, cada verso carregado de uma esperança que parecia infinita. Não sei por que razão tudo mudou assim. Ficaram as canções e você não ficou. E nas melodias que ainda ecoam, sinto a ausência do seu ritmo, da sua voz.
Ainda lembro o que eu estava lendo, tentando encontrar nas páginas a resposta para o vazio que você deixou. Só pra saber o que você achou dos versos que eu fiz. E ainda espero resposta, como quem aguarda o desabrochar de uma flor em pleno inverno.
Quando chegar o momento, esse meu sofrimento vou cobrar com juros, juro. Não por vingança, mas por justiça ao coração que te amou sem medidas. Que coincidência é o amor, cruzando nossos caminhos em momentos tão precisos e, ao mesmo tempo, tão incertos.
A nossa música nunca mais tocou, e cada nota ausente é um lembrete do que perdemos. Pra que usar de tanta educação, pra destilar terceiras intenções, desperdiçando o meu mel? O amor verdadeiro não precisa de subterfúgios, de máscaras ou disfarces.
Devagarinho, flor em flor, você foi beijando novas primaveras, enquanto eu permaneci no outono do adeus. Entre os meus inimigos, beija-flor, encontrei a solidão como companhia constante, lembrando-me que o amor, de dentro pra fora, ainda é o que mais me define.
Entre a bruma da incerteza,
onde o amor se oculta e surge,
navega a alma inquieta,
carregando o fardo do desejo,
sem regras a seguir, sem mapas a traçar,
ele simplesmente acontece,
como uma canção silenciosa,
tecendo laços invisíveis,
no carinho mútuo que floresce.
Oh, linda canção,
declaração infinita,
tua melodia é o ar que respiro,
e o momento sempre juntos,
a paixão que permanece,
um sentimento eterno,
raízes profundas,
alimentando o amor que cresce,
cada verso um anseio,
cada nota um suspiro.
Escrevi-te, amor, em dias de paixão,
quando o coração ardia,
tratando da dificuldade,
de me entregar plenamente,
sentindo o peso da incerteza,
desejando a plenitude.
O primeiro verso é um reflexo,
do desejo mais profundo,
muito mais um sonho que realidade,
lembranças de um tempo,
onde a tristeza era companheira,
a mais triste canção que já escrevi,
ecoando em meu ser.
Não me acostumo sem teus beijos,
sem teus abraços, não sei viver,
aprendi que o tempo é relativo,
meu mel, por um momento ao teu lado,
faria qualquer coisa nesta vida,
para sentir-te mais uma vez.
Amor, tu és a canção inacabada,
que ressoa em meu peito,
esperança persistente,
de que o desejo se torne realidade,
um amor pleno e verdadeiro,
que supera a incerteza,
e nos une para sempre.
Não existem regras para o Amor, ele simplesmente acontece.
Como uma brisa suave que acaricia a pele,
Ou uma tempestade que inunda a alma.
Carinho mútuo, uma dança eterna,
Linda canção, coisa linda,
Uma declaração infinita de um amor que não conhece fronteiras.
Você é o ar que respiro,
O motivo de cada sorriso,
O momento sempre juntos,
A paixão que permanece,
Sentir um grande amor sempre em mim,
E a raiz é você, o alimento de um amor que floresce.
Quando escrevi essa canção, estava apaixonado,
Tratando da grande dificuldade de me entregar plenamente,
O primeiro verso é um desejo, um anseio profundo,
De um amor sem barreiras, sem medo de se perder.
Eu me lembro quando escrevi,
Foi a coisa mais triste que já fiz,
Pois não me acostumo sem seus beijos,
E não sei viver sem seus abraços.
Aprendi que pouco tempo é muito,
Meu mel, faço qualquer coisa nessa vida
Para ficar um pouco do seu lado.
E assim, na melodia do amor,
Cantamos juntos uma canção sem fim,
Você e eu, entrelaçados em versos e notas,
Numa declaração infinita de um amor,
Que é livre, sem regras,
Simplesmente acontece,
E permanece.
E Ele Será Amado
Um Hino à Perseverança e Cumplicidade no Amor Jovem
E ele será amado, eu sei,
Não só em dias de sol,
Mas nas tempestades que virão também.
Nem sempre são arco-íris e borboletas,
Mas é um acordo que nos ajuda a seguir,
Meu coração está cheio, e minha porta, sempre aberta,
Venha a qualquer hora que quiser.
Jovens somos, enfrentando mares emocionais,
O desejo constante de estar ao seu lado,
Oferecendo amor e apoio incondicionais.
Nós rimos juntos, brincamos na simplicidade,
E em cada momento, a cumplicidade se faz.
Desentendimentos virão, eu sei,
Mas nosso amor se fortalece,
Na vontade de estar juntos,
No desejo ardente de sua companhia.
Toda a sua beleza, cada sorriso,
Observarei com atenção e carinho,
Um amante dedicado, persistente,
Pronto para enfrentar qualquer tempestade.
O amor verdadeiro é paciente,
Persiste, mesmo diante de rejeições,
É a luz que guia, a força que inspira,
E ele será amado, com toda a intensidade,
Nos momentos de sol e nas noites sombrias.
Porque amar é estar presente,
É oferecer o coração,
E saber que, apesar de tudo,
O amor sempre prevalecerá.
Sinfonia do amor desmedido de verão
Ó paixão, incêndio vasto, desatino!
Tremor da alma, furor do coração,
Ibaiti celeste, azul divino,
polo do mundo, trono da emoção.
Em ti, luz nua, pura, incorpórea,
traço do eterno, mão do arquiteto,
ó sol radioso, lira ilusória,
inebriando o meu ser inquieto.
Este amor — desmedido, infinito,
ergue-se além do tempo e da razão;
ao vento entrega-se, feito mito,
transforma rascunho em oração.
Cada verso meu, destino selado,
procura-te, sombra em claridade;
em tua ausência, o peito dilacerado,
em tua presença, nasce eternidade.
Folia que invade, poesia que inflama,
saudade que é bênção, dor que consola;
melhor que a solidão fria, sem chama,
é ser refém da estrela que me acolha.
Tu, sorriso que carrega o verão,
quente alvorada de melodia;
teu rosto é flor, perfume, oração,
na natureza, és pura harmonia.
Eis que pergunto: existe o amor?
Ou é quimera, sopro, relâmpago vão?
Mas no teu lume, ó doce esplendor,
reconheci da vida a perfeição.
Porém, faltou-nos coragem sincera:
eu temi o abismo, tu o mundo;
justiça não houve, só a espera
deste silêncio profundo, profundo.
Se o amor não existisse, o silêncio bastaria.
Se o amor não fosse real, nenhuma palavra faria sentido.
O sol nasce ao leste, como sempre,
e a bússola cumpre seu papel sem enigma.
Mas há algo além das leis do mundo,
um sinal simples e ao mesmo tempo infinito:
o amor —
que não se explica, não se mede,
apenas se reconhece.
E nele, em meio às certezas da vida,
existe sempre uma exceção.
Nunca cantaria sobre o amor, se ele não fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele não pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bússola não guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele é a única exceção.
Eu posso te amar,
mas quem me assegura
que esse amor encontraria em ti
um lugar para repousar?
Se o teu coração não quiser abrigo,
que destino teria o meu?
Eu posso te oferecer minhas marés,
minhas mariposas de ternura,
meus silêncios cheios de cuidado.
Mas o que me garante
que tu não deixarás tudo escapar
pelas frestas da tua distância?
Há amores que nascem pássaros
e outros que vivem como sombra.
O meu — este que te busca —
é feito de voo e entrega,
mas precisa de mãos abertas
para não se perder no ar.
Se não fores tu,
se teu peito não desejar,
que eu não me transforme em vento triste
rondando a tua porta.
Que eu aprenda a voltar para mim,
mesmo querendo tanto ficar.
A fábula da recomposição
Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.
Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.
Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.
Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.
E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.
Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.
Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.
E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?
Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.
E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.
Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.
Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.
Minha luz das estrelas, imenso e desmedido amor, que invade e fim.
Se eu pudesse eleger um amor puro, atravessaria os oceanos sob o infinito céu azul para encontrar-te, meu bem-querer.
E, se necessário fosse, mil vezes transporia a Linha do Equador, desafiando distâncias, ventos e destinos, somente para repousar meu olhar no teu.
Pelas horas silenciosas da noite, caminharia solitário, com a coragem serena de um samurai, percorrendo ruas e esquinas, na esperança de encontrar-te escondida em um simples e precioso "boa-noite".
A doidice invade-me a mente; então, faço-me milagreiro, recorro à alquimia dos sentimentos, na vã tentativa de curar o mal de mim, essa ausência que me consome e me faz sentir como quem vive faltando um pedaço da própria alma.
Abro a janela e contemplo a vastidão do Cerrado: o capim dourado, que no outono se reveste de tonalidades ainda mais nobres e formosas, capazes de seduzir até mesmo o mais errante dos corações ciganos.
Eu te devoro com a avidez de quem, após longa peregrinação, encontra enfim o alimento que lhe restaura a vida, como quem sacia a fome numa tigela de açaí oferecida pelos deuses da abundância.
É fato consumado, já não existe rota de fuga, nem refúgio possível.
O tempo acelerou seus passos, e eu não posso permanecer sem ti.
Tu és minha Flor-de-Lis, passado que me habita, presente que me ilumina, e futuro que me chama.
És a síntese de tudo o que fui, de tudo o que sou e de tudo o que ainda sonho ser.
Quando o amor encontra o desejo
O desejo aproxima dois corpos, mas é o amor que lhes dá significado. Quando ambos caminham juntos, o encontro deixa de ser apenas prazer e se torna uma forma silenciosa de confiança e entrega.
-Jouberth Toffoli
Há quem peça amor, mas ofereça incertezas. No fim, não é a falta de sentimento que afasta duas pessoas, e sim a ausência de reciprocidade naquilo que ambas dizem sentir.
-Jouberth Toffoli
O amor não pede que você tenha medo de errar, nem transforma o afeto em constante tensão. Quando uma relação exige que você viva sob pressão para ser aceito, talvez já não seja o amor que esteja conduzindo o vínculo, mas o medo de perdê-lo
-Jouberth Toffoli
Depois de algumas decepções, muitas pessoas trancam o amor dentro de um quarto da própria mente e jogam a chave para longe. O coração não deixa de sentir; apenas aprende a esconder seus sentimentos até acreditar que será seguro abrir essa porta novamente.
-Jouberth Toffoli
O amor perde a força quando se transforma em dependência. Quem faz do outro o centro da própria vida entrega um poder que talvez nunca seja devolvido.
-jouberth Toffoli
