Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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Correm atrás do amor, do dinheiro, do equilíbrio, do prazer e, enfim, da felicidade. Correm atrás porque desconhecem o que ela é. Ela é, pura e simplesmente, o ato de ser contente com a vida e com quem se é nela. Quem corre atrás da felicidade esta desperdiçando cada minuto, porque enquanto há demasiada busca o descontentamento se instala, do contrário não se estaria buscando, se estaria aproveitando-a.

Quero encontrar-me com seu olhar, meu amor. Em seguida dizer a ti palavras amáveis, e depois dar-lhes muito amor; e dizer-lhes mais uma vez: “Teu semblante é agradável para meus olhos, seus olhos, transparece a verdade de seu coração, sua voz soa como a fala deu anjo, por qual me apaixonei.

Amor. Como tenho gasto esta palavra. Tão erodida que já cabe em qualquer poema, tão manchada que um “eu te amo” já não mais me representa. Hoje arrisco dizer: — Sinto-me apaixonar. Certo disso, resta-me salientar: o molde que pra minha vida trouxeste, promissor, colore.⁠

Não cheguei a falar de amor, nem prometi nenhum “felizes para sempre”. Mas agi como se amasse. Cuidei, senti saudades, cheguei de surpresa, roubando sorriso. Talvez tenha mesmo faltado algum: — Eu te amo! Mas eu também nem ligo, ainda estou aprendendo sobre o amor.⁠

E lhe bateu à porta um grande amor, que, através de olhos de vidro, fora informado da inconveniência de sua presença. Foi embora o amor, ser grande em outras portas adentro.

Percebo agora, que morrer de amor não é nada poético. É, é verdade, é verdade sim! O tempo passa, e chega a hora de ir. E ela vai. Mas nunca por completo!

Não como antes, nada é mais como antes,tudo se passou o amor o fogo que se julgava incessável se cessou,tudo o que foi dito também se retirou,o que era inesquecível foi esquecido rapidamente num vacilar da mente tornando o que foi intimo em um mundo desconhecido...

⁠Sobre o amor: O amor é uma coisa sem forma cuja necessidade carece de cuidado. Sua presença permanece por meio das coisas simples como um afago no cabelo, um sorriso no rosto, a compreensão do dia a dia, as mãos dadas. O amor não se explica, apenas existe porque não tem razão.

Uma flor em pessoa ornada de variadas flores. Muito amor envolvido. Ah se as flores falassem, sussurariam lindas poesias aos nossos ouvidos.

O que é o amor? Para muitos é o dinheiro, para tantos outros o prazer, porém o amor é dar sem se preocupar em receber, é viver a vida com outras vidas que nos dá motivos para continuar lutando, mesmo quando tudo parece acabando, mesmo não vislumbrando um dia feliz após o amanhecer. Amar é preciosidade, qual tesouro cada vez mais raro de se ver. Amor é sublimidade, vem da pureza da alma, contagiando a vida, energizando o ser, que encontra forças para seguir lutando porque amar é a razão pelo qual importamos viver.

A falta de amor está afetando o equilíbrio da natureza, até os animais estão sofrendo tamanha escassez por parte dos humanos.

"O Direito não pode fabricar amor, mas pode e deve exigir responsabilidade. Porque a cidadania também se aprende no abraço e na presença".

O verdadeiro amor não te engana nem te menospreza. Ele só quer te ver feliz e te completa sem causar ciúmes.

Viver para si é um sinal de que você se ama. Não espere amor de ninguém e nem se humilhe para ser amada, aprenda a se amar e se valorizar.

⁠hoje com todo meu amor e carinho que eu tenho por você lhe escrevo essas palavras para te lembrar o quanto você é importante na minha vida e o quanto eu te amo quero aqui te lembrar que eu tenho em mente que eu faço parte da sua vida mas você faz parte de toda minha história

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

O meu feitiço virou contra o feiticeiro, quis torná-la escrava do meu amor, mas o seu amor me escravizou primeiro.

O autoamor tem o poder de transformar o amor alheio em complemento da felicidade ao invés de condição para alguém ser feliz.

O amor genuíno não habita a perfeição — reside exatamente na imperfeição partilhada. São nas horas vulgares, na irritação do dia a dia, nos bloqueios impulsivos e desbloqueios arrependidos, que ele revela sua verdadeira densidade. Brigamos porque importamos, silenciamos porque doemos, bloqueamos porque tememos perder — e desbloqueamos porque perder é insuportável. O amor fala mais alto não por ignorar o caos, mas por atravessá-lo. Ele é a escolha de permanecer quando a fuga seria mais fácil, é a mão que busca a outra mesmo após o punho cerrado. Estar junto, nem que por horas, mesmo em discórdia, já é felicidade disfarçada — porque significa que ainda há "nós" para desgastar. No fim, não são os momentos idílicos que constroem laços, mas a persistência no desconforto, a coragem de reconhecer que amar é, sobretudo, uma prática diária de perdão e reencontro.

Os animais, assim como as crianças, precisam apenas de um pouco de amor e carinho para serem felizes.