Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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A vida é como um fermento, uma levedura que se move por um minuto, uma hora, um ano, um século, um milênio, mas que por fim terá paralisado os movimentos. Para manter-se em movimento, o grande come o pequeno. Para manter-se forte, o forte come o fraco. O que tem sorte prolonga o seu movimento por mais tempo - eis tudo.

Jack London
O Lobo do Mar, 1904

Dizem que o mal do século é a depressão. Para mim o mal do século são pessoas. Pessoas tóxicas causam depressão.

⁠Você tem idéia do quanto meu reino queimou apenas no século passado? - Hades - Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Se quiser vir, que seja sem esse egoísmo tão “século-vinte-um” de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. Se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja à caneta.

⁠O Maior perigo do século XX será a religião sem o Espírito Santo, o Cristianismo sem Cristo, o perdão sem arrependimento, a salvação sem regeneração, a política sem Deus, e o céu sem o inferno.

Há um quarto de século, a maioria dos cidadãos tinha orgulho de viver numa democracia liberal e rejeitava enfaticamente uma alternativa autoritária a seu sistema de governo; hoje, muitos estão cada vez mais hostis à democracia.

Fortaleça os seus princípios e valores em Jesus Cristo, eles serão auxílio nesse século de tanta misticidade.

Provavelmente, ainda choraria todas as noites, antes de dormir, durante o próximo século inteiro. Mas não estava mais aleijada pela minha perda. Meus tornozelos tinham sido quebrados pelo bastão de cricket da infidelidade e traição. Isso me jogara no chão, arrebentada, e me deixara ali deitada, arquejando de dor, incapaz de me levantar. Mas estava apenas machucada. Muito, na verdade. Mas, ao contrário das primeiras impressões, nada estava quebrado. Agora, eu tentava dolorosamente ficar de pé, vendo se ainda podia caminhar. E, embora mancasse muito, descobri, para minha alegria, que podia.

A verdade é que somos retirantes em pleno século XXI. Fugindo dos mesmos problemas, convivendo com as mesmas situações, alimentando os mesmos ideais de sempre, sem nunca resolver o que realmente precisa no sertão: a fome educacional.

Nunca se falou tanto neste século em motivação. Pessoas que se julgam bem sucedidas por algum motivo desconhecido e instável, ministram o motivável aos desmotivados, uma forma de se manterem sempre no topo, uma maneira de alimentarem o seu ego e tentarem de alguma forma superficial, atingir o ápice motivacional de outros seres. Isso é válido e construtivo, só não consigo ver verdade nestas construções de palavras prontas, ou seja, de tudo aquilo que sabemos e não colocamos em prática. Por que necessitamos ouvir algo que já conhecemos para nos motivarmos? A resposta é que simplismente atuamos em papéis secundários para a reafirmação desses motivados, um atalho mais sereno e bem menos turbulento do que tentarmos descobrirmos as nossas reais fontes motivacionais.

⁠Eu ainda pensarei em você daqui a uma década, um século e até mesmo daqui a uma eternidade, não importa o quanto tempo passe vou manter você guardada em uma pequena parte da minha mente

A saúde espiritual dos evangélicos do século XXI não vai nada bem... O não compromisso, a superficialidade e a falta de fundamento bíblico; caracterizam uma espiritualidade fraca e vazia... O evangelho pregado nas igrejas modernas é uma opção por dois extremos: de um lado, a salvação pessoal e espiritual garantida; e do outro, a preocupação com a prosperidade e a necessidades pessoais...

O crente moderno do século XXI gosta de fazer o que o mundano faz: adere aos modismos, age por egoísmo, não se preocupa com uma vida interior devotada a Deus, mas com o embelezamento artificial externo... Não me acostumo com esse mundo de coisas tão caras; pessoas tão baratas, e sentimentos em liquidação total...

Meus ex-namorados estão se casando, nunca ninguém me pediu em casamento.
Eu ia dizer não, mas, pelo menos, teria sido pedida em casamento.

Pelo fato de ter sempre o mesmo nome, os mesmos olhos e o mesmo nariz, não quer dizer que eu seja sempre a mesma mulher.

Oh, onde esta Romeu?...Quieto, perdi eu mesmo, não estou aqui e não sou Romeu. (Ato I, Scena I)" “Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres, jura me amar e não serei mais um Capuleto (...) Teu nome apenas é meu inimigo. Tu não és um Montecchio, és tu mesmo (...) Ó! Sê algum outro nome! O que há num nome? O que chamamos uma rosa teria o mesmo perfume sob outro nome (...). Romeu, renuncia a teu nome; e em lugar deste nome, que não faz parte de ti, toma-me toda!

Quem é aquela dama, que dá a mão ao cavalheiro agora? Ah, ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.

Só tirar fotografias transforma-nos em meros observadores, excluindo-nos automaticamente do momento.

A internet virou o novo pelourinho, onde ignorantes falam mal do que não sabem e lincham o que não conhecem.

Minhas cartas são meu bem mais secreto. São cinco, no total… Kenny, do acampamento, Peter, da sétima série, Lucas, do baile escolar, John Ambrose, da ONU mirim, e Josh. Escrevo quando estou tão apaixonada que não sei o que fazer.