Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Onde aparece o ouro, o terrível ouro, imediatamente os homens em redor se entreolham com rancor e levam as mãos às facas.
Um homem só deve falar, com impecável segurança e pureza, a língua da sua terra: todas as outras as deve falar mal, orgulhosamente mal, com aquele acento chato e falso que denuncia logo o estrangeiro.
É difícil marcar o lugar onde para o homem e começa o animal, onde cessa a alma e começa o instinto - onde a paixão se torna ferocidade. É difícil marcar onde deve parar o galope do sangue nas artérias, e a violência da dor no crânio.
E quando estiveres consolado ( a gente sempre se consola), tu ficarás contente por me teres conhecido.
Onde estão os homens que possuem fibra moral, ética, justiça, coragem, honra, personalidade, caráter, dignidade e índole? Confesso que ao procurar esses homens em nossa sociedade, chego a triste conclusão de que eles não existem e que estou cercado de idiotas!
Quem busca na liberdade outra coisa que não ela própria, foi feito para servir. A Liberdade tem um fim em si mesma.
Eu sempre me achei pesada demais, profunda demais. Carregava o peso da vontade de ser apenas alguém leve. Um dia eu desisti da leveza... E comecei a flutuar!
Quando penso nos meus amigos e familiares que continuam suportando no Brasil uma vida só de pequenos obstáculos e impossibilidades, esmagados sob milhões de probleminhas insignificantes e insolúveis, como que assediados por exércitos inumeráveis de mosquitos de ferro, sinto que não há em todos os olhos do mundo lágrimas suficientes para chorar tamanho desperdício de energia humana, tamanha celebração do insensato e do absurdo.
Somos muito pequenos. Como ratos que têm que ir pela vida fazendo buracos, porque não temos nem ideia de outra coisa para fazer.
Há uma diferença entre viver e existir, a primeira você curte e regozija-se com a vida, já a segunda, você é um número ou uma mera e ridícula estatística.
Em Brasília tem uma famosa rede de restaurantes: CPI - Chopperia e Pizzaria Impunidade - Onde circulam “colarinhos brancos” e onde “tudo acaba em pizza”.
As mulheres que são apenas mulheres, choram, arrufam-se ou resignam-se; as que têm alguma coisa mais do que a debilidade feminina, lutam ou recolhem-se à dignidade do silêncio.
Dizem que quando lágrimas rolam pela face de pessoas puras, a vida está sendo injusta, mas que justiça há em nós? Pense em justiça apenas quando souber o que é justiça, não reclame se a vida lhe fizer chorar. Nas lágrimas está a felicidade de saber que você ainda tem sentimentos!
Se não damos valor nem reconhecimento às velhas amizades, com certeza também não o faremos com as novas. Basta acabar a novidade!
Ter um “eu” é a mais alta dignidade que Deus concedeu ao ser humano. Os animais têm uma identidade, mas não uma consciência moral autobiográfica. Eles não podem contar sua história, confessar seus pecados e responder pelas suas ações.
Sim eu conheço meus inimigos, são os professores que me esinaram a lutar contra mim: compromisso, conformação, assimilação, submissão, hipocrisia, brutalidade, a elite... todos são o sonho americano
O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas. Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza.
Tendemos a nos apegar a uma noção fixa das emoções, como se existisse uma linha entre amar e não amar que pudesse ser cruzada somente duas vezes, no início e no fim de um relacionamento, em vez de transposta minuto a minuto.
Já vi uma moça, uma linda moça, que dos treze aos vinte e dois anos sonhava em ser mulher e, daí por diante, desejava ser homem.
É quando resistes que conhece o que te move. E, para a folha entregue ao vento, deixa de haver vento, da mesma maneira que para a pedra liberta deixa de haver peso.
