Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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O que você odeia?

Você que ama o Senhor, odeia o mal. - Salmo 97:10

O pastor do século XIX, Henry Ward Beecher, contou sobre uma mãe na região selvagem que estava lavando roupas ao lado de um riacho. Seu único filho estava brincando nas proximidades. De repente, ela percebeu que ele se fora. Ela chamou o nome dele, mas não houve resposta. Alarmada, a mãe correu para a casa, mas o filho não estava lá.

Freneticamente, a mulher correu para a floresta. Lá, ela encontrou a criança, mas já era tarde demais. O jovem havia sido morto por um lobo. Desolada, ela pegou seu corpo sem vida, puxou-o para perto de seu coração e o carregou com ternura para casa. Beecher concluiu: "Oh, como essa mãe odiava lobos!"

Todo cristão deve ter um ódio semelhante pelo mal (Sl 101: 3-8). No entanto, muitas mães e pais que são tão cuidadosos em proteger seus filhos de danos físicos não percebem as forças do mal que ameaçam seu bem-estar espiritual. Como resultado, eles os deixam desprotegidos. Eles demonstram pouca preocupação com o tipo de amigos que seus filhos fazem, as revistas que lêem ou os programas de TV que assistem. Mas sempre que essas influências são ruins, devem ser vistas como uma ameaça mortal, e devemos proteger nossos filhos deles.

Não é errado odiar quando odiamos o que está errado.

PARA ESTUDO ADICIONAL
De acordo com o Salmo 101, o que devemos odiar?
Como podemos evitar olhar para o mal? (v.3).
Como podemos agradar a Deus com nosso discurso? (vv.1,5,7).

Se não odiamos o mal, não podemos amar o bem. Richard DeHaan

Inserida por 2019paodiario

No século XIX, uma parte da Décima Câmara do Inferno abrigava mais de 3.500 pessoas por bloco mefistofélico, ou um milhão de indigentes por metro quadrado. Hoje, uma sala de jantar acomoda noventa mortais, em banquetas de couro legítimo e cadeiras de vime cobertas de nylon em estilo “oi, estou imitando Florence Knoll” e um bar com vista para a cozinha. É uma experiência minimalista para o subúrbio, e a comida, que é cautelosamente francesa com algumas suaves influências japonesas, segue a sensação de se empregar o mínimo de recursos e elementos possíveis.

Com essa proveniência, cogumelos, naturalmente, tomam o centro do palco em uma série de pratos. Maitakes são queimados vivos, crocantes, com abóbora e um queijo brie aveludado, como aperitivo. Matsutake, junto com os mexilhões flambados em 51 formam um dos pratos mais substanciais e iridescentes do restaurante.

As porções são rigorosamente controladas, embora talvez não tanto como a sofisticada lista de vinhos, que apresenta os mais antigos, "não intervencionistas" ou seja, garçons descrevem recomendações sem uma brigada de comensais intimidadores com armas brancas e cintas-liga por baixo dos uniformes.
Você pode querer mais dos sabores grosseiros e roceiros como cordeiros à bolonhesa, notável tanto para o seu molho de tomate opulento e sua deliciosa sopa de migalhas de pão. Ou o kushiyaki de rã, com um esmalte requintado de couve defumada: é emocionante. Outros pratos contêm toques de arenque e sardinha, com um molho misteriosamente cremoso, que acaba por ser purê de pinhões com leite cru, realmente congelado e, em seguida, raspado.

Inserida por Gazineu

⁠As revoluções tecnológicas do final do século XIX e início do século XX podem até nos tornar adebtos a elas, mas também nos ajudarão a enxergar as manobras e as podridões dos políticos ao qual não podíamos ver. Gerando assim na sociedade uma mobilização como contestação política.

(Josi JL)

Inserida por JosiJL

O amor procura o amor como o estudante que para a escola corre:num instante.Mas,ao se afastar dele,o amor parece que se transforma em colegial refece.

O rosto de uma mulher, seja qual for a sua discrição ou a importância daquilo em que se ocupa, é sempre um obstáculo ou uma razão na história da sua vida.

Os homens de pouca inteligência não sabem encarecer a própria capacidade sem rebaixar a dos outros.

Saber viver com os homens é uma arte de tanta dificuldade que muita gente morre sem a ter compreendido.

Faço dizer aos outros aquilo que não posso dizer tão bem, quer por debilidade da minha linguagem, quer por fraqueza dos meus sentidos.

Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.

O orgulho pode parecer algumas vezes nobre e respeitável, a vaidade é sempre vulgar e desprezível.

É tal a falibilidade dos juízos humanos, que muitas vezes os caminhos por onde esperamos chegar à felicidade conduzem-nos à miséria e à desgraça.

Há opiniões que nascem e morrem como as folhas das árvores, outras, porém, que têm a duração dos mármores e do mundo.

A indiferença ou apatia que em muitos é prova de estupidez pode ser em alguns o produto de profunda sapiência.

Os velhos que se mostram muito saudosos da sua mocidade não dão uma ideia favorável da maturidade e progresso da sua inteligência.

As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.

Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos.

Se você olhar atentamente você verá que existe apenas uma coisa e somente uma coisa que causa infelicidade. O nome desta coisa é apego. O que é apego? Um estado emocional de aderência causado pela crença de que sem alguma coisa particular ou alguma pessoa você não consegue ser feliz.

É falso que a igualdade seja uma lei da natureza. A natureza não faz nada igual; a sua lei soberana é a subordinação e a dependência.

Aqueles que nós definimos como os nossos dias mais belos não são mais do que um brilhante relâmpago numa noite de tempestade.

Sempre vimos boas leis, que fizeram com que uma pequena república crescesse, transformarem-se depois num peso para ela, depois de grande.