Poesias para um Futuro Papai
Para Hart, o Direito constitui um sistema de regras que não se limita apenas às normas que impõem deveres (as chamadas regras primárias), mas também inclui regras secundárias — normas que conferem poderes, como o poder de criar, modificar, reconhecer e aplicar as regras primárias. Esse modelo explica porque sociedades juridicamente organizadas distinguem-se de meros conjuntos de normas sociais ou costumes: apenas quando se articulam regras secundárias que estruturam, legitimam e racionalizam a normatividade é que se pode falar em um sistema jurídico plenamente desenvolvido.
“O passado é um lugar que guarda lembranças e, às vezes, arrependimentos que o coração ainda tenta entender. O futuro é um mistério, silencioso e imprevisível, que não nos faz promessas. Mas o presente… ah, o presente é o único instante que realmente nos pertence. É onde a vida respira, onde o coração sente, onde tudo pode começar. Então viva… viva agora, com alma, com coragem, com verdade. Porque é no agora que a vida acontece.”
"Que sirva de alerta: encontrei um Sr. 52 anos, com problema sério de saúde: quase não consigo respirar, 38 anos fumando, morador de 1 casa de 7 quartos e 4 banheiros, em área nobre, perguntei-lhe como está a saúde? Ele me respondeu, daria tudo que tenho para alguém sofrer no meu lugar. Recebi muitos alertas: larga de fumar, mas não atendi, hoje não há retorno. PODE SERVIR COMO LIÇÃO PARA VOCÊ. AINDA HÁ TEMPO". Ademar de Borba
A regulação virou o veneno do progresso. O Brasil é um museu de leis velhas e ideias mortas. E toda vez que aparece algo novo, o governo mata antes de nascer.
Quando nem sequer a música é capaz de salvar-nos, um punhal brilha em nossos olhos; nada mais nos sustenta, a não ser a fascinação do crime.
Todas as calamidades – revoluções, guerras, perseguições – provêm de um equívoco inscrito sobre uma bandeira.
Minha avidez de agonias me fez morrer tantas vezes que me parece indecente abusar ainda de um cadáver do qual já não posso extrair nada.
Um doente me dizia: “Para que sofro minhas dores se não sou poeta para vangloriar-me ou servir-me delas?”
Cada um com sua loucura: a minha foi julgar-me normal, perigosamente normal. E como me parecia que os outros estavam loucos, acabei ficando com medo, medo deles e, o que é pior, medo de mim mesmo.
O homem, no íntimo, é um animal selvagem, uma fera. Só o conhecemos domesticado, domado, nesse estado que se chama civilização, por isso recuamos assustados ante as explosões acidentais do seu temperamento.
Se encontrarmos em alguém um grande valor real, devemos esconder-lhe a nossa descoberta como se fosse um crime.
O Brasil é um país sequestrado por uma cultura barata que vai do BBB à fúria democrática do Carnaval, passando pela corrupção da política e pela indiferença dos ricos que andam de helicóptero.
Nossa atividade de decisão não descansa um instante sequer. Mesmo quando, desesperados, nos abandonamos ao que vier, estamos decidindo não decidir.
A escolha do consumidor é hoje um valor em si mesma; a ação de escolher é mais importante que a coisa escolhida, e as situações são elogiadas ou censuradas, aproveitadas ou ressentidas, dependendo da gama de escolhas que exibem.
Um funcionamento inadequado da psique pode causar tremendos prejuízos ao corpo, da mesma forma que, inversamente, um sofrimento corporal consegue afetar a alma, pois alma e corpo não são separados, mas animados por uma mesma vida.
Um pouco menos de hipocrisia e um pouco mais de tolerância em relação a si mesmo só podem dar bons resultados em relação ao próximo; pois o homem tem uma inclinação nítida para transferir aos seus semelhantes a injustiça e a violência que exerce sobre a sua própria natureza.
O homem é definido como um ser pensante, mas suas grandes obras se realizam quando não pensa e não calcula.
Se a negação da experiência fosse simplesmente um preconceito imposto, nós de meia-idade seríamos simplesmente vítimas do culto institucional da juventude. Mas a apreensão com o tempo está gravada mais fundo em nós. A passagem dos anos parece esvaziar-nos.
Lugar é geografia, um local para a política; comunidade evoca as dimensões sociais e pessoais de lugar. Um lugar se torna uma comunidade quando as pessoas usam o pronome “nós”.
“Quem precisa de mim?” é uma questão de caráter que sofre um desafio radical no capitalismo moderno. O sistema irradia indiferença.
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