Poesias para um Futuro Papai
Como seria triste o mundo se tudo estivesse feito, se não ouvesse um jardim para cuidar.
Um fruto para colher.
Um apelo pra atender.
Um sorriso pra alegrar.
Um favor para ser prestado.
Um compromisso para ser cumprido.
E.....
O amor para ser dado...
Não sou poeta, nem escritor,
sou mais um sonhador
que construiu seu próprio mundo de sonhos.
alguns realizados, outros ainda são só sonhos
talvez seja mais um que o destino pregou algumas peças,
talvez seja mais um perdido entre sonhos e realidade
mas, também sou mais um que acredita no amor
acima de tudo...
.
PALAVRA PARA A FAMILIA
Pr. Abílio C Santos
Coisa terrível é um lar dividido, não é mesmo! Um lar onde as pessoas cresceram juntas eram intimas e agora vivem como estranhas, com indiferença e até ódio.
O que precisamos fazer? Existem duas saídas: Abandonar a família... Ir levando como der para ver o que irá acontecer ou ter a atitude necessária e disposição para mudar e promover mudanças – Sl 127.1
Como está sua família?
Receba Jesus em seu coração e entregue sua família nas mãos do Senhor.
Você terá um lar amoroso, alegre e cheio de paz. Amém!
Que o Senhor o abençoe com toda sua família é o meu desejo.
Um abraço do Pr. Abílio... Shalon!
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abiliocarlos
abilicusvidanova@ig.com.br
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Sempre vão existir frases e poemas, cada qual com uma mensagem e um apelo diferente.
No fundo nada disso vai resolver seus problemas.
Bom mesmo é seguir seu coração e tentar ser feliz.
Quem ama não analisa.
Não exige nada além de amar e ser amado.
Ainda mais que pra morrer hoje, basta estar vivo.
DEUS ESTÁ FALANDO COM VOCÊ!!!
Um homem sussurrou: Deus fale comigo.
E um rouxinol começou a cantar
Mas o homem não ouviu.
Então o homem repetiu:
Deus fale comigo!
E um trovão ecoou nos céus
Mas o homem foi incapaz de ouvir.
O Homem olhou em volta e disse:
Deus deixe-me vê-lo
E uma estrela brilhou no céu
Mas o homem não a notou.
O homem começou a gritar:
Deus mostre-me um milagre
E uma criança nasceu
Mas o homem não sentiu o pulsar da vida.
Então o homem começou a chorar e a se desesperar:
Deus toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo...
E uma borboleta pousou suavemente
Em seu ombro
O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido
Continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo.
Até quando teremos que sofrer para compreendermos que Deus
está sempre onde está a vida ???
Até quando manteremos nossos olhos e nossos corações
fechados para o milagre da vida que se apresenta diante de
nós em todos os momentos ???
(Prece Indígena - Tradução e adaptação do Livro By San Etioy)
Todo acerto sem erro pode ser considerado um milagre.
Uma vez que,aquele ser humano que nunca errou,neste chão
nunca pisou...(denis)
Quando você tira o ser de um homem... ele torna-se nada. Eis por que um homem precisa realizar; porque precisa negar esta nulidade. Ao passo que a mulher não precisa realizar a fim de existir - ela precisa realizar para ser valorizada.
[texto completo em http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/homememulher/index.html]
amar sem ser correspondido,um erro fatal
enganar aqueles que tanto ama,outro erro fatal
sofrer sozinha sem ter alguém para compartilhar
este momento e esta dor,o pior erro da vida
ATITUDE
Pintei as minhas telas de ilusão
Deixei-lhes um aroma a utopia;
Sementes eu lancei de grão em grão
Sonhando que bons frutos colheria;
O tempo deu-me sempre este refrão:
Que nada em qualquer tempo mudaria!
Senti no meu trajecto um outro chão
Dif'rente desse chão que eu descrevia.
Então, notando sonhos na valeta,
Cheguei a abandonar minha caneta
- De que valia a pena escrever poemas?
Mas algo me constava da memória:
Ideias dos avanços que na História
Se dão, quando se afrontam os sistemas.
Joaquim Sustelo
(em ENQUANTO A BRISA SOPRA)
Agradeço por você não ser um sonho
Agradeço por me fazer feliz
Agradeço por saber me amar e saber o que é o amor
Agradeço por tudo o que faz por mim
Agradeço por ser corajoso e não fugir de nossos problemas
Agradeço por deus ter colocado neste mundo alguém como você
Agradeço por tudo isso ser real
Agradeço,agradeço,agradeço...
SONETO XVII
Um dia alguem em falou
Que nao sabia bem o que era amor
Sempre me falou
Uma mistura de odio e dor
Como pode viver assim
Me pus a pensar
Sentindo que nao vale apena lutar
Entao me pus a apensar
Seria melhor seguir em frente
Tentar esquecer
Melhor seria pra gente
Não ter que assim viver
SONETO XXI
Um dia ela veio te beijar
Sorridente estava a te abraçar
Agarrou-se como agarra a vida
Nao mais a deiaxou sentida
Te faz derramar lagrimas
Faz virar desse livro as paginas
Faz por um segundo baixar a cabeça
Deixou no teu rosto uma tristeza
Um dia aquele a quem amou
Tera que deixar o amor
Ainda assim aparece sorridente
Na sua veia se fez ardente
A dor que em voçe se fez presente
Os dias passam sem eu ter percebido
Seguindo um fluxo estranho
Deixando um vazio sem tamanho
Fazendo perceber que a vida não tem mais sentido
Não estou querendo instigar suicidios
Só sinto que continuar assim é um martirio,
Mas não irei desistir,
Pois vim a este mundo com um destino a seguir
O destino representado por um ditado
Que diz "Se tiver de acontecer,
Irá acontecer!", independente do meu querer
E pra min só sobra adiar, ou não o momento
Pois tão imprevisivel quanto o vento
O destino é o senhor do tempo
Por seguir tal filosofia
Decidi transpor minha pequena sabedoria
Em loucos e enigmáticos poemas
Criados para ajudar outros a disolverem seus dilemas
E lá ia ele, sem prestar no caminho atenção
Era mais um desses inumeros filhos de Adão
Que todos os dias perdem mais uma daslições
Ensinadas naquela lendária criação
E sem perceber tragados são
Para um mundo cheio de desilusões
Ia alegre e entusiasmado
Só por estar bobamente apaixonado
Por aquela filha de eva
Que tão pura parecia ser,
Mas que sem perceber passou a ter
A mais sombria das trevas
E nenhum dos dois percebeu tal fato
Até que um acidente envolvendo um pobre gato
A fez mostrar sua verdadeira face
Uma dignissima e fria classe
Diante da ceifadora silenciosa e calma
Que vinha lhe roubar a alma
Foi aí que ele percebeu a grande ofensa
Que sua amada cometeu ao ignorar a morte
Sem perceber que estava abusando da sorte
Ao encará-la com total indiferença
Pobre criança, foi levada tão jovem
Pela foice que os túmulos movem
Levando consigo também o inocente coração
Daquele coitado filho de Adão
Que outrora era tão sorridente
Agora acabou por ser tão cruelmente
Para com aquelas pessoas que ficam comovidas
Com o final de uma qualquer vida
Pobre e tolo filho de Adão
Tão jovem e tão inocente
Nunca percebeu que para a Morte
Não importa o quão seja forte
Sempre terá um vulnerável coração
Que possa ser emagado cruelmente
E foi só quando solitário morreu
Que lembrou daquela lição
Ensinada ao seu antepassado chamado Adão
E finalmente percebeu
Que não deveria anseiar mulher aleia
Senão acabaria preso numa viciosa teia
Tecida pelo pobre coitado
Que teve seu amor roubado
E acabou por inconscientemente desejar
A morte daqueles dois foram se amar
Sem se importar com seus sentimentos
Geradores dos frios pensamentos
Culpados pela infortúnia sorte
Que abateu os amantes com a morte
Pego logo ali da tão conhecida estante,
Um mundo maravilhoso tão compacto,
Que ainda me causa certo impacto,
Perceber como ele é revelante,
Pois sempre funde meus, divergente:
Coração e mente.
Olho ao redor, a procura marca-texto de mão,
E a percebo ali no meu campo de visão.
Pesco então uma bela flor do vaso,
Enebrio-me com seu suave gosto,
E assim um sorriso surge no meu rosto,
Pois apesar dos costumeiros descasos,
Ainda consigo ser um homem bravo,
Por continuar do amor escravo.
Despenco na velha rede,
E admiro o reflexo na parede,
Desse infinito céu azul celeste,
Que tão bem a tarde veste.
É Naqueles momentos em que resolvo descansar,
Deitado numa rede, deixo palavras me levar,
Para qualquer outro lugar.
Que seja agraciado por uma belo romance,
Um lugar que só um bobo alcance.
E quando eu pauso a minha leitura,
E visualizo na minha mão direita,
Essa flor que não tardará a ser desfeita.
Tento colocar nos meus olhos uma figura:
O seu belo seblante,
Que apesar de tão distante,
No meu coração, tem presença constante.
Afinal, essa distância,
Até que tem sua elegância,
Pois ela gera uma ambigüidade,
A angustiante e romântica saudade.
Continuo assim.
Vivendo a espera de um estopim,
Eu aproveito o momento...
E esponho todos meu sentimentos...
Eu admiro é o carinho...
Pois é o único caminho,
De deixar me deixar feliz,
Sem ter que explorar o mundo com meu nariz.
O que mais prezo é a fidelidade,
Não existe nada mais eterno que a amizade.
Sempre abrirei mão,
De qualquer razão por uma emoção.
E se um dia eu ficar solitário?
Será que vou encontrar um novo amigo?
Ou vou apenas me esconder no armário,
Temeroso que ninguém mais queira estar comigo...
Não... Vou continuar seguindo em frente,
Pois novamente, a emoção tornará meu caminho surpreendente.
Continuo assim,
Vivendo a espera de um glorioso fim,
Aproveito cada mudança do vento,
Para tornar reais meus pensamentos...
Eu admiro é o respeito,
Pois jamais é desfeito,
Por qualquer discussão ou briga,
É imponente como uma metálica liga...
O que mais prezo é inteligência,
Não existe nada que torne melhor a convivência.
Sempre abrirei mão,
De qualquer emoção por uma razão.
E se um dia eu ficar solitário?
Será que vou querer outro companheiro?
Que ao me abandonar se mostrou ordinário...
Não... Acho que para eles só o que importa é o dinheiro...
Vou continuar a seguir sozinho,
Por esse racional caminho.
É bom deixar claro esse aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Às vezes ele é vendido,
Na verdade quase sempre é vendido...
Porque vendido?
Porque as pessoas sem alegria têm vivido.
E porque será que continuar esbanjando nos meu lábios,
Um sorriso que nem o maior dos sábios,
Ousou a sustentar?
Porque simplesmente continuo a sonhar.
COntinuo a almejar,
Continuo a viver,
Continuo a sem ter o que fazer...
As complicações não param de aparecer...
E eu continuo a tentar resolver,
Ou simplesmente deixo-as se acumular,
Dou férias pra minha mente,
E sigo em frente,
Como se meu passado nunca fosse existente.
Por isso repito o aviso:
Nem sempre existe o preço de um sorriso,
Mas se existe um preço justo para o meu,
Acho que por cinco centavos ele seria teu,
Afinal a maioria deles esborram falsidade,
Não que eu faça por maldade,
É que me acostumei a sorrir por qualquer banalidade.
Meu sorriso quase sempre não vale nada,
E por isso mesmo que minha alma é apaixonada,
Por sorriso cheios de sinceridade,
É ali que encontro minha tranquiladade,
Não tem como, sou apaixonado por sorrisos,
São eles o que eu sempre viso.
Pode ser timido ou amostrado,
Desde que venha de seu coração,
Pode ter certeza que vai chamar minha atenção,
E vou querer ele ao meu lado.
'Ó doce Bailarina, o que preciso fazer,
O que preciso realizar para poder te ter?'
Recitava um boneco desengonçado,
Tão desengonçado que chegava a ser engraçado.
O espantalho olhava totalmente hipnotizado,
Para o alto da estante, onde ali parada,
Estava uma bailarina imobilizada.
'És tu de novo espantalho?
Já não te disse que não devis vir aqui?
Não posso ir contigo mesmo se houvesse um atalho...
Estou presa aqui, e eternamente vou ficar aqui'
Era sempre a mesma história...
Toda noite o engraçado espantalho,
Saía da caixa de brinquedos,
Montava um castelo com cartas de baralho,
E ia admirar a bailarina da estante.
Não havia o que fazer certo?
O espantalho estava fadado a continuar assim,
A toda noite ter a bailarina tão perto,
Mas nunca tê-la pra si no fim.
Errado,
Aquele espantalho era muito mais que atrapalhado,
Ele era inteligente e esforçado,
Mas foi só quando a presença de um clarão,
Durante a passagem da senhorita gotas de chuva,
Mostrou a seu coração,
Que a bailarina era tão infeliz,
Quanto ele por não tocá-la nem por um triz.
E o espantalho decidiu,
'Você poderia esperar por mim?
Poderia você minha flor de lis,
Esperar a volta de seu serafim?'
A bailarina achou que era mais uma das palhaçadas,
Que o bobo espantalhado fazia para lhe fazer feliz.
E então respondeu inocentemente,
'Só se você prometer que quando retornar,
Nós poderesmo ficar juntos para sempre,
Que este globo aqui não mais vai estar...'
'Eu prometo sim'
E assim iniciava-se as desventuras do espantalho.
Um dia quem sabe eu deixo de ser um leitor,
Tomo vergonha na cara e me torno um escritor,
Não qualquer um, mas um daqueles aloprados,
Um daqueles que escreve algo com significado.
Um dia quem sabe me torno sensato,
Percebo que vinha vida não difere muito da de um rato,
Reflito um pouco e respiro fundo,
Daí então vou pensar nos problemas do mundo.
Um dia quem sabe resolvo de fato me apaixonar,
E paro de vez de por qualquer uma suspirar,
Um dia ainda coloco meu coração na linha,
E assim quem sabe descubro ter uma mulher só minha?
Um dia quem sabe para com os poemas,
Afinal é chato rimar todos os meus dilemas...
É quem sabe que me levante e vá resolver meus problemas?
Acho dificil tornar realidade essa cena,
Acho que por isso que deveria pegar uma perpétua pena.
Um dia quem sabe obtenho coragem,
E mostro que minha passagem,
Não foi em vão,
Que eu tive um coração,
Que eu espremi um limão,
E que transformei minha vida numa canção.
Um dia... Só um dia... É disso que preciso,
Para deixar de ser um Narciso,
Para parar de ver em três folhas,
Meus desejos realizados com o estourar de bolhas,
Para perceber que eu cresci,
E que desde que nasci,
Só dependo de mim,
Para tornar honrado meu fim.
Velas espalhadas pelo chão,
Aqui e além …
Um som suave daquela música
Que eu sei que te faz vibrar
Apenas a luz que dança
Lançando reflexos nas almofadas
Espalhadas pelo meu sótão do prazer
Espaço lúdico onde te espero
Na mais perfeita fantasia de amor
Danço, no meio da roda feita pelas velas
Que iluminam o meu corpo ainda vestido
Como uma segunda pele a delinear o corpo
Aquele vestido preto
Que tu sempre dizes deixar-te aturdido
No cabelo apenas um gancho, único acessório que uso
Equilibro-me nos sapatos de salto alto
Enquanto danço ao som da música
Que faz lembrar terras do oriente
Deslizo as alsas do vestido até ao cotovelo
Rodo o corpo e fico de costas para ti
A música continua a soar entre estas quatro paredes,
O cheiro a incenso no ar é cada vez mais intenso
E agora nota-se um cheiro a rosas.
As que me trouxeste porque sabes o quanto gosto delas.
Vermelho escuro, cor da paixão
Levas as mãos às minhas ancas
E começas a fazer descer o vestido por elas
Juntos numa dança de sentidos
Exploras a geografia do meu corpo
Reconheces todos os caminhos
Aspirando o meu perfume de mulher
E como me sinto mulher !
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