Poesias para Tios e Tias
Um acidente de trabalho reflete nossa capacidade de gerenciar riscos. Às vezes, um trabalhador sofre uma lesão, perde a saúde ou até mesmo a vida, apenas para nos mostrar onde estamos falhando no gerenciamento de riscos.
Fatores de Risco Psicossociais: São elementos ou situações presentes no ambiente de trabalho que, isoladamente ou em conjunto, ao interagirem com as capacidades, necessidades e expectativas do trabalhador, podem levar a lesões, agravos à saúde física e mental, e impactar negativamente seu desempenho e bem-estar. Essa interação envolve a dinâmica entre as características do trabalho (carga de trabalho, organização do trabalho, condições físicas, informações disponíveis, autonomia, satisfação no trabalho, conflitos interpessoais, ambiente organizacional) e as características individuais dos trabalhadores (capacidades, necessidades, cultura, expectativas e habilidades).
Todas as pessoas possuem habilidades que precisam ser desenvolvidas, e cabe a quem lidera identificá-las e promover meios para o seu desenvolvimento.
“... SÓ CRISTO SALVA O PECADOR!!! A Igreja não salva! Sim, a Igreja não salva. Jesus Cristo é o único e exclusivo caminho do céu (João 14.6). Acontece, porém, que quem é salvo por Cristo porque, arrependido, O aceitou como único e todo-suficiente Salvador passa a fazer parte da Sua Igreja, Seu Corpo (Efésios 5.23; Romanos 12.4-5). A Igreja não salva. Mas, quem é salvo a ela se liga por força mesmo de sua fé. Mente, pois, quem se diz salvo e se recusa a ela engajar-se.” (Extraído do livro “Será Que Todas As Religiões São Boas?”)
O acidente de trabalho é a materialização das consequências de um perigo presente no ambiente de uma organização, sem o devido gerenciamento.
Em um processo de gestão, não se deve ter como objetivo final a celebração dos resultados em si, mas sim os processos que conduziram até os resultados.
Um líder precisa desenvolver uma visão otimista das coisas e acreditar que o melhor vai acontecer. A partir dessa crença, ele deve construir planos para que essas coisas aconteçam.
A perseverança é seguir o caminho escolhido, apesar das dificuldades, sendo sempre guiado pelo seu propósito.
O resultado alcançado por uma organização é igual à soma do planejamento eficaz e do empenho na execução.
Não há neutralidade no amor; ou avançamos juntos, ou nos afastamos aos poucos. Quando deixamos de priorizar o casamento, ele não para no tempo, ele retrocede.
Todos os dias, ao acordarmos, precisamos estar preparados para colocar nossos valores e nossa determinação à prova, pois os novos desafios serão diferentes dos vencidos nos dias anteriores, e muitos serão maiores e mais complexos
"Assim como a lavanda conecta céu e terra com seu perfume, que o amor eterno seja a ponte entre nossas almas e a espiritualidade que nos guia."
O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais não é um processo em série ou com elementos atuando de forma isolada e sim um processo multidirecional e interativo.
Equilíbrio é conhecer os seus limites e manter sua mente, alma e coração em um estado calmo.É ser capaz de analisar as variações e não se desesperar em meio aos problemas e as mudanças. Consiste também em reconhecer quais as variáveis você pode alterar e quais não estão sob o seu controle. É saber controlar os excessos e ter domínio entre o pensar, sentir e agir.
OOs acidentes de trabalho refletem nossa capacidade de gerenciar riscos ocupacionais. É trágico que lesões graves, danos à saúde e até a perda de vidas sejam necessárias para expor falhas e erros no sistema de gerenciamento, evidenciando a urgência de revisar os riscos e fortalecer as medidas de controle.
O pior risco no gerenciamento de riscos ocupacionais é aquele que não foi identificado. Precisamos buscar ativamente o que não vemos — afinal, tudo parece bem quando não sabemos o que está realmente acontecendo.
Até mesmo aquele que encontra-se extraviado, estará seguindo algum caminho. A única forma de saber se está percorrendo o caminho certo, é descobrindo onde se deseja chegar.
Um Gerenciamento de Riscos de Ocupacionais que não está preparado para o erro humano, tende ao fracasso. Uma vez que os processos são operados por pessoas e pessoas comentem erros.
Em uma investigação de acidentes é fundamental separar fatos de interpretação. Confundir estes dois fatores representa um sério obstáculo na busca de uma causa raiz.
