Poesias para meu Amor

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"A felicidade do burro é conquistar seu próprio pasto."


"Os ignorantes desconhecem a própria sabedoria."


Largue os remos, controle o leme e deixe que as velas e o vento façam o trabalho.

⁠O objetivo da vida
não é ser feliz; é ser útil!
Na verdade, é essa percepção de utilidade que nos permite
ser permanentemente
felizes!

... ao sujeitarmos
à inquietude e a pressa
nossa busca por um pouco de
de harmonia e felicidade, corremos
o risco de passar por elas sem
percebê-las!

... um insuspeito
espírito revolucionário não consiste
em lutar por nossa felicidade como um
bônus futuro — mas em vivenciá-la , a cada
instante, como um fator dominante
do nosso impermutável
agora!

“Cuidado com tudo que proporciona prazer ou sensação de felicidade, mas que não é fruto de uma justa recompensa ou escolha digna.”

Autor: Ney Paula Batista

Ser simplesmente grata por ser feliz, ter uma família que amo, uma vida abençoada e uma carreira completamente encaixada em minha missão de vida. Sim, cheia de responsabilidades, desafios, obstáculos que desgastam e por vezes entristecem, mas que sei que não me seriam dados se eu não estivesse sendo preparada para vencer, transcender.

O hábito de agradecer por tudo, desde as coisas aparentemente ruins até as boas, que acontecem em nossas vidas, edifica, nos dá força, nos aproxima de Deus, das energias positivas e puras, traz conforto e acalenta nossos corações ❤️.

Hoje exorto você a praticar a gratidão, ao invés de apenas pedir bênçãos. Faça isso, pois tenho convicção de que perceberá o quanto fará diferença em sua vida e como suas atitudes modificarão.

Uma ótima tarde a todos, desejo um excelente inicio de final de semana!! E lembre-se: A vida é um eco... se você não está gostando do que está recebendo, observe o que está emitindo.

⁠⁠Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!

E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.

Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!

Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.


Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.


Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.


Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.


A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.


Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.


Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.

Amado Filho!


A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.


Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.


A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.


Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".


A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.


Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.


Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.


E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.


Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.

⁠Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.


Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.


Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.


São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.


Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.


Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.


Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.


É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.


Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.


Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.


Que energia é recurso sagrado.


Que paz não é covardia — é estratégia.


E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.


Felizes os que discernem.


Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.


Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.

⁠Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.


Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.


Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.


E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.


Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.


É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.


É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.


O ódio é sempre uma simplificação…


Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.


Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.


Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.


Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.


No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.


É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.


É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.


E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.

Quase ninguém consegue ser mais Infeliz do que os que esperam a sexta-feira para serem Felizes.


Essa constatação medonha incomoda porque revela uma verdade que muitos preferem ignorar.


Quando condicionamos nossa felicidade à chegada da sexta-feira, estamos, na prática, renunciando a vários dias da nossa própria vida todas as semanas.


Vivemos contando os dias: segunda é um peso, terça uma espera, quarta uma esperança, quinta uma ansiedade…


Então chega a sexta-feira, e depositamos nela a missão impossível de compensar tudo o que deixamos de viver.


Mas nenhuma noite, nenhum happy hour e nenhum fim de semana conseguem preencher o vazio de uma rotina que aprendemos a desprezar.


A Felicidade não pode ser um compromisso marcado apenas para o fim da semana.


Ela precisa encontrar espaço nas pequenas vitórias, nas conversas sinceras, na tranquilidade do café da manhã, no trabalho que faz sentido, no aprendizado diário e até nos desafios que nos fazem crescer.


Quem vive apenas para a sexta-feira está, sem perceber, desejando que a maior parte da própria vida passe depressa.


E desejar que o tempo passe é uma das formas mais silenciosas de desperdiçar a existência.


Que a sexta-feira continue sendo bem-vinda.


Mas que ela seja apenas mais um dia bom em uma vida que vale a pena ser vivida diariamente.⁠

Que a Paz e a Felicidade te abracem tão apertado, ao ponto de quebrar todas as agruras e preocupações.

Porque, no fundo, é disso que todos precisamos: de um abraço que não seja apenas físico, mas na alma.

Um abraço capaz de silenciar o barulho das inquietações, de aliviar o peso das responsabilidades e de lembrar que a vida é muito maior do que os problemas que insistem em ocupar nossos pensamentos.

Vivemos cercados por cobranças, expectativas e pela falsa necessidade de controlar tudo.

Esquecemos que algumas das principais conquistas não podem ser compradas, planejadas ou antecipadas.

A paz nasce quando aceitamos que nem tudo depende de nós.

A felicidade floresce quando aprendemos a enxergar beleza nas pequenas coisas que o cotidiano oferece.

Talvez a verdadeira riqueza esteja em terminar o dia com o coração leve, em cultivar bons encontros, em agradecer pelo que já temos e em seguir confiando que o amanhã trará novas oportunidades.

As dificuldades continuarão existindo, mas elas deixam de ser gigantes quando a serenidade ocupa o lugar do medo.

Que nunca nos falte a coragem de sorrir mesmo em dias nublados, a esperança para recomeçar sempre que necessário e a sabedoria para compreender que a paz não é a ausência de tempestades, mas a certeza de que nenhuma delas é eterna.

E que, quando a vida insistir em apertar, a Paz e a Felicidade consigam apertar ainda mais forte, até que todas as agruras e preocupações se desfaçam diante da força de um coração que escolheu viver com fé, gratidão e esperança.

A três capitanias
a nossa amada terra
de Santa Catarina
ela as pertenceu,
depois foi o último
nome que permaneceu.


O meu coração canta
como uma Araponga,
amar-te a cada dia mais
é a interminável poesia
do nosso destino
porque és bela e digna.


Minha Santa Catarina
na terra na água e no ar,
e escrita na Via Láctea,
aqui é o generoso lar
não desejo outro lugar
nesta vida para morar.


A minh'alma de Imbuia
é feita sob a luz do Sol
e também da Lua,
sempre ao Bom Deus
por esta terra agradece
todo o dia em prece.

Como quem beija o céu
a Escumilha oriental
revela as suas flores
como quem beija o amado,
Igual à ela os dias
com poesia o tenho beijado.


A sua existência distante
no coração tenho embalado,
O desejo pelo romance
e o inevitável têm capturado
o quê era outrora impensado.


Ainda que de tudo talvez
esteja em algum lugar distraído,
e não tenha me reconhecido:
O tempo tem o próprio laço.

A suposta profanação
do teu amado solo sagrado
de pureza e tranquilidade
- por mim está concluído
tal qual Murici plantado,
de mim não conseguirá
nunca mais ficar resistindo.


Moro no teu pensamento,
no súcubo e íncubo
dos teus impulsos,
os teus deuses blasfemo,
e em retribuição são eles
é quem me rendem culto,
no teu sepulcral silêncio
seja no céu e inferno,
o teu giro sempre ocorre
ao redor do meu Universo.


Do meu ser fantasmagórico,
eclipsante e desafiador,
não há litania ou exorcismo
contra a possessão abissal
da minha presença sensual
vir a conseguir dela se livrar,
sem esforço e sem murmuração,
em nenhuma hipótese irá escapar.

O Canto de Reis envolvente
me leva a encontrar os teus
maravilhosos olhos felizes,
Debaixo do Angico-branco
no levando pelo ritmo hipnótico,
Proclamei-te como o meu
sublime amado erótico,
Assim eternizei na mais
alta tradição poética da terra,
Para que fique bem claro
que o amor não permite guerra,
e renova os votos de paz
por ter encontrado o que terna.

No nosso estuário onírico
do diviníssimo e sutil enleio,
És tu o meu amado pleno
da profunda América do Sul.


És o Cisne-de-pescoço-preto
e portador do meu anseio
de ter o seu amor ainda
que embalado em segredo.


Com o teu cortejo discreto
finjo que não percebo
que está me derretendo.


A minha parte é deixar
que se encarregue da tua,
para que o amor se cumpra.

No Hemisfério Celestial Sul,
o céu da minha Pátria amada
a Aurora Austral alcançou --
e em Santa Catarina tocou,
deixando Alfredo Wagner
toda hipnotizada...,
e a mim como mulher
plena, confiante e preparada.


Sim, o meu coração por
um instante apaziguou,
com presença empolgou,
e sigo encantada...,
não pensando mais nada
que me tire dessa cena
que deixou-me extasiada.


Não faço previsão quando
a Aurora Austral voltará
por aqui a iluminar,
Só sei que antes disso
quero estar com você
do lado para gente se mimar,
e do jeito merecido nos amar
de tal forma que não queira
mais para o mundo lá fora voltar,
e outros amores vir a conquistar.

Enraizada de tal forma
na minha amada Pátria,
Que tudo de minh'alma
no próximo se replica,
Até o meu alcance revira
quando o Minhocuçu
dança e a terra respira,
em cada grão se apega,
e encontra o que inspira.