Poesias para meu Amor
Vc que hoje está casado, tenha certeza que vc neste tempo de casado já casou muitas vezes com a mesma mulher no decorrer deste tempo.
O tempo e a convívio fez o sacramento.
Deusa Gatona gostosa linda do Brasil 🇧🇷
Andressa Dançando aqui no Iate.
WOOOOO
Andressa Urach Brazileira
Uma sereia dos mares, uma perola dos oceanos, os peixes embalam e dançam pelas ondas de fascínio pela Deusa do Brasil, a agua durante a noite se ilumina pela Andressa até ao nascer do sol.
O sol quando nasce se derrete só de apreciar tamanha beleza!
Para alguns seres "pensantes" grandes guerras nem precisam do menor dos motivos pra que aconteçam.
Estes simplesmente pensam, e essas acontece.
E depois de um tempo, quando o luto nos dá uma trégua, de alguma forma, aparentemente ele passa, vem a verdadeira cara da vida, com toda a sua melancolia demagógica, e com o tempo, os que já se foram, vivem em nossas lembranças, seus momentos felizes e tristes aqui ao nosso lado.
Os momentos, é que realmente fica, e em nossa memória, como se fossem tangíveis, os guardamos eternamente, esses fragmentos de momentos memoráveis daqueles que já se foram nos conforta a cada dias neste plano.
Passear pela natureza, sentir a brisa do verão de agosto, sentir o cheiro único da mãe natureza e respirar o verão de uma noite épica.
Desfrutando um vinho alentejano lendário e gostoso.
Domingos lendários e apaixonantes com taças da realeza cheias de vinho.
Momentos de felicidade, guarde-os nas lembranças de socorro, eles podem te ajudar nos momentos de extrema tristeza.
Primavera que cura, verão que embriaga
outono que chega e inverno que não passa.
Mulher que hidrata, e que não se disfarça.
resolvida de si, sorriso me abala.
Gelo que não derrete, congela minha alma.
Você é a quinta estação, a unica que nao passa.
Cicatriz que não cura, amor que não Sarah.
Escola Olodum - Um Toque de Cidadania
É um importante projeto que a Associação Carnavalesca Bloco Afro Olodum mantém em Salvador - Bahia, a Escola Olodum é um espaço real de participação e expressão da comunidade afrodescendente, constituindo-se numa referência nacional e internacional pela inovação no trabalho com arte, educação e pluralidade cultural.
A Escola Olodum revela grandezas além do toque do tambor, com atividades que têm como objetivo valorizar o potencial de crianças, adolescentes e jovens, por meio de linguagens que possibilitam a inclusão social e digital, trabalhando paralelamente a questão da cidadania étnico-cultural.
Curso de Percussão Samba-Reggae da Escola Olodum
Iniciado a partir do projeto ‘Rufar dos Tambores’, em 1984, o curso de percussão samba reggae visa proporcionar aos seus participantes um amplo conhecimento de alguns dos pré-requisitos principais que fazem de um percussionista um músico completo, com potencial e qualidades necessários a um desempenho satisfatório no competitivo mercado de trabalho profissional. Com um programa didático e gradativo de ensino, que vai desde o nível básico ao avançado, o curso busca transmitir conhecimento de uma linguagem musical universal unindo teoria e prática percussiva e tendo como principio básico o estilo musical Samba-Reggae característico do Olodum.
POEMA PARA ANA
Ana, nome que brilha como estrela,
Na vastidão do céu da existência,
Com graça e força, és realeza,
No reino da vida, és resplandecência.
No coração, teu nome é melodia,
Uma canção que ecoa eternamente,
Graciosa, és a própria sinfonia,
Que floresce, sublime e envolvente.
Ana, és a essência da coragem,
Cheia de graça, enfrentas qualquer mar,
No deserto, és a miragem
E com amor, desenha o seu altar.
Em teu nome, há história e tradição,
Uma linhagem de mulheres fortes,
Que com dedicação, devoção,
A vida em milhões de sortes.
Às Anas, meu tributo de gratidão,
Por serem raios de luz e esperança,
Ana, Anita, Aninha, Anão
Espalham amor, com doçura e bonança.
Que o nome Ana seja sempre lembrado,
Como um símbolo de amor e de bondade,
Na dança da vida, com passo marcado,
Ana, és a estrela da nossa saudade.
(FELIPE REIS)
POEMA PARA BRUNAS
Nos traços da aurora, Bruna desponta,
Um nome que na mente ecoa e nos afronta,
Mulher de força, graça e luz brilhante,
Declamo-te esses versos com amor, neste instante.
No olhar de Bruna, o universo se revela,
Nos seus passos, a dança da estrela mais bela,
Com coragem, enfrenta a vida com destemor,
Na jornada, Bruna é poesia, é calor.
Nas lutas diárias, na busca de igualdade,
Bruna, morena da cor do fogo, com dignidade,
Rompe barreiras, traça histórias e caminhos ardentes,
Nas trilhas da vida, com seus ninhos, sempre presente.
No sorriso dela, flores desabrocham,
E nos seus gestos, sonhos se abraçam,
É fogo, é brisa, é tempestade e calmaria,
Bruna é sinfonia, é arte, é alegria.
Brilhe Bruna, com tua luz, tua justiça,
Sejas a estrela de sua própria vida.
Bru, Bruninha, Brunette
Todas vocês tem sempre uma tiete.
(FELIPE REIS)
POEMA PARA CAROL
Carol, nome que em suavidade se desenha,
Uma melodia que faz com que o coração amanheça,
Mulher de um sorriso brilhante como o sol,
Em versos e encantos, a ti, presto meu farol.
Nos olhos de Carol, o mundo encontra cor, Na dança da existência, és o vento que sopra amor,
Mulher livre, enfrentas os ventos da vida,
Determinada, persistente, és pura, Carolina .
No sorriso dela, a alegria se manifesta,
E em seus gestos, a euforia nunca cessa,
É luz, é fala, é energia que contagia,
Ca, Caca, Carol e Carolzinha
Que nome! Sonoridade suave em cada vogal,
É um nome versátil, universal, especial,
Rompe barreiras, constrói caminhos,
Arrasa corações, gosta de carinhos.
És inspiração e pureza,
Na tua essência, encontramos a beleza,
Neste poema, colorido como girassóis
Homenageio todas as Caróis.
(FELIPE REIS)
Na esperança de um dia renascer, de certa forma, uma criatura direita, que seja correta, concreta, nesse mundo. Que não seja ominosa, aborrecida, pecaminosa, errada.
Me sentir tão parte quanto todos, me sentir incluso, dentro desta bolha chamada vida. Essa religião que me religa com o cosmos, o universo, com Deus, me religa e ao mesmo tempo expele de tudo, me enforca, me sufoca de dentro para fora, me retorce, esmaga, explode. Me reconectar com o Divino.
Me sentir tão parte quanto todos, me sentir incluso, dentro desta bolha chamada vida. Essa religião que me religa com o cosmos, o universo, com Deus, me religa e ao mesmo tempo expele de tudo, me enforca, me sufoca de dentro para fora, me retorce, esmaga, explode. Me reconectar com o Divino.
O prazer de estar vivo, de conseguir respirar o ar puro dos ventos mundanos, me faz sentir como se estivesse por um breve momento livre, liberto dessa carga pesada em minhas costas, mas é por um pouco período de tempo, até me lembrar do fogo, do devorador de almas, do matador de sentimentos, de alegria, até me lembrar que a guerra já está vencida, não há chance de escolha, há apenas o significado do sentir, apenas o amanhã do hoje, apenas a escolha da opção não feita, ou feita...
As consequências vêm, sim, elas vêm, sem pudor, sem culpa, sem medo, elas simplesmente aparecem, sem qualquer resquício ou lampejo de impenitência, apenas justiça e autoridade.
HOMENAGEM À DANI
Dani, nome que brilha como estrela guia,
Na vastidão do céu da vida, és poesia,
Mulher de força, coragem e alegria,
Teço em versos, tua história e magia.
Em teu nome, Dani, dignidade se detecta
No significado, "justiça divina" nos conecta,
No teu caminhar, foco e determinação
No olhar, garota, pura sedução.
Nos teus olhos, alguma coisa sempre acontece,
E em teus gestos, a generosidade engrandece,
És um ser de empatia, amor e harmonia,
Protegida por Deus, és doçura, és energia.
Daniela, Danielle, Dani, Dandica, chame como for.
Mistura amor e ardor.
Símbolo de força e fé,
Quase nunca recusa um cafuné.
(FELIPE REIS)
Fernanda, teu nome ecoa com doçura,
Na dança das sílabas, és uma pintura,
Mulher de encanto, de brilho e graça,
Neste poema, exalto tua forte raça.
Teus olhos iluminam a escuridão,
Mostram caminhos, trazem inspiração,
Uma chama inapagável queima aí dentro
Deixando o mais malandro dos homens, tenso.
Teu sorriso é o abraço que aquece o frio,
De sua boca, suspiros causam arrepio
Fernanda, és a força que não se quebra,
Sei que é louca pra conhecer Genebra.
E te digo, isso tá pra rolar.
Viajante corajosa, ousa navegar.
Donzela de sonhos e desejos a realizar,
No teu ser, a esperança nunca há de faltar
Fernandinha, Fê, Fefê, Nanda,
Neste verso, reconheço que é você quem manda
Que tua vida seja repleta de harmonia,
Um grande beijo do Legado de Sabedoria.
(FELIPE REIS)
Helena, serena, teu nome carrega luz
Em versos te digo o quanto você reluz
Numa noite estrelada, Helena nasceu
Como uma tocha, iluminou o breu.
Olhando sempre pra dentro, seu olhos brilhantes .
Refletem a lua, em noites angustiantes.
És filha de Zeus e de Leda
Em ti encontro paz e leveza.
Teus passos, suaves como o vento,
Deixam um rastro de encanto no tempo.
Helena, tua voz é uma canção,
Um suspiro doce, uma celebração.
Quando você aparece
Minha tristeza se desvanece
Você me aquece, vê se não esquece
Você sempre nos enriquece
Lena, Nita, Lenita, Lelê
Que a vida te faça ver
O quão grande é seu coração
Receba esses versos feitos com emoção.
(FELIPE REIS)
Superar é bom, superar trás paz, traz tranquilidade, liberdade, é algo que queremos muitas vezes, mas superar pra mim soa como algo ruim, como distância, saudade, medo, insegurança.
Já conheci várias, me apaixonei por poucas, amei a 2, uma se foi, eu chorei, mas melhorei, por um tempo as memórias me faziam sentir nostalgia, um pouco de tristeza, mas agora não sinto mais nd, são só lembranças vazias. E isso tudo me assusta, porque eu sei que agora dói, mas amanhã vai passar, mas eu não quero que passe, porque se passar, ela e meu amor se tornaram apenas memórias vazias, inesquecíveis pelo meu peito, não quero que o que eu sinto morra, porque eu sei que se hoje tá doendo, amanhã, quando sarar, eu vou esquecer, parece que é algo bom, mas não é pra mim.
Jéssica, nome doce, angelical que carrega beleza
Alguns dizem que surgiu em O Mercador de Veneza.
Obra clássica de Shakespeare na Inglaterra.
Outros dizem que foi do hebreu, calma! sem guerra.
Desde a infância, sedutora e cativante,
Navegaste destemida, rumo ao teu horizonte.
Desafiaste as marés, com um riso vibrante,
E até hoje é uma fonte de alegria, uma ponte.
Tua beleza, como um quadro renascentista,
Traz à mente a arte em sua forma mais distinta.
Faria Da vinci e Michelangelo esgotarem suas tintas
Botticelli e Caravaggio brigarem pela conquista
Jessy, Jay, Jé, Jessiquinha
és a musa deste poema sem mesquinharia
Em teu nome, encontramos inspiração
Com sua energia alegrando nosso coração.
(FELIPE REIS)
No recôndito da alma, um temor se esconde, um eco sussurrante que nos atormenta. É o medo de viver, de enfrentar a vida, de navegar em mares revoltos e incertos. É o receio de fracassar, de tropeçar nas pedras que a vida lança em nosso caminho. É a hesitação em tentar, o medo de errar, de não estar à altura das expectativas que criamos para nós mesmos.
Mas é preciso lembrar que o medo não é inimigo, mas um mestre sábio que nos ensina a valorizar cada passo dado, a apreciar cada tentativa, por mais que falhe. É ele que nos mostra a coragem que existe em nossos corações, a força que reside em nossa essência.
Também tememos a conquista, pois o sucesso muitas vezes parece carregar um fardo pesado, o medo de perder o que ganhamos, de não conseguir manter o que alcançamos. Mas a verdadeira conquista não é material, é o crescimento interior, a evolução que o caminhar nos proporciona.
O medo do futuro nos leva a ansiedade, nos faz questionar o que nos aguarda adiante. Mas é importante lembrar que o futuro é moldado pelas escolhas que fazemos hoje, pelas atitudes que tomamos agora. Então, abracemos o presente com confiança, pois é nele que semeamos as sementes para colhermos amanhã.
E o medo do passado nos prende a culpas e arrependimentos, nos faz reviver momentos que já se foram. Mas precisamos lembrar que o passado é uma lição, não um cárcere. Devemos aprender com ele e seguir adiante, construindo um futuro diferente e mais consciente.
Assim, de mãos dadas com o medo, caminhamos nesta jornada da vida. É normal senti-lo, mas não podemos deixar que ele nos paralise. Pois, no final, é a coragem de viver, de tentar, de conquistar, que nos permite encontrar a verdadeira essência da existência. E é essa coragem que nos liberta, nos transforma e nos torna protagonistas de nossa própria história.
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