Poesias para meu Amor
PRINCESA A CAVALO
Eu vi você chegar de cavalo
Cheia de autoridade
Vi os seus pés tocarem no chão
E veio até mim
Me deu um beijo puro de mais pra mim
Eu ouvi tantas vozes
Falando comigo
Com toda a harmonia
Como santa
Foi embora de cavalo
E me deixou inflamado de amor
O sono fugiu de mim
Ouvi um galope na madrugada
Mas era só a poesia que chegava
DATA: 23/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ
CARENTE
Te liguei ontém
E você não atendeu a chamada
Eu me senti fraco e sozinho
Eu chorei
Você sabe
Que algumas vezes preciso mais
Do que em outras
E não há outra como você
Eu preciso de você
Só você pode me salvar
Me tirar da solidão
E sem você eu perco a direção
Me ensina a ser tão forte quanto você é
E me ponha a salvo para sempre
DATA: 24/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ
No calor do momento e da aventura na realeza.
O fascínio de uma beleza em si quando estamos na realeza e no trono banhados em ouro como estrelas cintilantes do universo podemos apreciar a beleza e o encanto dos jardins do palácio de Queluz que nos transmite pela alma. De manhã os teus lábios são doces e frescos como a brisa do vento de Queluz, à tarde o teu calor como um vulcão e o teu suor do teu corpo doce como o mel e o amor.
À noite olhamos para os céus da Realeza e sentimos a tua essência pura e especial como o encanto da lua cheia e das estrelas e do universo a dançar de fascínio e alegria.
Sydney
Um fantasma de Esparta
A visão, o ato sequencível
Tudo parece como moldes
O aquisicional se torna interposto
Palavras, visões, talvez um recheio ocidental
É isso, o perímetro desnorteável
Tudo parece, tão confuso
Não é velha abundante
Júpiter dá as caras
O visível soterga, o ponto austral
O viverdar aprisiona o mormeio sedento
O transparecível, o apetrecho coligário
O molde sazonal do tempo interposto
Tudo se coliga, não é irmão (Yes or No?)
Fábulas pequenas, núcleos do tamanho de uma selva
O coligário, o vertejar insólito
Carreira interposta, permissível
Claro, contragulando suas gotas
O vendaval se torna imaginável
Talvez, irresolvível
Claro, apreendendo os de Sydney
Meu momento '' Você disse alguma coisa sobre os soviéticos? ''
O medo nossa posição
O ato I, o ato da ''lms''
Sim, os taberneiros de plantão
Sussurre sua voz, não é altivo
O mundo pertence os sádicos
A carrocinha dá seus pulos
O que quero é solavancar suas ideias
Discípulos de Judá, ordem e progresso
Ou diria, perda e chantagem
Assinado por ele, o monstro da dúvida
ele é do tipo que causa um impacto bom só de olha-lo
É o moreno mais lindo que já vi
Ele chama a atenção toda para ele ao chegar em algum lugar
Ele é do tipo irritado mais ao mesmo tempo o tipo romântico do coração de manteiga ,
Ele é o zangado mais chatinho ,mais também o amoroso ao extremo
Pra ele sempre é 8 ou 80 ,não tem meio termo
Ele é de intensidade ,recíproco
Eu o amei primeiro,mais é ele quem me ama mais e mais a cada dia
Nosso amor é puro e verdadeiro
E isso é o que me enche de alegria
Podemos ter momentos de brigas e discussões,mais isso é normal como qualquer outro casal que se ama
Ele é o meu pudinzinho,meu docinho,meu amorzão . AMO O MEU MORENO do fundo do meu coração 😏❤
Enxame do Infinito
A assolação da rentável voz
O perímetro do lago suburbano
As masmorras sepultam
O larapiar infinito
Tudo se reduz a pó
A normandia enclausurada
A trépida governância do reino
A verdade, e o enxame do infinito
As profusões áridas
O enxame envolve nossos prastes
O vertejo insano
O contragular insinuante
As veredas prossiguantes
As verdades por trás do sepulto nominoso
O viveiro atenuante
O ponto do halterofilismo acachapante
A dúvida no decálogo oxigenável
O ponto pressuposto
A cortina gélida
O orifício simples das mãos reenvoltantes
O seturpe da dúvida promíscua nossos ares
O mormeio sedizente
O apetrecho da insônia
O caráter rebuscado
Do domínio assolto da irrefutável e clamurada voz
Mormeio Sedutor
É o impreciso, o molde original
A calúnia das memorias nocionárias
O molde salpinquista
No norteio difagoso
Mais um notoreio irredutível
Pare, de viverdar alucinações
O ponto sulpista, o molde famigerável
O acesso ilusionável, exclama as memórias enfadonhas
O precipício politizante
O acerto de minha fidedigna morada
A verdade afunila o destino introjetante
O meio algoz, da copiosa morada
O dilatar explencível, o mormeio sedutor
O vertejar adnominoso
O vil propagar algoz, no detenter provisional
É isso, uma alucinação
A vereda impensiária
Os discipulos algozes, notorizam seus campos
Mais um cântico alarial, no reembosque altivo
Deidaro, em sangritudes da nobreza que aficciona
A membrana enfadonha do politicismo correto
No corredor trafegado pela assolação solstenguida
As penumbras catacumbam a voz no período introjetor
O molde desfaz a permissão alarapial
O congélito suscinto, o fardamento ostentosa
E a conjectura austral, do cálice mormático nupcial
Anéis do Tempo
O epicentro da destruição, habita no azar destrutivo
As moradas retumbam, na glória do continente sagaz
O inicio, o tempo, para se desenvolver
E ir repulsando em busca do solavancar territorial
O precipício busca seus donos
Para um prato rebuscado de alvenarias
Nas casas falsas, dos sórdidos
A blasfêmia entravia na jugular da cidade
O repulso normandista, nossas áureas no chute urbano
Os rebuscos nomináveis, o passado insólito
Na ponta visional, dos nutrientes do vento
O som mágico, aprisiona a saturação tardal
O lírico cântico boreal, soterra a imagem
Que devolupa, as investidas suscintas
No núcleo fadado da verdade, e da fulgurose maléfica
O precipício insano, nossas veias
A fulgurose dita o princípio da postergação
O desvio do ressarcir protuberante
A licitação te incrimina
No magistério conclamitoso, onde os anéis do tempo
Desaparecem como um fidedigno cortar de asas
O sinédrio escapa no perímetro atemporal
A alegria, a sinergia, o covalescer esbabacado
Protubera, em enxames gotejantes
Onde o imposto dessa sina, goteja em lares verídicos
O papel desemboca, em um controle supremo
As visões, notorizam seu fato, na jugular penetrante
O introspectar categórico, oniscia o detrime desolável
O calafrio afunila, com o núcleo repensivo
A prisão assolta, o coterme do destino
O jingle da manhã, assolta as peripécias permissívas
No dilatar assertivo, impostolado pelo repensar da memória
AO LADO DELA
Andar do teu lado
De mãos dadas pela rua
Pelas ruas
Dividir comigo a sua graça
E com toda a sua graça, você me leva
E o tempo não leva
A nossa lembrança
E ela permanece no tempo
Eu me sinto perfeito
Quando estou bem pertinho de você
Sempre que estou bem perto
Quero te prender a mim
Como um talismã sobre o meu coração
Você me dá proteção
DATA: 28/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ
A vida é feita de escolhas, então escolha ser, a sua melhor versão!!
Se for para se comparar, compare-se com quem você era no passado, e defina quem você quer se tornar, no futuro!
Imagine uma nova história para a sua vida e acredite nela
NA CARRUAGEM DO MEU CORAÇÃO
Para me mostrar a Verdade
Você veio
Minha Excelência
A Majestade do meu coração
Você corrigiu a minha vida
Me chamou de vida
E a vida me abraçou
Para nós se fez uma linda estrada
Eu deslizei pelos seus cabelos longos
Com a minha esquerda
Pelo seu rosto com a direita
Num piscar de olhos eu vi
Toda a eternidade da sua beleza
E a leveza dos teus passos
DATA: 30/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ
Manhãs de Verão, em que o homem e a mulher acordam todos as manhãs e vivem a vida as vidas deles poeticamente, são pessoas puras e belas que adoram ver o nascer do sol.
O mundo já foi dos poetas e filósofos.
desfrutar de um café à beira mar/rio e no campo e sentirem a pureza da natureza, que até os pássaros e patos caminham e andam à sua volta a cantarem porque têm o prazer de estar ao lado de pessoas puras e únicas, homens e mulheres simples com vida simples são pessoas que amam o por do sol e as estrelas e ficam a beber vinho e a fazer amor à beira rio/mar e vivem a vida com paixão ardente e são insaciáveis na vida com amor e aventura.
O mundo já foi dos poetas e filósofos.
Quem vive a vida poeticamente, simplesmente aprecia a vida à sua maneira até aos confins do universo.
A vida é mesmo imprevisível, rasteira e terrível.
Quando menos se espera tudo sai dos trilhos.
Não existe controle de nada isso é indiscutível.
Planos acabam, porque não existem atalhos.
A vida bate, maltrata, mas no fim ensina.
Não é fácil compreender essa dura jornada.
Quando estamos em uma situação inesperada.
É assim mesmo, pois a vida age na surdina.
Talvez seja melhor viver esse breve momento.
Sem esperar nada de ninguém a não de você.
Porque no final se evita ainda mais sofrimento.
E nessa inconstância que se vive a vida.
Vou levando sem achar nenhuma saída.
Sem saber qual será o fim desse destino.
Só com você tive diálogos sinceros.
Só com você quis ficar por perto.
Só com você pude me expressar.
Só com você quis poetizar.
SOBRE A PIA DE LAVAR AS MÃOS
Sobre a pia
De lavar mãos
Nada se sabe
Nada me diz
Sobre o teor
Coloridos ao seu
Redor.
O Liquido da torneira
Deixou resídios de
Artes visuais
E com requintes de
Semióticas !
PERDEU MANÉ
LETRA E MÚSICA : FÉLIX DI LÁSCIO
Perdeu Mané
Deixa eu tocar
A minha viola...
O jogo tá bom
Tá animado
Quem perdeu
Deixe o cercado
Não dá para descutir
O lance agora
É esquecer o passado
Tocar o barco
E seguir
Se bem que tem
Muita gente encabulado.
Repete todas.
O VAGA_LUME SEM NOME
Poema de Félix di Láscio
O Vaga_lume
Sem nome
Clareia toda cidade .
O Vaga mundo
Tem nome,
E tem muita vaidade.
__Que tal chamá _livro claridade?
Cuidado com suas palavras
Por que você vai acabar perdendo a pessoa que você mais ama
Por tanta arrogância.
Independência é tentadora, mas ela é muito importante.
Com ela consegues analisar se a pessoa respeitava-te, considerava-te ou simplesmente fingia tudo isso por conta da dependência.
🎈🕊️
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