Poesias de Luís de Camões
Não a Cor, em buscas que não se encontraram, desde o dia, que nossos olhares se cruzaram, e, fundamentalmente brilharam.
O preconceito é uma corda que não serve, e, a saudade, foi gancho pra repressões de vontades, retirando do peito, o afeto, e, a lealdade, pra distribuir em outras faces, provocando antigas desigualdades.
Quando o galo canta e nossa música não toca, tenho os traços de nossa face, que longanimamente nos reconhece.
Fez moda e (ninguém) gostou, que isso é questão do subjetivo, se com graça nunca falhava, vista com sabedoria, que agora é aqui, em um renovado dia.
A felicidade é como uma brisa que chega e toca nosso coração, vem da alegria de outrem, em estado de consciência ou não, ela passa por nós e pode erradicar tristezas, se de fato verdadeira e não como um simples rompante externo.
"Por vezes sem queres magoamos pessoas que balança a nossa vida, criando novas paixões, fazendo novas amizades e nos esquecemos do que foi nosso um dia".
