Poesias Infantil de Chico Buarque

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"A vida nos ensina todos os dias uma nova lição, cabe a nós, somente nós, correspondermos ou não ao aprendizado."

Lembre-se sempre, o universo tem um jeito de levá-lo até onde você deveria estar, no momento em que deveria estar lá.

“A maior de todas as vitórias não é competir e vencer os outros, mas sim superar a si próprio.”

“Mudanças ocorrem o tempo todo, seja no universo, em seu entorno, em seu interior; quer você queira ou não. É um processo dialético, imutável, inexorável.”

Trabalhe, lute, a vida digna não é de facilidades. Quem não luta em prol de suas conquistas e fica almejando tomar o que o outro conquistou vive uma vida insegura, não tem uma vida firma na rocha, pelo contrário tem uma vida que mais parece casa de papel.

⁠O que não falta no Brasil são oportunistas usando a "voz do povo" em proveito próprio.

⁠O fato de alguém superar as desigualdades sociais impostas pela sociedade brasileira não implica que todos poderão conseguir, nem invalida a omissão do estado brasileiro no combate a pobreza.

⁠Você está em solo sagrado. Você está prestes a testemunhar algo que ninguém na Terra jamais viu.

⁠Fugir não resolverá os seus problemas. (...) Às vezes é preciso ouvir aqueles que mais amamos.

⁠No fim das contas, seus familiares são as únicas pessoas do mundo que realmente te entendem. São as únicas que estarão ao seu lado, não importa o que aconteça.

⁠Se frustrar, decepcionar, ficar triste, com raiva, não são um preço por se amar, é uma consequência de viver. Então vá, de o seu melhor. Ame sempre que puder (e que não puder também), arrisque. Não deixe nenhum sentimento passar em branco. Ame o agora, ame o amanhã e tenha um ontem para lembrar.

⁠Ei cara, seja a inspiração, o exemplo e a referência dos pequeninos, assim não terá o que temer quanto ao futuro deles.

⁠Às vezes precisamos dar uma sacudida na nossa árvore da vida, para nos livrarmos de algumas frutas podres. Ou seja, pessoas desnecessárias.

“A pior dor não é a dor física, mas a dor d’alma pois ela ocorre de dentro para fora, manifesta-se de forma sútil, outras vezes num repente nos dilacera o pensamento, ferindo nossas mais recônditas lembranças, reverberando no espaço-tempo de nossa existência. Eia a dor d’alma.”

Eu sempre quis dirigir, mas o Charlie dizia: “A próxima peça.” O diretor era sempre ele, a próxima nunca chegou. Talvez se tivéssemos ficado casados, a peça chegasse.

Vi aquele documentário sobre o George Harrison recentemente e pensei: “Assuma. É só assumir. Seja como a mulher do George Harrison. Ser mãe e esposa é o bastante.” Então eu me toquei que não lembrava o nome dela.

Muitos advogados manipulam a verdade pra chegar aonde querem. Clientes não passam de negócios. Penso em vocês como pessoas.

Tantas pessoas interessadas em sucesso, esqueceram o amor....a gentileza....a união....o respeito....a família....e o melhor Deus.

Segue a rotina desavisada sobre a felicidade, porque se acostumou a ver tudo igual na falta de luz do seu ser natural.

⁠Certo tempo, em outra estação, para os grãos de areia que acompanharam a evolução e a passagem da tempestade de areia no deserto – o eu lírico – andara sem destino nestas terras áridas. A tempestade de areia passou e a estação mudou. As miragens deste deserto me fez lembrar o jardim que eu cultivava, da flor que, por um momento, pensei que fosse a minha rosa, mas, era um girassol que eu regava. Neste jardim de belas flores tinha uma abelha rainha pousada em um girassol a espera do seu tão sonhado zangão, ela estava sentindo o aroma que borrifava em seu rosto através do néctar. Pousei bem entusiasta no girassol, bailando para mostrar os meus talentos de zangão para a pequena abelha rainha. No fim, os nossos pólens não se conectaram, estávamos em estações diferentes, ainda não era tempo de colheita. Talvez esta não conexão viesse para dá mais vida ao zangão, mais momentos para voar. Desse amor, só se troca pólen uma única vez com a abelha rainha, depois disso, somos ceifados para outra estação, morremos. Como zangão, imagino que tive a oportunidade de me reinventar e bater asas para um novo jardim, de ser ceifado em um momento em que a conexão de pólens ocorrerá de forma plena e intensa com o néctar da vida. A estação não chegou, porém tudo mudou quando o zangão voou.