Poesias Faceis do Elias Jose
Eu sem voce sou medade,
eu sem voce sou nada,
eu sem voce nao sou ninguém,
eu sem voce não existo,
eu sem voce sou apenas campo vazio que vai e vem,
eu sem voce me sinto estrangeiro de meu proprio país.
Neste dia o aniversário é seu,
mas este ano, quem recebeu o
presente foi eu, por lhe conhecer.
PARABÉNS...
“Na época do Natal, há fortes vibrações da Consciência Crística no ar, disse o Mestre. Aqueles que estiverem sintonizados, por meio de sua devoção e da meditação científica praticada profundamente, receberão as vibrações divinas.
É da máxima importância espiritual para todo homem, qualquer que seja sua religião, que ele experimente em seu interior, esse nascimento do Cristo universal.
O cosmos é o corpo do Cristo. Presente n’Ele, em toda parte, está a Consciência Crística. Quando puder fechar os olhos e, pela meditação, expandir sua percepção até que sinta o universo inteiro como seu próprio corpo, Cristo terá nascido dentro de você. Todas as nuvens da ignorância serão dispersadas, quando você contemplar, por trás da escuridão dos olhos fechados, a divina luz cósmica.
Cristo deve ser adorado em verdade: primeiro em espírito, por meio da meditação, e, em seguida, na forma, percebendo sua presença até mesmo no mundo material.
Você deve meditar no verdadeiro significado da vinda de Cristo e sentir a consciência dele atraída ao seu interior pelo ímã da devoção. Esse é o verdadeiro propósito do Natal.”
Não deixe escapar por entre os dedos da falta de tempo esta bela oportunidade de se beneficiar das vibrações sutis que envolvem o planeta nesta época.
Comece desde já, e não deixe para o próximo Natal: não espere mais um ano para receber a Paz e a Luz em sua vida.
Se as pessoas que me complementam
na noite de ano novo, continuassem
com a mesma intenção durante o
restante do ano, eu era um cara com
um milhão de amigos.
Caminhei pelas veredas do inferno. Enquanto ali me encontrava em busca da saída, minhas ações vinham á minha mente. Um misto de angústias, arrependimentos, culpas, se faziam presentes dentro do meu ser. O ar insuportável e sufocante ofuscavam-me a visão bem como me causavam náuseas e faltar de ar. A pergunta que atormentava minha mente, era minha agóis companheira : o que que eu fiz de errado? Continuava eu a procura de uma saída, e já exausto, ofegante, confuso, sem esperanças; já um pouco à frente um imenso portal se abria. Juntamente com esse portal um ser imenso de uma luz intensa, empunhando uma lança apontada para minha direção transpassava-me o coração. Não foi dor que senti naquele momento, mas sim como se algo exvaísse de dentro de mim. Conclui : morri ! Acabou-se todo meu tormento ! Enquanto isso a lança era retirada de dentro do meu coração, e percebi que ainda me mantinha de pé. O imenso ser repousando a lança ao seu lado disse-me : Não procure a perfeição, nem tão pouco respostas que não existem, apenas se perdoe arrependendo-se daquilo que te faz mal. Tornar-vos ei um novo ser com esta feita. Aos poucos a luz que acompanhava o imenso ser foi se dissipando. Fiquei estático, nada disse, pois diante de mim , com a luz não mais presente, estava eu mesmo, tal qual um reflexo no espelho. Antes de ir embora aquele ser disse-me : este diante de ti sois tu agora, aquele que transpassou a lança em vosso coração; sois vós após se perdoar. Uma porta se abriu diante de meus olhos e vislumbrei a saída daquele lugar.
J A S Oliveira
Viagem...
Quando começa uma viagem?
Levanta voo, num instante, em direcção ao azul?
Por estradas ou pelo mar?
Onde nos leva?
A lugares de sempre?
A espaços por descobrir, desejos secretos?
Partir à aventura sem rumo certo??
Depois há aqueles caminhos de terra batida onde o tempo se esquece.
Levam-nos para lugares de ninguém, cheios de sons quase desconhecidos.
Ouvimos pássaros ou aves. Não lhes sabemos o nome!
Um pardal, um melro, um pintassilgo...
Sentimos cheiro do rosmaninho, da urze...
Viagens que fazemos sem sair do mesmo lugar!
E tão longe nos levam entre lembranças passadas, instantes vividos...
Onde o hoje já é ontem e pode ser (ou não) o amanhã!
O silêncio voa enamorado
Uma fria névoa amanhece num beijo molhado
Um laço lascivo com cheiro a pecado !
Águas claras, santas
Águas que são d'encanto
Lavai-me o coração de mágoas
Porque sou avesso ao pranto.
Naqueles olhos encontrei minha paz
no sorriso a minha felicidade
nas palavras a esperança
no toque a paixão.
Naquele corpo encontrei aconchego
no seu cheiro, devoção
no coração encontrei o amor
nela... encontrei-me.
Quero contemplar tua felicidade
amparar tua tristeza
quero voar nas asas do amor
e entrar dentro do teu coração
provar do mel dos teus lábios
apreciar as estrelas do teus olhos
e se encantar...
com o brilho do teu sorriso.
O amor é como um barco
navega por várias águas
as vezes da tristeza... as vezes da alegria...
mas navega fortemente
enfrenta tempestades, raios
água tenta afundá-lo
mas quando tudo parece perdido
vem a luz, abre as cortinas da vida
dissipam as nuvens
e a luz do amor brilha fortemente
e o barco navega tranquilo e feliz
até achar um porto seguro
e ali... permanece para sempre.
Sorrisos... Eram muitos sorrisos
Mas os sorrisos viraram lagrimas
Palavras bonitas e de amor
Se tornaram palavras de fel, de fogo
Que queima, arde, mata
Toda a magia desapareceu
E todas aquelas atitudes ferinas
Dilacerou meu coracao
Foi mais doloroso do que a morte...
A luz foi embora e me deixou
Entao eu partir pela escuridao
Segui caminhos tortuosos
Tristes, traidores e perigosos
Mas nao encontrei a luz
Me perdi... Nao conseguir voltar,
E agora, sem sensimentos
Sem amor, sem coração
Eu andarei pela sombriedade
Para toda a eternidade
O amor não se fabrica. Nunca li, nem nunca vi, que algures no mundo,houvesse uma fábrica de fazer amor. Neste caso, confesso a minha ignorância.
O amor vive-se, não se faz.
O amor comunica-se, não se fabrica.
O amor é doação.
O amor tdo perdoa, näo guarda rancor.
O amor é paciente!
O amor é benigno.
O amor tudo desculpa.
O amor crê tudo.
O amor suporta tdo.
O amor nao é invejoso.
Nao se ufana.
Nao se ensoberbece.
Nao é inconveniente.
Nao se irrita.
Nao procura o seu interesse.
Nao suspeita mal.
Nao se alegra com a injustiça e nao é egoista.
O amor alegra-se com a verdade.
O amor traduz-se em sacrifício e em cruz...
SIM, MEU JOVEM, AMAR É DEIXAR-SE MORRER PELO OUTRO (..Leonel_Saguar..)
Noticias nada boas
Poesia irreverente
de homem desarranjado
Me deixa muito contente
Embora um pouco acanhado
Me pediste um e-mail
Coisa dos tempos modernos
Me lembra um pouco o correio
quando nós éramos internos
O fato acontecido
Te digo amigo João
Pode Crer, não foi contigo,
Foi com outro amigo irmão
O Elias em Natal
Teve um tal de avc
Foi parar no hospital
Mas muito ainda vai viver.
Celestina, Genitora do Manoel
Caiu e quebrou a perna
Mas agora passa bem.
Essas são as noticias
Que estou te enviando
Não são coisas nadas boas
Mas é o que está se passando!
O Canto da Maria
Aqui e agora
Tudo acontece.
Alguém esquece,
Outro murmura,
Alguém medita,
Alguém escuta
Talvez reflita
Um dá um grito,
Pede socorro,
Da um aviso,
Uma voz gritou,
E a corrente
Acorda a gente,
E já se quebrou.
O amanha já será tarde
O que passou
Não vai voltar.
Ouve a Maria Maria
De João Pessoa
Da poesia
Da alma boa
Da alegria
Este é o seu canto
Do sabiá.
Silencio
Silencio
O silencio é sofrimento é o medo,
Aceitação, o calar de um segredo
É o respeito ao direito de não ouvir
É ficar, mas é o mesmo que partir.
É a pergunta que cala, ausência é omissão.
É o abandono, o sofrer sozinho é desengano.
É a Paz a tranqüilidade e é a natureza
A resposta muda, fria e ferina
Um grito gritado em surdina.
É sossego é o fim da vida já vivida
O termino da jornada é o cemitério
É paz é a resposta ao deletério,
É o abraço da pessoa mais querida.
É ouro do provérbio é sabedoria
É o momento da meditação
É vida amor,alegria e paixão
O calar da noite o fim da jornada
A vontade calada é a redenção.
É expressão muda de uma realidade
De quem não veio, mas deixou saudade
Do tempo vivido e já passado.
É a indiferença, é o ódio e o perdão
Uma dor guardada um rancor contido
Uma paixão calada do esquecido é a solidão.
É o luzeiro da cruz
A esperar com paciência
De acordo com nossa crença
Para nos dar sua luz.
É mais que a mudez do sensato
É o aconchego, a voz do ego, um ato
Uma declaração clara e explicita
Uma repulsa que grita
Um consumar do fato.
Poema triste.
Quando escrevo um poema triste,
às vezes sinto, outras eu minto.
Mas, a ferida sempre existe.
quase que uma sombra no instinto.
A tristeza, não sei explicar.
Quando sinto, às vezes requinto.
Assim consigo simular,
a alegria, que às vezes minto.
Quando o espelho me mostra triste,
raramente eu olho e desminto.
Minha alma sabe, mas resiste,
o que sinto, e ao mundo minto.
José Luiz da Luz
SE O TEMPO VOLTASSE
A se aquela tarde voltasse nem que fosse só por um segundo,
Juro que jamais exitaria
Eu olharia em seus olhos e confessaria do meu amor por ti
Quisera tivesse dez segundos eu seguraria a sua mão, ao seu lado andaria por esta estrada longa
Sem pensar na solidão, sem pensar em nada
Se eu pudesse voltar o tempo para ao menos lhe explicar
Porque o amor se calou e o destino nos separou
Se o tempo retrocedesse para aquela tarde de verão
Quando em meio a multidão, naquele aniversario eu te vi
Vestida num vestido preto lindo
Olhares cruzados, sonhos, vontades reprimidas de nós dois
Se o tempo voltasse, e eu pudesse te ver de novo
Naquela manhã de sábado só nós dois no fusca
Quando pensei te beijar e não o fiz,
Arrependido e frustrado fiquei
Me perguntando até hoje: por que não?
Se o tempo voltasse, e me levasse àquelas manhãs de sol e brisa
Quando você por mim passou. olhares se trocaram, desejos ecoaram dentro de nós
Se o tempo voltasse
Quando a noite chegou e você se recolheu sem mim e eu sem ti
Pensamentos, sonhos, esperanças
Mas o tempo não volta, mas eu ainda te quero
O sol se pôs entre nós
Mas quem sabe amanha ele nascera de novo pra nós dois...
Quem sabe
ESTA SAUDADE
Esta saudade que vem tão de repente
Tão forte e caprichosa e imponente
Que me rouba a paz e o sono
Não consigo mais conviver com esta saudade de você
E eu que já fiz de tudo pra te esquecer
Em vão, pois só vivo desta saudade,
Que me açoita e me mata todo dia
Ah saudade, por que tu não me deixas
Vai e diz a ela que sem ela eu não sei viver
Vai-te como vieste, mas me deixe
Já estou cheio e farto da verdade
De saber que a cada dia que passa
Só aumenta a minha saudade
Se colocarmos o nosso coração em tudo o que fizermos,
certamente não morreremos de arrependimento e, nem de tédio.
