Poesias do Leonardo da Vinci
A diferença do amor ideal para o amor real, é que o amor real é aquele que é vivido intensamente, intencionalmente, incondicionalmente em cada situação. Já o ideal, é aquele que temos a vontade, o propósito e a decisão, porém pela nossa incapacidade temporária não conseguimos praticá-lo.
Quando cremos verdadeiramente que a misericórdia de Deus, através da sua eterna bondade nos levará a cada dia ao verdadeiro arrependimento. Deixaremos de nos justificar pelas nossas obras, e colocaremos toda a nossa esperança na sua graça, para que seu amor nos guie para o verdadeiro caminho em busca da santidade.
O melhor caminho para vivermos, e conhecermos a santidade de Deus. Está relacionado com o fato de aprendermos a receber por fé o seu amor, e graça. E expressá-lo no nosso caminhar diário com Ele amando a nós mesmos, e as pessoas a nossa volta.
A medida que aprendermos a descansar debaixo da unção, e das revelações da graça e do amor de Deus. Vamos, descobrir que o nosso esforço para mudarmos a nós mesmos jamais fará efeito, se não tivermos o entendimento e a fé revelada para transformarmos o nosso viver diário.
O verdadeiro arrependimento só acontecerá em nós, quando nos esvaziarmos do que somos, e nos enchermos do Espírito Santo. E dessa forma, deixarmos ele conduzir a nossa transformação interior não por força ou violência. Mas, através da manifestação da sua graça e do seu poder, que se aperfeiçoa em nós apesar das nossas limitações e fraquezas.
Compreendemos o valor de cada lágrima, quando expressamos nela as dores de nossas almas. Dores essas, que revelam a nossa fragilidade emocional em cada sentimento não tratado, e curado pelo poder do amor.
A falta de amor, e a inabilidade emocional são os maiores responsáveis pela frieza relacional, que terá como consequência um relacionalmente cada vez mais doente e estéril.
Quando falamos, pensamos, agimos e expressão nossos sentimentos sem o filtro do amor, e da bondade nos tornamos tão vazios quanto uma bela música, mas sem harmonia e melodia.
A graça de Deus é um dom, que recebemos pela fé quando deixamos de olhar para nós, e passamos a olhar o que Cristo fez em nosso favor.
A verdadeira felicidade está em viver a cada momento usando o passado como uma ferramenta para extrairmos experiências, e delas obtermos sabedoria para viver o hoje de uma forma mais sábia e prudente.
O sábio planeja a cada dia o seu futuro, confiando na provisão e nos recursos da graça e do amor de Deus. Já o estúpido busca fundamentar-se no poder das riquezas, e nos favores das pessoas que um dia irão esquecê-lo, quando ele não for mais útil.
A diferença entre a sabedoria e o conhecimento, é que a sabedoria nos edifica e nos leva ao verdadeiro crescimento em cada área de nossas vidas. Enquanto o conhecimento sem entendimento, só nos envaidece ensoberbecendo nosso interior.
Da mesma forma que na multidão de conselheiros jamais irá faltar sabedoria. Podemos então compreender que quando unimos nossos conhecimentos com cada pessoas, isso fará de nós pessoas irrepreensíveis em tudo que fizermos, quando fazemos da busca pelo conhecimento nosso maior princípio de vida.
A verdadeira sabedoria, é aquela que nos leva a diferenciar o bem, do mal. A verdade do engano, e a praticarmos a justiça, ao invés de compactuarmos com a injustiça.
Quando o amor deixar ser apenas um ideal em nossas vidas, e passar a ser uma plena realidade em nosso viver diário. Vamos então experimentar o poder curador das suas virtudes, a cada momento que a praticarmos elas em um relacionamento conosco, e com o nosso próximo.
Algumas pessoas têm preços e outras, valores. E isso diferencia as pessoas com princípios e propósitos das pessoas que vivem apenas de interesses e oportunidades.
Aqueles que não buscam crescer na graça e no conhecimento perfeito do amor de Deus vão perecer pelo caminho pela falta de conhecimento, que poderia salvá-los se eles de coração o buscassem, assim como eles buscam pelo ar que respiram.
O amor quando expresso com graça, nos levará a compreender que ele é o único caminho para nos autoconhecermos e também sempre será o termômetro em cada relacionamento com as pessoas a nossa volta.
O perdão sempre será o único caminho para abrirmos em nossas vidas, uma nova e viva esperança de uma vida onde ele seja sempre o árbitro dos nossos corações.
Saberemos que nos tornamos verdadeiramente humildes, quando aprendermos a amar de uma maneira incondicional e totalmente afável. Deixando sempre em segundo plano as nossas vontades, para servirmos ao nosso próximo sem esperar nada em troca.
