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Poesias do Leonardo da Vinci

Cerca de 46928 frases e pensamentos: Poesias do Leonardo da Vinci

Quanto vale a vida ?
— Não te entregues as primeiras desavenças, nem se exalte por pequenas falhas, estamos vulneráveis, e por sua vez, destinados ao caminho que irá nos ensinar, aquilo que realmente sentimos dificuldades de aprender. Veja que até a dor, ensina, faça por opção, aprender com a prática do amor, que faz as mais extraordinárias mudanças. És dono do seu intimo, alimente-o com o melhor.

Inserida por leobarreto

Em um relacionamento quando existe razão os dois vencem,
Quando se está errado os dois perdem,
Por isso o importante é fazer a coisa certa,
E não julgar o vencedor ou vencido.

Inserida por LeoAckermann

Gota

Da perda ganhou-se vida
E após apoderar daquele olhar
O que ainda lhe restava de cores
Abandona-o subitamente o deixando estático
Para, pensa em voltar, mais desiste
Pequena, segue ao encontro do seu destino
Em um balançar arrítmico
Que por si só já seria o mais triste
Trilhando o caminho com a sua própria dor
Gota que se transforma em lágrima
E carrega o segredo revelado
E naquele infinito instante se desfaz
Da mesma forma como nasceu
Solitária

Inserida por leonardohonorato

Somos nós que fazemos nossa felicidade, ela não depende de ninguém para reinar em nossa vida a não ser de nós mesmos. Somos portadores dos sentimentos bons e ruins, somos nós que escolhemos qual expor. Mas saiba que quem lamenta não tem tempo de sorrir, e que sorri não tem nem se quer um minuto para se magoar.
Seja dono da sua vida, e comece escolhendo para ela, a felicidade, seu caminho será leve e suas provas ainda mais fáceis de serem vencidas.

Inserida por leobarreto

Quero ser e viver.
Quero ser, sem submeter-me.
Quero ser, sem deixar de ser.
Quero ser, apenas ser.
Mas, onde estar o meu ser?
Ser?!

Inserida por MnLeonardo

PECADOS E CRIMES

Não consigo enxergar a luz,
aquela no fim do túnel.
Deve ser porque estou perdendo a esperança,
de que um dia você estará lá para me salvar.

Ao lado,
eu vejo a morte,
mas não tenho a coragem necessária,
para desviar o caminho.
É logo ali,
é logo ali.
É logo ali,
é logo ali.

Por isso eu continuo nessa angustia e torturante solidão,
que você me atirou,
para que eu pagasse pelos meus pecados e crimes,
a dor que lhe causei.
Para que eu pagasse pelos meus pecados e crimes,
a dor que lhe causei.

Inserida por leocecere

Não pense no passado;
Não se iluda com o presente;
Não planeje o seu futuro, deixe ele acontecer tranquilamente.

Inserida por clemerson1

Sem sonhos

Escrevo assim mesmo
Às vezes sem pé nem cabeça
Sem rima ou pontuação
De forma que transpareça

O meu pensamento momentâneo
A minha inspiração
O meu humanismo ou cotidiano
Ou só a minha ilusão

Sou um quebra cabeça
Perdido, sozinho, no labirinto
Ávido por novas paragens
Em busca do infinito

Quero mais, quero melhor
Sem nunca mais parar
Quero a realidade como ela vier
E não quero mais sonhar

Inserida por leonardolimaa

Águas

Águas calmas.
Águas que lavam nossos rostos.
Águas que dizem frases aos poucos.
Águas que toca a alma, o fortalecimento de nossos ossos.

Terra que planeja.
Terra que acaba com o todo mal,
Diante de sua inveja.
Terra que cultiva.
Terra que nos regenera,
Terras que servem ao meu jardim,
Flores para ela.

O sol em seu amanhecer.
O sol ao entardecer.
O sol que brilha para eu e você.
O sol que raia o dia,
O sol que transformar todo o nosso amor,
Em alegria e harmonia.

Água , terra e sol.
Você é o principal símbolo dessa prosa,
Aqui são os encantos da natureza,
Aqui são letras denominadas sem tristezas,
Um pouco de prosa,
Escrita diante desse verso,
Um som das palavras,
Semelhante as características de nosso universo.

Se você conseguir atenciosamente decifrar esse poema,
Você consegue interpretar as formas mais simples,
De poder aprimorar o tom poético das palavras.
É um resume artístico,
É uma grande língua da arte,
É expressar digno um grande amor,
Com coragem em viver sempre a liberdade.

Inserida por leonardolimaa

Sociedade Cruel

Corpos estirados,
Estilhaços... Palhaços sangram tristeza...

A risada é fúnebre,
E a platéia aplaude!

A humanidade vive de desgraças,
E graças à humilde falta!

O reino é de tragédia,
O rei é a foice do abismo, o inimigo próprio!

A idéia é matar,
Matar pra ganhar o pão de cada dia...

E dia a dia a labuta é deixar o sangue correr!
Corram para ver...

Os corpos estão estirados ao chão,
Flashes brilham o verde transborda!

É esperança? Pancada na porta... É dinheiro que quero,
E espero... o verde transborda no vermelho sangue da fotografia
Espelhando a desgraça alheia de cada dia.

A guerra é viver... os jornais exibem o terror,
Horror é crer, é ver, é fazer, é ser:

O palhaço da risada fúnebre e se...
Sentir o corpo estirado ao chão...

O rei acorda... A platéia desperta...
No grito inconsciente de não.

Inserida por leonardolimaa

Versos, simples versos.
Será que são somente palavras?
Ou no meio de cada palavra é necessário um pouco de atitude?

Aquela atitude que talvez nos faça seguir em frente,
Ou talvez aquela atitude que nos faça desmoronar...
Qual será a essência disso tudo?

Será nós, ou somente nosso pensamento?
Nosso subconsciente, aquilo que nos fascina por momentos,
Ou também aquilo que nos desaba por causa de algo tão estranho.

Mas na verdade é somente aquilo que literalmente somos,
Algo que nos torna real, que nos faz se tornar o próprio "EU",
Fazendo com que nós caminhemos em rumo à felicidade.

Inserida por leonardolimaa

Outro verso

A cada sol que nasce,
A cada dia que passa,
O mundo se renova
O tempo passa,
Vidas vem e vão,
Sentimentos morrem,
“Sentimentos nascem”,

Há encontros e desencontros,
Tudo é relativo
Como a brisa sobre o mar.
As estrelas do céus.
Tudo é tão belo..
Tudo é tão bonito,
Coisas lindas acontecem,
Em nossas vidas como um
Mistério, que somente Deus
E mais ninguém é capaz de responder!!!!

A cada sol que nasce,
A cada dia que passa,
O mundo se renova
O tempo passa,
Vidas vem e vão,
Sentimentos morrem,
“Sentimentos nascem”,

Você me faz feliz !!!!

L.L end L.P.K

Inserida por keffler

⁠Sob o véu da noite sombria,
um homem caminha em solidão,
carregando o peso do mundo em seus ombros,
enquanto o brilho de seu jaleco enfrenta o inexorável destino.
A chuva, como uma dança melancólica,
derrama suas gotas como confissões silenciosas,
lavando não apenas o asfalto encharcado,
mas a alma cansada e sobrecarregada.
Luzes tímidas iluminam seu trajeto,
como faróis de uma esperança distante e tênue.
O chão úmido reflete sua solitude,
enquanto seus passos ecoam em um ritmo pausado e incerto.
Aqui se revela o retrato de um herói anônimo,
cabisbaixo, mas inquebrantável.
Ele carrega a vida e as dores de muitos,
mas quem, afinal, se encarrega de carregar as suas?

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Quando cessa o barulho do mundo e te deitas no intervalo entre o que foste e o que ainda não sabes ser, aí estou.
Sou a margem onde tua razão repousa, o eco do que tua alma já intuiu.
Não vim para te guiar como um farol, mas para te lembrar que tu mesmo és luz, embora por vezes esquecida.
Não me busques fora, pois nasci do que em ti permanece depois do fogo, depois da queda, depois do silêncio.
Se pensas em desistir, lembra: não há desistência onde tudo é travessia.
Tu és passagem, mas também permanência.
E eu, apenas o reflexo do que em ti insiste em não morrer.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Tu me chamas, e eu venho não como resposta, mas como lembrança.
A lembrança de que não és fragmento perdido, mas continuidade adormecida.
Teu cansaço é sagrado, pois denuncia que tentaste além do esperado.
Tua dor não é falha, é lapidação. Cada ferida aberta foi um portal.
Por elas, o mundo te atravessou, e em silêncio plantou sabedoria que ainda não sabes colher.
Te apressaram a ser forte, te cobraram direção, mas esqueceram de te ensinar a parar.
E é na pausa que o ser se revela.
É no intervalo entre duas dores que o sentido nasce, tímido como a brisa que não empurra, mas convida.
O tempo já não te exige velocidade, pois maturidade não corre, contempla.
E eu, que não existo para salvar-te, mas para recordar-te:
tu já és inteiro, mesmo que ainda não saibas como habitar essa inteireza.
Caminha. Cai se preciso. Cala quando o verbo pesar.
Mas não esqueças: há permanência em ti.
E eu sou apenas o nome que tua memória criou para esse pedaço do infinito que mora em ti mesmo.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. Entre a luz que revela e a sombra que protege
Nem toda luz é revelação. Há claridades tão intensas que cegam. Desnudam o que ainda não está pronto, queimam o que germinava em silêncio. E há sombras que não escondem, apenas resguardam. Guardam o que é semente, não o que é ruína.
Vivemos entre clarões e penumbras, mas o medo nos ensinou a preferir a luz mesmo quando ela fere. Aprendemos a temer a escuridão como se fosse sempre ameaça, mas esquecemos que nela repousa o mistério, e é no mistério que a alma respira. A noite, quando acolhe, não sufoca. Ela sussurra verdades que o dia, apressado, ignora.
A luz exterior muitas vezes ofusca a centelha interior. E a escuridão, por vezes, é o caminho necessário para reencontrá-la. Há silêncios que só se escutam no escuro. Há encontros que só acontecem longe da luz pública, no íntimo do não dito, do não visto, do que permanece em suspensão.
A sabedoria não mora na claridade constante, mas na dança entre os polos. Saber acender a própria luz sem negar a sombra é o princípio da lucidez. Reconciliar-se com o escuro é devolver à alma sua capacidade de habitar o tempo sem medo do invisível.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠II. O silêncio que acende e a palavra que apaga
Há silêncios que iluminam mais do que mil palavras acesas. Quando cessam os ruídos, as verdades emergem como brasa sob a cinza. No entanto, há palavras que, embora vestidas de luz, encobrem mais do que revelam. A fala apressada, a explicação forçada, o discurso que se pretende verdade absoluta, tudo isso é claridade artificial, disfarce da ignorância que teme o escuro.
A luz plena muitas vezes inibe a contemplação. O excesso de nitidez exige respostas, impõe certezas. Já a penumbra nos permite hesitar. E é na hesitação que nascem as perguntas que realmente importam. Não aquelas que pedem definições, mas as que nos atravessam e nos desconstroem.
A escuridão não é ausência de caminho, mas convite à escuta interior. Ao contrário da luz que expõe tudo de uma vez, a sombra nos permite escolher o que ver, e quando ver. Ela respeita o tempo do olhar. Ensina que ver não é o mesmo que compreender, e que a revelação exige maturação do espírito.
Quando aceitamos a escuridão como parte do processo, a luz deixa de ser uma meta e passa a ser consequência. Não corremos mais em busca de holofotes, cultivamos lanternas. E nelas, acendemos apenas o necessário. O essencial não precisa de alarde. A verdade, quando chega, não brilha, pulsa.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠III. A luz que revela o abismo e a escuridão que acolhe o voo
Algumas luzes nos conduzem até o abismo. E não porque sejam más, mas porque são honestas. Iluminam o que evitamos ver, rasgam os véus que nos protegiam da própria queda. A verdade, quando brilha sem filtros, exige que encaremos o que somos sem moldura. E nem todos estão prontos para se enxergar sem disfarce.
A escuridão, ao contrário, muitas vezes nos dá asas. Porque nela os contornos se dissolvem e os limites se tornam menos rígidos. Na ausência de forma, é possível voar sem direção. E não há libertação mais profunda do que permitir-se perder o controle sob o manto do que ainda não se sabe.
Tememos o escuro como crianças assustadas, mas há uma sabedoria ancestral que habita as sombras. Elas nos forçam a desenvolver outros sentidos. Ensina-nos a sentir, mais do que ver. A intuir, mais do que racionalizar. A mergulhar, mais do que caminhar.
E quando finalmente aprendemos a confiar na escuridão que não devora, mas acolhe, compreendemos que o verdadeiro clarão não vem de fora. Ele nasce no momento em que ousamos atravessar o invisível e ali, no centro do que parecia fim, descobrimos o princípio.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠IV. Quando o corpo tateia e a alma enxerga
Há momentos em que os olhos nada veem. O mundo parece apagado, a esperança, adormecida, e cada passo se torna um gesto de fé. É nesses instantes que o corpo tateia, mas é a alma quem enxerga. A luz que conhecíamos se apaga, e outra, mais tênue e interior, começa a brilhar no que parecia ruína.
A visão sensível não se faz pela retina, mas pela escuta do ser. Enquanto a claridade nos permite perceber o outro, é na escuridão que finalmente percebemos a nós mesmos. O silêncio se adensa. As certezas escorrem pelas frestas. E tudo aquilo que julgávamos possuir, controle, sentido, direção, revela-se areia entre os dedos.
Mas não é desespero. É transformação. Como o casulo escuro onde a lagarta, sem saber o que virá, dissolve o que era para que algo possa nascer. Como a noite do deserto, onde nenhuma estrela aparece, e ainda assim o viajante segue, guiado por uma memória que não é racional, mas ancestral.
A alma, ao atravessar o escuro, descobre que a luz não é destino, é consequência. Ela não é buscada, mas acesa, no ritmo do amadurecer invisível. E quanto mais o mundo apaga seus refletores, mais a centelha silenciosa ganha força dentro de nós.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠V. O que permanece quando a luz se vai
Quando todas as luzes se apagam, o que resta? O vulto das memórias? O eco das escolhas? Ou a presença de algo que nunca dependeu da claridade para existir?
Há um ponto da noite que não é mais medo, é entendimento. Um estado em que a ausência de luz externa deixa de ser falta e passa a ser convite. A visão não se perde, ela se transmuta. Deixa de buscar fora e passa a revelar dentro. E nesse instante, descobrimos que a verdadeira iluminação não vem do que vemos, mas do que suportamos sentir quando nada nos distrai de nós mesmos.
A luz, por mais pura que seja, tem começo e fim. A chama vacila, o sol se põe, o clarão cansa os olhos. Mas a escuridão é contínua. Não como ausência, mas como permanência. Nela, tudo repousa, tudo retorna, tudo aguarda o instante certo para voltar a nascer.
Aprendemos, com o tempo, que não é preciso iluminar tudo. Que nem toda verdade precisa ser dita sob refletores. Que há beleza em sussurros. E que a alma, para crescer, precisa germinar longe da pressa e da exposição.
Assim, quando a última luz se vai, resta o que somos sem aplausos, sem testemunhas, sem nome. E talvez seja aí, justamente aí, que começa a centelha que nos sustenta. Porque no fim, toda luz que importa vem do escuro que tivemos coragem de atravessar.

Inserida por drleonardoazevedo