Poesias do Leonardo da Vinci
Piau-três-pintas
com valentia
cruzando o rio de poesias,
Consegue ler quem sabe
apreciar as coisas lindas.
Trutas dançam
nas águas frias,
Enquanto eu
escrevo poesias
buscando me tornar
a mais amorosa
e ser a sua companhia.
Apreciar lobeiras poéticas
com suas pétalas e poesias
de estrelas roxas florescidas
difusas assopradas pelo vento,
A paz goiana não me sai
do coração e do pensamento,
ando embalando amavelmente
como cativar todos os dias
o seu sentimento como quem
compõe uma canção de amor
para ser tocada por um violeiro,
Assim tenho vivido secretamente
ensaiando apaixonadamente
todos os dias o teu chamamento.
O Sapin baumier está
coberto de pinhas,
E meus olhos
desperto por poesias.
Não saio do caminho
e não abandono sonhos,
Me distraio para seguir
sorrindo o meu destino.
Que a gente se combina
nunca tive dúvida,
e você também não.
Agora só falta mesmo
a gente se permitir
ouvir a voz do coração.
Ibirapitangas floridas
esbanjam nesta
manhã azul poesias
na Mata Atlântica
da nossa Pátria Romântica.
Carrancudo florido
abençoando o destino,
As tuas flores lindas
são as que escrevem
poesias no caminho
e parecem até que
conversam comigo.
Os meus Versos Intimistas
florescem juntos com
o Ipê-do-cerrado espalhando
poesias além de agosto
por todos os lados
trazendo para florescer
conosco novos poetas
e corações apaixonados,
Porque o quê importa mesmo
é que o amor e a paixão
sejam ao redor semeados
com sonhos a ser desabrochados,
para que o romantismo sobreviva
e a poesia se cumpra em nós infinita.
Trouxe Versos Intimistas
para florescer poesias
com a Planta-do-mel,
E para quem sabe alegrias
alcançar nos teus beijos
que hão de me levar
para tocar estrelas no céu
e fazer este peito galopar
feito um selvagem corcel.
Diante dos olhos,
na leitura labial,
com as minhas
poesias todos
os dias crescendo
no seu coração:
Até na tua oração
estou presente
como teu indelével
amor e adoração.
Resolvi te trazer
as poesias das sete
cores para fazer esta
sublime declaração,
O poema branco é
para afirmar a conexão
mais alta do coração.
Eu te cubro todo
com as poesias
das sete cores,
E trago para perto
o poema amarelo
com a fé que o nosso
amor vai dar certo.
Te envolvo com
as poesias das sete cores
por morrer de amores
por você todos os dias,
O meu poema azul escuro
traz tudo de céu e de oceano
por este amor profundo
que me faz o bem querer,
benfazer e bendizer.
Entre os meus cabelos
tenho magnólias,
Entre meus segredos
tenho poesias que
nunca na vida revelei,
Quando você chegar
o amor será nossa lei,
Eu nunca te contei
que foi pelo teu
sorriso que me apaixonei.
Eu sei bem
quem eu sou,
e que em dias
normais quem
veste calças
escreve poesias
para inquietar
e em outros dias
quem veste saias
escreve poesias
para perturbar.
Quem possui
pensamentos
de libertação,
quem é poeta
não é liderado,
me leve a sério:
o autoritarismo
mora ao lado.
Quem nasceu
herdeiro de um
vero legado,
sabendo que há
prisões politicas,
jamais seguirá
em frente e calado.
Percebo que não notas as minhas poesias,
É melhor que eu não escreva mais.
Talvez seja melhor assim...,
Para que um dia percebas
o quão tu gostas de mim...
Ninguém domina o amor,
Ninguém detém a primavera,
Basta que uma desabroche,
A florada desponta inteira;
Assim são a minhas letras,
Desabrocham como as cerejeiras.
Despreocupadas se voltarás para mim,
Até escrever que não vou mais escrever,
É um motivo para continuar escrevendo:
Cada letra é motivo para seguir rompendo,
E fazer eterna cada fase do sentimento...
Ninguém domina o esplendor,
Ninguém detém o meu interior,
Basta que me queiras...,
Viro um soneto com eiras e beiras;
Assim sou intimista e subversiva,
Não menos encantadora como a
Floração das cerejeiras - eu sou bem feminina.
Não sou feita de tíbias palavras
Sim, sou feita de poesias plenas,
Não sou feita de tristes amarras.
Eu sou poesia que fica,
Sou a perfeita indecência,
Eu sou a própria malícia.
Sou feita do teu doce sorriso
Não, sou a tua fina safra..,
Sou feita do teu verso despido.
Eu sou a mulher feita de poemas,
Eu sou a tal cheia de sol...,
Eu sou toda coberta de estrelas.
Não invado, sou poesia
O meu verso é de ferro,
E o meu corpo é de fogo.
Eu sou a menina fingida,
Eu sou a mesma [mulher],
Eu sou alguém que te quer.
A minha ambição é discreta,
Não desafio, porque sou lira;
Escrevo para uma paixão secreta.
Porque eu amo, sou poesia.
Porque tenho sede, sou poesia
Porque eu te espero, sou poesia.
Não vou além, porque sou poesia...
Porque como toda a poesia: sou poesia.
Tenho o balanço das amendoeiras
(mãos extremamente macias),
Tempo para escrever poesias
(tenho muito o quê cultivar),
Tempo para ventar versos...,
(para espalhar o meu perfume)
E no teu íntimo penetrar.
Valsa em mim, não durma!
Balançam as amendoeiras,
Lá no meio da rua...,
Assim sendo infinitamente - tua,
Um acorde iluminado pela Lua
Ciente de que és o Sol e regente,
Das orquestras das orquídeas
Dos afetos sem perfídias,
Valsa em mim porque me toca
Algo mui sublime que plantaste
De tal forma que hoje rio à toa.
Tenho tempo porque tenho,
Tempo e o balanço
das amendoeiras,
O que há em mim,
tem tempo para tudo;
Tenho no pulso
O relógio do amor,
Para mim, o amor não passa
E não muda - nunca!
Brisa tão mansa,
Como a infância,
Doce esperança,
Mística cândida,
Sublime poética
De ser trigueira
E madrugadeira
Que balança
Como uma amendoeira.
A minha extravagância
Tão atemporal,
A minha loucura
Tão celestial,
Nascem do desafio
Tal como o vento
Cortante,
No oceano
A desafiá-lo,
Sou um mistério
Inteiro;
Nascido para te desatinar.
Eu não sei quem é poesia ou quem é fotografia,
Existem poesias que são fotografias,
Existem fotografias que são poesias,
É a arte de amar a Paraíba [solanamente todo dia.
É quase uma arte ariana ver o meu amigo
[Solano pegando o bicho [Sol pela rabeira,
Dá para declamar uma poesia e ouvir ao
mesmo tempo uma música perfeita,
- é uma arte inteira!...
O [Sol já foi dormir,
A alvorada daqui há pouco há de acordar,
Por enquanto vou cantando a Paraíba até
o findar da madrugada
- é o encantamento do porvir...
É de fazer até João Pessoa ressuscitar e sorrir,
A Paraíba é um destino
que todo brasileiro tem a obrigação de ir,
- e seguir até Princesa para o amor
encontrar no paraíso do sertão...
Paraíba, linda joia desenhada em raios
de sol e de saia rendada com a cor
azul do mar,
Por ti rego a tua seca com poesia,
sempre que for preciso.
Entrego à ti o meu amor,
o meu juízo e todo dia invento
um doce feitiço,
- só para te ter
E ver você se eternizar...
