Poesias do Leonardo da Vinci
Grande, imenso fingidor, Fernando Pessoa, nada seria sem Camões. Os gênios dão sempre á luz a grandes monstros que os engolem.
Tenho ensinado poucas coisas aos homens com a minha literatura e poesia, já com as minhas atitudes, sobretudo para combater os covardes, elas serão lembradas por muitas gerações. Não se trata de ficção, mas de realidade, por alguém leal deve-se morrer várias vezes.
Quem dera que um dia desses, as baratas acordassem imaginado que haviam se transformado em homens. Talvez, a partir deste dia surgisse mais honra e justiça na terra. Já que o contrário não deu muito resultado.
Concernente à moral humana: o caráter que é forjado pelo temor da lei de Deus ou dos homens não é bom caráter. Um proceder justo e honesto deve estar desvinculado do medo da penalidade
A paixão pelo belo faz o homem confundir tempo e espaço, sentimentos e desejos, faz agir como tolo e ter coragem quando devia ter medo. A beleza cega e atrai suas vítimas como moscas para um suicídio na doçura!
A busca incessante pelo conhecimento também é uma forma de idolatria, um tipo de adoração fanática, a um Deus que jamais se deixará ser achado por nenhum mortal.
“As crianças escrevem cartas para papai noel, mulheres jovem escrevem cartas de amor aos seus namorados, alguns homens jovens e velhos falam com Deus, cada um à sua maneira, outros fazem pacto com diabo. Já outros poucos não escrevem cartas de amor, não creem em mitos bons ou maus, estes não fazem porque são conscientes de sua própria divindade!!!”
A vida é a arte de perder, embora haja tantos parentes ganhos. Perdemos amores, amigos, filhos, pais e irmãos, ainda assim conservamos a esperança de que a vida, como queria Vinicius de Morais, seja de fato a arte do encontro, ou do reencontro!
Como são maravilhosas as pessoas, com as quais não temos convivência íntima, cujos os defeitos e virtudes desconhecemos.
As coisas inexistem alheias às crenças dos homens, o mesmo se dá com as coisas materiais existentes, se passo a crer em algo isto não muda o seu status quo.
“"Como um doente terminal desmemoriado, todo ser humano deve escrever um livro de memória, para relembrar quem somos, pois o mundo que nos cerca nos impõe outra realidade, com estupidez brutal, a de que só valemos os tostões furados que carregarmos nos bolsos... viva a liberdade e a anarquia poética, estamos no topo da república de Platão."
Toda forma de arte é válida, relevante e necessária, mas o livro está acima de todas as outras. Do livro se faz o filme, a música e as ideologias, políticas e religiosas... do livro se forjam as revoluções, as gueras e a paz.
"A poesia é o vinho da existência humana, dela absorvemos o sumo licor da esperança e da beleza, que nos sustentam diante do caos no homem."
Não há arte sem presunção, assim como não há gênio sem loucura. Diz Fernando Pessoa: "Enquanto escrevo versos sou um louco, quem sabe amanhã, se vier a calhar, serei um gênio."
"Ser gentil, em qualquer situação ou circunstância, revela largueza de espírito e grandeza de alma."
“Os homens discutem pela paz; escrevem sobre ela; fazem guerras por ela; ate morrem por ela; só não são capazes de viver por ela.”
Penso que a forma ideal de orar, de rezar, de fazer confissão a Deus, independente do credo religioso que se professe, deve ser sempre esta: "Ajuda-me a apagar meus erros, a voltar atrás e reparar meus delitos, corrigir minhas imperfeições, melhorar minha conduta" e nunca esta : "Perdoe os meus erros."
O maior erro do ser humano é a omissão, quem não se importa contribui para o crescimento do ódio, do preconceito e da injustiça. Eu me preocupo, denuncio e culpo, os que ignoram o crime social.
O amor ao próximo deve ser nossa meta diária e terna, eis o mais difícil requisito para se ter felicidade, não se trata de lei ou obrigação, isto só será possível quando suplantarmos a vaidade egocêntrica que nos afasta de Deus. Só assim nos aproximaremos de verdade dos nossos irmãos.
Questão de lógica simples, para deslindar a metafísica: Ou a razão transcende a carne frágil e mortal ou não. Sendo imortal, o é independente de ação do homem consciente ou inconsciente. Não sendo não terá o homem condições de alterar este fato. Portanto, resta o benefício da dúvida para os céticos e a fé para os crédulos...
