Poesias de Tristeza Pois Perdi meu Avo

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"⁠A todos que a tristeza espreita e não consegue vencer...
O meu bom dia!"
Haredita Angel
13.07.2017-Facebook

Desisto


Quanta tristeza
há nesta vida,
quando a esperança se esconde
atrás da última janela
e o silêncio veste
a cor das despedidas.


Só incerteza
caminha comigo,
feito sombra sem nome,
feito chuva que não termina
sobre os ombros cansados
de quem já não sabe esperar.


Não há portas de entrada,
apenas corredores estreitos
conduzindo ao adeus.
E sigo,
descalço, pés sangrando,
pisando os cacos dos sonhos
que um dia chamei de lar.


Cada passo dói,
mas ainda é passo.
Cada lágrima cai
como semente invisível
na terra escura do peito.


Talvez, além da noite,
exista uma manhã.
Talvez o mundo guarde
uma fresta de luz
para quem insiste em respirar.


E, mesmo perdido,
mesmo ferido,
levanto os olhos ao céu:
há tristeza em minha voz,
mas ainda pulsa,
teimoso e frágil,
um coração que não aprendeu
a desistir.

É triste estar nisso o tempo todo
Mas acho que a tristeza está em mim como um todo
Acho que devemos fazer algo
Do contrário, estaremos como
Grãos dentro da parede

"O Valor da Amizade:
Apoio nos momentos difíceis. Companhia na alegria e na tristeza. Conexão por afinidade de alma e família que a gente escolhe."

Não trago riqueza ou bens materiais,
não trago beleza ou tristeza,
mas sei e tenho certeza,
que o ar que eu respiro tem oxigênio e amor.

Em “profunda consternação e tristeza” estamos nós, Sra. Ministra, por vermos ministros da Suprema Corte proferindo votos — mais uma vez, enviesados pela opinião pública.


Um ministro do Supremo não deve explicações a mim, nem a qualquer outro, menos ainda à opinião pública, mas sim às LEIS.


Quando citas “taxistas” e, agora, “padaria e farmácia”, o viés em seus votos torna-se evidente.

⁠Um domingo triste!
A tristeza dá-se pela a ausências do abraço, do cumprimento ao próximo, do bate papo com os amigos, do confinamento em nossas próprias casas. A dor que sinto é oriunda da incerteza e da sensação de impotência que emana do ser humano diante de um ser tão minúsculo , invisível, poderia dizer insignificante diante das extraordinários avanços que o homem já conquistou, mas somos frágeis e isso serve para que possamos retirar dessa experiência que não somos deuses, que a arrogância nada significa na presença da insignificância de um ser diminuto, que o dinheiro pode lhe proporcionar melhores tratamentos e profissionais de saúde, mas não evita-o de se curvar diante dele. Esse momento é importante para refletirmos que a ideia do capital é erronea, que o homem perfeito é um erro, que a mulher impecável é uma fantasia, que o dinheiro não compra tudo. A evolução do ser quanto humano é oriunda da aprendizagem que ele faz de suas experiencias vividas, mas que tipo humano somos nós que não conseguimos abstrair desses momentos atuais, tão difíceis para todos, ensinamentos que nos transforme???
Tenham um bom domingo e não esqueçam que uma de nossas caracteristica é adaptar-se às mais diversas formas de vida e o amanhã é a soluçao de todos os problemas, mas é importante sabermos aprender com o dia que passou.

As Lágrimas que Não Caem

Já sentiu a tristeza chegar sem fazer alarde,
como a noite abraçando o fim de uma tarde?
Ela entra sem pedir licença ou perdão,
faz morada no peito e silêncio no coração.

Há dias em que tudo parece pesar,
e a alma só deseja o direito de chorar.
Mas meus olhos aprenderam o idioma das secas,
como rios perdidos entre lembranças desertas.

Não sei por que sou assim, tão fechada em mim,
nem quando o silêncio passou a morar aqui.
Talvez eu tenha aprendido, sem sequer perceber,
que algumas dores sobrevivem sem nunca dizer.

Não sei o que sinto, nem sei explicar,
só sei que há um vazio difícil de nomear.
É um aperto no peito, um nó na respiração,
uma ferida invisível sangrando o coração.

Dentro de mim, tempestades rompem o horizonte,
mas o céu dos meus olhos jamais se desmonta.
O pranto se perde antes mesmo de nascer,
como se até as lágrimas tivessem medo de viver.

Quis chorar...

Mas até o choro parece ter me esquecido.
Enquanto o mundo pergunta se está tudo bem,
eu visto um sorriso e respondo baixinho: "sim".
Ninguém escuta o barulho do que desaba por dentro.

E talvez o mais cruel não seja a tristeza,
mas querer desabar e permanecer de pé;
sentir a alma implorando por alívio,
enquanto o peito aprende, em silêncio, a sofrer.

Então sigo...

Carregando um oceano inteiro preso nos olhos,
uma tempestade acorrentada na alma,
um inverno escondido entre os meus versos
e um coração que descobriu, tarde demais,

que existem lágrimas que nunca tocam o chão.

Elas escorrem por dentro,
afogam o que ainda resta de luz,
fazem da esperança um sussurro distante
e da saudade uma morada.

Porque nem todo choro molha o rosto.

Há lágrimas que escolhem o silêncio.

E são justamente essas...

as que mais doem.

POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.

TRISTEZA.

Há uma tristeza antiga, obscura e fria,
que desce sobre a tarde, lentamente,
como um sino perdido, cuja agonia
se dissolve no espaço inutilmente.

Não sei de onde ela vem, talvez do chão
onde repousam mortos esquecidos,
ou desse imenso e fúnebre sertão
que guarda os sonhos todos sepultados.

A noite cresce. O céu, desabitado,
derrama sobre a terra um véu profundo;
e o vento, entre os ciprestes fatigados,
parece prantear o fim do mundo.

Há vozes que não chegam aos meus ouvidos,
mas vivem na penumbra da memória;
são nomes, rostos, amores já perdidos,
cinzas errantes de uma antiga história.

E a lua, espectral, sobre o ermo,
contempla a solidão dos caminhos;
seu clarão parece um olhar enfermo
vagando entre sepulcros e espinhos.

Oh, morte! Tu, silenciosa soberana,
que igualas rei, mendigo, sábio e incréu,
quando recolhes a matéria humana,
que abismo abres entre a Terra e o céu?

Talvez sejamos apenas poeira
levada pelo vento dos destinos;
talvez a alma, eterna forasteira,
atravesse outros mundos e caminhos.

Mas hoje, não. Hoje somente a dor
me fala ao coração com voz soturna;
e até o próprio silêncio, ao meu redor,
parece ter saudade da vida diurna.

Se há depois da morte alguma aurora,
se existe além do túmulo outra estrada,
que a alma encontre aquilo que implora
quando a existência termina desolada.

Enquanto isso, permaneço junto ao nada,
ouvindo a noite em sua imensidão;
e, sobre a terra fria e abandonada,
deposito uma lágrima, e uma oração.

Porque a tristeza, quando é verdadeira,
não grita, não suplica, não reclama:
é como uma árvore derradeira
que morre lentamente dentro da alma.

Ainda não inventaram um jeito certo
de sorrir nos momentos de tristeza
Também não é fácil espantar a vontade
de estar perto, quando a gente gosta
Mas que a vida as insiste em pôr distante
Um dia a gente entende que o melhor
É tentar e tentar e tentar ...
tentar até aprender ...a deixar ir
Pois aquele que quiser permanecer
Ainda que distante , tem saudade no peito
E dá um jeito de mandar aviso
a pedir pra não ser esquecida
Pois não existe um jeito
de viver a vida sem sorrir tristeza
Mas viver de tristeza é arremedo de vida
Pois felicidade é coisa sempre dividida
Ser triste em segredo a gente não precisa
Apenas viver é preciso.

Edson Ricardo Paiva.

" Eis que vem a tristeza deitando-se em minha mesa, que este coração se apresente e se cale...
Mais me vela o doce do veneno que o amargor de uma mente que em mim nada vale! "
Marcelo Caetano Monteiro.

O quê é uma lágrima?
É a tempestade da tristeza é a doce e breve chuva da felicidade seguida de um arco-íris


"Caio Camara Cesar"

Existe uma tristeza que nem as lágrimas conseguem alcançar.


Ela não grita.
Não quebra nada.
Não pede ajuda.


Apenas se senta em silêncio ao seu lado e passa a morar ali, como se sempre tivesse pertencido àquele lugar.


- Tiago Scheimann

Vagando na terra do medo
Não me encaixo em nenhuma clã
A vida é cheia de segredos
E a tristeza virou minha fã
Pois me acompanha onde quer que eu vá
Não me deixa só por nenhum segundo
Pedi um pouco de privacidade
Ela disse pertencer ao meu mundo

"Se tristeza pagasse dívidas, o mundo inteiro seria melancólico!"






Otávio Abadio Bernardes




Goiânia, 22 de agosto de 2025.

"Uma boa música é um "recurso" para a tristeza do ser humano!"






Otávio ABernardes






Goiânia, 6 de abril de 2026.

(Homem Perfeito)
Joelma


Quem se atreve
a sequestrar minha tristeza
Trazer-me a lua, mil estrelas
E meus beijos despertar?


Ai quem se atreve
a despertar os meus desejos
A sufocar-me com teus beijos...


Me pegar com braços fortes
E levar-me pra dançar?
Pedaço de esperança, não
me canso de esperar, ah!


Esse Homem Perfeito um dia chega
E me faz prisioneira
Numa noite de estrelas
Eu tenho tanto amor pra dar


Mas todo esse sonho dura pouco, pois está com ela
Mas sei que não és dela
Pois um verdadeiro amor sempre volta
E eu ainda te espero


Quem pretende ganhar todo o meu carinho
Andar pra sempre em meu caminho
E se perder de tanto amar?


Ai quem me entenda
E me encha de alegria
Que se entregue noite e dia
E não me deixes solitária,
Sem teus beijos, sem me amar


Por esse homem não me canso de esperar
Esse homem perfeito um dia chega e me faz prisioneira


Numa noite de estrelas
Eu tenho tanto amor pra dar
Mas todo esse sonho dura pouco, pois está com ela
Mas sei que não és dela
Pois o verdadeiro amor sempre volta


By-Marcélio⁠

Quando te encontrei
no Enterro da Tristeza
na bela Florianópolis,
A folia soprou o poema
todo alegre nos avisando
que a vida começava
ali naquele momento,
dando adeus à cantilena
no coração e pensamento.


...

A tristeza na vida de todo artista,
é fazer sua arte para amenizar tanta dor,
nas vidas humanas e nem mesmo
ser reconhecido !