Poesias de Pedro Bandeira Mariana
O mundo grita! E explode!
Que dessa vez ninguem sabe.
O coração é muito grande
E.palavra nenhuma cabe.?
Sei-lá virou compreensão
Descreveu todo o sentimento
Sei-la por Sei-la contigo
Juntos concretizamos o momento
E a consciencia ja demonstra
O que ela quer que faça.
Brindar ao sol e chuva
E a paixão virou a taça.
A situação virou história
O sonhar virou minha sina
Galatéia e rapousas pra que?
Prefiro bailarina...
Prefiro alguem que me ajude
me inspire Folha a Folha
Que me force a escolher
E se torne a minha escolha.
Que me faça chorar
Me torne Triste e Feliz
que com sorriso me anime
e sem falar, tudo me diz.
Á esta pessoa saiba.
Que o tudo, se exploda em monte
que alguns fazem pedidos
E outros preferem a fonte.
Eu preferi a fonte, a bailaria,o sonhar
O ludico ,o discreto,o viver e o imaginar
Eu prefiro tudo.
E prefiro até o mundo, se voce estiver lá.
"o mundo caiu, ao som de nossas gargalhadas
A terra inteira chorava, para que pudéssemos sorrir sem culpa[...]"
"sepultei meu passado, num vale de lagrimas
Voei com meus sonhos nas asas do ar!
Caminhei pelo escuro, sem medo dos monstros
E ainda assim não pude te amar!
Traquinas
O mar leva a areia sob os pés da gente
porque nos quer plantados na sua frente.
No fundo, um brincalhão.
Ou será medo da solidão?
Trilhas
Ele pisou num chiclete
e foi marcando o caminho.
Com as mãos transformou o tempo
numa espécie de ninho.
Não existem leis que regem o pensar. É totalmente subjetivo, sem limites e de difícil mensuração.
O ser pensante descobre o abismo do desconhecido e navega na imensidão de um oceano sem instrumentos.
O porquê da análise:
Experiência é conhecimento. O nível de observação nos ensaios é o que define a sapiência humana. Quanto maior o conhecimento, mais elevada é a capacidade de discernimento. Fato este que contribui para a ampliação daquele.
Hoje me tranco aqui sentado, sozinho, pensando...
Hoje estão por aí fazendo, cometendo, ouvindo, sorrindo...
Estão por aí correndo, mordendo, mentindo, sofrendo...
Hoje está aí dirigindo, sentindo...
Quero sair pois aqui não me sinto bem
Vendo aí na rua gente feliz, amém
Mas vejo muita gente morrendo também
Vivo cercado do pavor e desespero total
O cara matou mais de 10 dizia o jornal
O dono do bar jogou água no bêbado, vi no local
Esse hoje dorme amargurado, triste, molhado
Ele acordou na madrugada, numa parada
Homens com facas, sorrindo e gritando faziam o mal
Olhou para cima e em um segundo tinha apagado
Onde está o sentido me diz afinal
Vivo cercado
Olhos divinos que observam cada passo.
Terras que no desespero de luz subiram e se elevaram aos céus
Na esperança de um ato divino adormeço e recomeço as orações nos sonhos.
Ao despertar o brilho do sol bate em minha janela e logo penso que voltei a sonhar.
Livros
Oh! Livros de tanto conhecimento,
Grandes E Pequenos Duros e Moles
Pode Conter Terror ou Amizade,
Aventura ou tristeza, Alegria e Doença
Ah! E Não Temos Nem Que Notar As Aventuras sombrias,
Todos Os Tipos Nesse Mundo, Todo o Conhecimento,
Sem Eles não Existiriam Adaptações, Essa Linda palavra com origem dos Livros
Pequenos Grandes, Infantis, Juvenis, Adolescentes E Adultos,
De História Ou Lição, De Alegria E Compaixão.
Eu Juro os Proteger
Na Saúde e na doença, Na Alegria e Na Tristeza
Eu Me Declaro o Homem Que Mais Gosta De Livros Na História Da Terra
Não Leio por Obrigação, E Sim Por Diversão
Pois Como Costumo Dizer,
O Cérebro tem um tamanho O Que Cabe Nele Não !
Quero sair!
Quero sair pois o motivo é um, já dizia.
O coração não aceita, tamanha falta de amor. E na verdade, onde está o amor? O amor se resume às paredes de seu mundo? Aos vidros do seu carro?
Dê-me uma moeda, não um banho de água fria! Dê-me atenção, não uma sequência de palavrões.
Sinto poder observar pessoas vendo da janela a vida passar...
Sozinhas em suas bolhas, as protegem de modo agressivo, onde os seres humanos são os verdadeiros objetos.
Quero sair, pois lá fora é bem mais simples e eu não sabia.
Chave Mestra
Seu coração era o portão
Que não se abria facilmente
E aqui estou em frente a ele
Esse portão trancado
Pelos amores não correspondidos
Que estava enferrujado
Pelas lágrimas que foram derramadas
E com a chave mestra, não há portão que aguente
O amor verdadeiro é o que o abre novamente.
“... Costumo fazer algo de forma inesperada.
Coisas planejadas tem tudo pra não darem certo.
Brasília é um exemplo disso...!”.
Puro egoísmo meu
Querer sentir o cheiro teu
Mesmo que pertencente a outro
Mas as paisagens estão aí
Nenhuma é nossa!
Mas todos a querem ver.
Montanhas a serem escaladas
E céus a serem voados
Assim como um cachorro abandonado
Sigo somente o cheiro da comida
Atrás de seguir a vida
Numa trilha que nunca vivi
Sinto muito se a fizer sair
E me deixar na mesa sozinho
Em busca de um carinho
Com o coração em pedaços
Vais me chamar de desgraçado
Puro egoísmo teu
Sepultei meu passado, num vale de lagrimas
Voei com meus sonhos nas asas do ar
Caminhei no escuro, sem medo dos monstros
Construí pontes para onde iria chegar
Procurei o destino, para olha-lo de fronte
E ainda assim não pude amar!
Um pássaro voando longe do ninho
Livre, mas preso ao seu habitat
Por vezes perdido sem saber por onde está voando
às vezes recolhido em seu novo ninho
No silêncio,
a aranha tece sua estrada prateada
rumo ao nada.
No orvalho da madrugada,
ela espera o futuro ali,
sentada.
Um dia, seu fio a levará ao sétimo céu;
isso, sim, quando for uma aranha encorajada,
gangorrando, dependurada,
na pálida luz que iluminou seus labirintos.
Quero ser aquele que não tem pressa.
Alguém que descobriu de fato onde mora a paz.
E depois disso deixar a tarde me arrastar em longos passeios pela vida,
tomar banho de sol e rir de qualquer coisa
ao lado de uma boa companhia.
Se notar que eu estou crescendo, me volte logo no tempo, ó, Senhor de Todos os Mistérios.
Quando começar a me cansar de tudo, vou precisar ver a vida como na primeira vez.
Gira, rosa dos ventos.
Quem sabe voa vindo da janela
um daqueles dias perdidos.
Hoje deu saudade de uns abraços
e de ver sem medo aquela nuvem branca em formato de girafa
dos céus azuis das minhas infâncias.
O que é mesmo a vida
com todo aquele amontoado de coisas que carregamos apressados
pelo tempo afora,
se agora
quase nada serve para preencher uma imensidão?
