Poesias de Pedro Bandeira Mariana
Arraiá em casa
Esse no ano no São João
Só escuto o balançar da bandeira,
O coronavírus está presente
E não veio pra brincadeira.
A fogueira não deve queimar
E forró não vamos dançar,
Usar máscara sempre que sair,
Mas é em casa que devemos ficar.
O balão não vai subir,
Nem os fogos estourar no céu,
A higiene é a melhor saída,
Use sempre álcool em Gel.
Lavar as mãos é essencial,
Evitar abraços e aperto de mão,
Para que logo nos livremos,
Pra ano que vem festejarmos o são João.
O certo é evitar aglomeração,
Esse ano o são João não vai ter,
Ficar em casa é o que devemos,
Para o vírus combater.
Pamonha, canjica e pipoca,
São comidas típicas essenciais,
Não dívida talheres e copos,
E não compartilhe objetos pessoais.
E as notícias duvidosas,
Não devemos reenviar,
Precisamos de cooperação,
Para no ano que vem o são João a gente dançar.
Dançar xote, xaxado e baião,
É o que eu quero fazer,
Mas não posso fazer isso,
Enquanto o vírus não conter.
Nem vestido de chita, nem camisa xadrez,
Esse ano é tudo diferente,
É máscara no rosto e álcool nas mãos,
Para logo sairmos dessa situação emergente.
Juntos contra o coronavírus,
Todos nós devemos ficar.
Santo Antônio, São João e São Pedro
Há de nos abençoar.
Um poeta
desfolha a bandeira
e eu me sinto melhor colrido
pego um jato viajo arrebento
como roteiro do sexto sentido
foz do morro,
pilão de concreto
tropicália,
bananas ao vento.
Não Sou Manuel
.
Chega
Já deu
Não sou Manuel Bandeira mas vou-me embora ...
Aqui despedaço
Trituro
Remouo
Firo Junto ao sol
As lembranças também fritam
Tenho pelo menos 3 queimaduras
De terceiro grau
Sempre existiu tanta aversão pelo fogo...
Não há por que isso permitir
Ficar tanto tempo nesse calor
Volto pra onde nasci
Troco de lugar
De pele
A cor do cabelo
E o endereço
Quem sabe assim eu não consigo fugir
Das lembranças daquilo que eu tanto persegui ?
Uma bandeira vermelha, o manifesto do caos.
Verde , Amarelo e Azul, manchado por um vermelho sangue, sangue derramado do povo, do suor, das lagrimas do sofrimento, somos apenas escravos de um sistema, totalmente dependentes de um contrato social, uma infamia denominada democracia, um pacto de sangue chamada constituicao.
Nao e a verdade que rege este pais, mas a mentira, a traicao a usurpação, é um conjunto de regras sociais elaboradas sem nosso consentimento, a violaçao da ordem, e a destruicao do progresso. Somo uma vergonha.
Entre o amor e a guerra, nascida de todo esse caos.
Não levanto nenhuma bandeira, ou defendo quem não precisa de defesa.
Quem pensa que aprendeu de tudo, não tem muito para lembrar.
Sua condenação lê, a companhia quem vai julgar.
Gratidão nao é uma bandeira que se sacode pra ser vista..
Gratidao esta impregnada de ações.
Eu nao sou fã das palavras.
Sou apaixonada pelas açõe
Tem dias que sou mesmo assim
Acendo o pavio da Intensidade
e levanto minha bandeira de loucura .
É a maneira que consigo
me blindar e me defender
de toda fútil "lucidez" desse mundo.
A cruz é meu estandarte, minha bandeira,
pois nela encontro vida, perdão e poder.
Nenhum inimigo prevalecerá contra mim,
porque Cristo é meu escudo e fortaleza.
Mesmo quando a dor tenta me abater,
Deus ergue meu espírito e me faz andar.
7 de setembro, bandeira no céu.
Mas nossa independência
É só papel.
Foi grito, foi pose, foi teatro, foi cena.
O povo aplaudia
mas a dívida
já nascia.
Do Ipiranga à City de Londres o grito virou contrato e o contrato virou corrente corrente invisível elegante, porém permanente.
Paga aqui, refinancia lá
juros sobe, esperança cai
o nome é bonito
soberania Nacional.
Mas no extrato.
Dependência Global.
Diziam
Somos livres, somos bravos, somos gigantes.
Mentira elegante!
Escravos modernos, pagadores constantes.
Dois milhões de libras
e um século inteiro de promessas quebradas
de um lado a coroa caía.
Do outro, o povo segurava as algemas douradas.
Se fosse hoje? Dois bilhões quem se importa?
O problema não é o preço.
É o ciclo. É a porta que nunca se fecha, é a dívida que nunca morre
O banco não te mata
ele te deixa vivo
Pra pagar.
Independência ou morte! gritou Dom Pedro.
E a Inglaterra respondeu
assine aqui, parceiro.
Enquanto o povo gritava
o banqueiro calculava.
Enquanto a criança nascia
a dívida já a registrava.
E aqui estamos
exportando vida
Importando miséria.
Riqueza some na bolsa
e volta na fatura bancária.
A bandeira tremula mas quem segura é o vento da ilusão.
Somos livres na música
somos livres no hino
mas escravos na prestação.
7 de setembro é só desfile
É só fumaça pra esconder
que a independência nunca chegou. E talvez nunca vá nascer.
O Senhor é a nossa Bandeira.
Deus tu és tudo que eu tenho.
Bom dia Bahia, bom dia Brasil.
Por mais que tentem nos calar,
o Senhor é, e sempre será a nossa
Bandeira.
Ainda pulsa a esperança
O fogo devora o verde,
o amarelo, o azul profundo,
uma bandeira queimada como memória de um sonho.
Ruas viraram cinza
e eco de passos perdidos,
mas ainda pulsa a esperança
em meio ao abandono.
As chamas refletem o caos de cidades em pranto,
carros queimados,
prédios que choram fumaça.
No horizonte,
silhuetas caminham sem destino,
como sombras que guardam histórias de um povo ferido.
O céu se abre em nuvens pesadas, carregadas de medo,
helicópteros cortam o silêncio
de uma pátria em alerta.
Mesmo na destruição,
há um grito que insiste:
“Olhem para nós,
aprendam com a dor
que carregamos.”
E assim, entre brasas e escombros, o país respira,
resiste no eco de vozes que ainda não se calaram.
A bandeira, ferida, ensina que mesmo em chamas
pode brotar a coragem de recomeçar.
E no fogo,
A bandeira ainda brilha,
não como símbolo,
mas como desafio.
Que arda o que precisa arder,
para que o amanhã renasça das cinzas, intacto e audaz.
Congelado no tempo
Poder nas mãos dos revolucionários
Erguida foi a nossa bandeira,
República imposta por nossos lendários
Normas para uma terra ordeira.
Avante! conquistemos nosso ideário!
Miramos uma terra altaneira
Boas novas dos nossos emissários
Unicidade de pátria alvissareira
Cada canto, um lugar extraordinário
Otimismo de alma guerreira
Memórias de um tempo congelado
Exaltaremos sim, queira ou não queira.
Unicidade de João Ribeiro nos ceminarios
Prossigamos firmes nessa trincheira
Agradeçamos a Barros Lima, o Leão Coroado
Íntegro, plantou a nossa videira
Semente da liberdade, a nossa maneira.
1574
"Não tenho como confirmar mas contaram-me que o grande Manuel Bandeira, quando menino, encontrou-se, no bonde, com ninguém menos que Machado de Assis! (Eu sequer sabia que eles eram contemporâneos). Mas... Imaginem a emoção!
E, para ficar bem com o Maior de Todos, Manuel Bandeira teria dito que havia lido todos os livros do 'Bruxo do Cosme Velho'. Desconfiado, Machado começaria a fazer perguntas, quando a 'próxima parada' salvou o Menino Futuro Grande Poeta: ele precisou descer ali mesmo, HeHeHe!"
Vamos brinca com constituição.
Vamos todos vamos vestir a bandeira americana sendo brasileiro um pais democrático se fosse uma ditadura nunca mais íamos ouvir tais discursos do fascismo da direita. Sendo o flagelos do relativismo da extrema direita agora cai as máscaras.
Bebam detergente comam amaciante sejam a diferença.
Verde amarelo orgulho da nação soberba, saudem o pneus. Marchem para lutar pelo fascismo.
Sejamos cegos, surtos tudo é manipulação da esquerda comunista.
Os milhões que roubei foi empréstimo do banco... sou seu coveiro, eu também sirvo ossos, vou ser a favor da tercerização e do trabalho escravo igual a miséria.... lugar de pobre.... (...)
Lugar de larápio de colarinho branco é nos paraíso fiscais.
No tecido dessas frases
sobre a haste desses versos
a poesia tremula inquieta
a bandeira da leitura
no poema que mais
esse vento completa
(Leonardo Mesquita)
Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.
SURFAR
E agora, José. José para onde?
Antes de tudo ouvir o tango Argentino de Bandeira.
Depois retirar a pedra do caminho.
Brincar um pouco com as andorinhas de fio do Quintana
Fazer Mestrado e Doutorado... Nunca serei nada.
Só não quero passar pela agonia do parque de João e do outro José.
Entender... Que te amo por não amar bastante ou demais a mim.
Entender... Ainda, que é necessário Amar!Amar!E não amar ninguém.
Queria voltar a fumar.
Tragar como Augusto e pensar nas bocas que gostaria de escarrar.
Entender que viver é ser o outro.
Entender como Manoel que a maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Por fim quero fugir
Ser qualquer.
Entender, que eu sou o que no mundo anda perdido,
Entender, que eu sou o que na vida não tem norte.
Em fim. para onde? Surfar.
..
# 02/05/12 --:--
O mofo na parede do palácio formou ilusoriamente a bandeira
da minha nacionalidade, relembrando-me assim do voto que os homens tem com a mãe pátria .
Minha Terra.
Minha terra tem as cores da Bandeira,
Terra lugar lindo de viver.
Terra de grandes mares, de céu azul,
Onde o sol brilha mais forte aqui no sul...
Nas noites de lua cheia e suas estrelas brilhantes,
E nas manhas com seus pássaros cantantes,
Nas matas verdejantes com suas cachoeiras de águas cristalinas,
Dando boas vindas a essa Terra linda.
Que maravilha!
